Quinta… Dia de Comunicação: Camuflada; Como Produto; Digital; e Humorística
Hoje foi um dia cheio… Assisti a quatro palestras. A primeira, que a Thais comentou muito bem, foi a do Fabiano Coura, Diretor de Planejamento da Neogama/BBH, que falou sobre “Comunicação Que Não Parece Comunicação”. Posso dizer que faço parte do grupo que adorou e riu muito durante a mesma… Muito legal!
A segunda e clássica palestra foi a dos queridos professores João Guedes, L. F. Pondé, Fernando Amed e Malú Homem, que desenvolveram diversos temas a partir do pressuposto “Comunicação como Produto”. Como esperado, a palestra foi muito enriquecedora e é sempre um prazer ouvir esses professores tão incríveis e com tanto conhecimento para transmitir.
No período da noite fiz questão de assistir Abel Reis, Presidente da Agência Click, discursar sobre “O Valor do Repertório Humanístico para o Mercado Digital”.
Por ter cursado inicialmente uma faculdade de Filosofia, ele explicou como essa experiência foi e continua sendo benéfica aplicada na comunicação. Segundo ele, é preciso que o ser humano domine a abstração, a argumentação e a linguagem para poder ser bem sucedido. Tudo isso porque, antigamente, a comunicação só precisava vender os produtos, que se tratavam de simples materiais. Atualmente essa realidade está bem diferente devido à fragmentação do mercado e à necessidade de conhecer o que determinado consumidor quer, o que ele sente, como ele vive e o que o leva ao ato de compra. Por isso, o que a comunicação tenta vender é o imaterial, que se dá pela idéia e pelos valores agregados ao produto e à marca, e sem o repertório humanístico é impossível saber como traduzir estes ideais para os meios, e por fim, fazê-los chegar ao seu target.
Por fim, mas não menos importante, tive a felicidade de conseguir entrar no auditório em que o CQC estava presente. Filas e mais filas, todo mundo desesperado pra poder ficar perto deles… Tinha gente sentada até no palco, no chão, e duas outras salas dentro da FAAP estavam transmitindo em tempo real o que estava acontecendo no auditório, além da TV FAAP, que está presente em quase todos os corredores e ambientes.
Ao sentar, Marcelo Tas iniciou a conversa com o famoso bordão do Professor Tibúrcio: “Olá Classe!”, o que despertou a atenção de todos e provocou risos e aplausos da platéia.
Todos os integrantes – com exceção de Oscar Filho - estavam presentes, inclusive os produtores e estagiários. Durante a palestra explicou-se sobre como o programa foi implantado no Brasil, por que a escolha da Band como transmissora, como são escolhidas as matérias apresentadas, e muito mais. Em meio a tudo isso, como já esperado por muitos, vários fatos cômicos foram contados, o que fez com que a conversa fosse muuuito divertida, e sem dúvidas, deixou claro que os apresentadores fazem toda a diferença no programa.
Eles são um fenômeno, e a audiência só cresce a cada semana, o que pode-se perceber que não é por acaso, devido à nítida dedicação dos profissionais envolvidos e à alegria com que eles produzem o programa.
Acredito que depois de horas de fila, todo mundo saiu satisfeito e espera ansiosamente chegar segunda-feira para poder assistir ao próximo CQC!!
Publicado por: Nicole Cassiano (19/September/08) Categoria: Geral.