Site menu:

.

Get the Flash Player to see the slideshow.

últimos posts

comentários

Texto quase pornográfico

Por dois motivos simples

farei desse post um texto

breve:

Quero acabar com o

vício

de escrever somente

textos longos.

E fazer uma homenagem à excelente

palestra sobre “Sexualidade e Mercado”.

Em outras

palavras: o prazer instantâneo,

o aqui e o agora valorizado pelo capital,

o breve (como tento fazer neste texto).

Dentro do

CAPITALISMO

tudo é possível, até mesmo

a sexualidade ser a profissão

mais antiga do mundo. A única coisa que

não é permitida é: não lucrar!

O corpo humano tornou-se uma

MERCADORIA

E, quem sabe, as próximas a serem lançadas,

serão as

almas em liquidação.

Em suma, a palestra começou ao som de

uma provocante música

e acabou em longos aplausos.

 

Por traz dos bastidores

 Relacionando a maneira como este comentário está sendo feito e a sexualidade ofertada, ambos:

 - Tentam ao máximo ser atraentes para que, cada vez mais sejam vistos.

- Como já havia dito: são breves, curtos.

- Possuem como maior beneficiados os criadores.

No caso da indústria pornográfica: os diretores quando recebem o símbolo principal do capitalismo.

E no deste comentário: Eu!  Por ter assistido a palestra, é claro!

 

 

“A música no cinema de animação”

        Que jogue a primeira bomba (no “Beep-Beep”) quem assistiu Papa-Leguas e não torceu para o Coyote.  Este, um ótimo candidato ao ouro da persistência no mundo da fantasia.

        Existe, é claro, quem julgue-o desumano e/ou masoquista. Porém, impossível é negar que por trás da animação existe um enorme trabalho e criatividade dos criadores. O que não ocorre somente no desenho do Papa-Léguas como, também, em muitas outras histórias.

         Infelizmente, o cinema de animação é uma arte que tem sido maltratada e esquecida, frequentemente contada como um mero divertimento para as crianças e raramente temos a oportunidade de acesso às suas obras importantes e significativas.

         Os autores originais, os poetas das imagens animadas, tem grande dificuldade em  encontrar espaços para mostrar suas obras, pois, estes espaços, estam ocupados por produtos massificados.

         Como havia dito, por trás dessa arte existe uma enorme produção. Devido a isso, a palestra “A música no cinema de animação” foi, além de interessante, divertida (lembrei de como é bom torcer para o invensível Coyote).

 

        Através das análises feitas em relaçãop ao som, foi possível notar que o filme de animação possui tanto preocupações poéticas quanto estéticas.

         Diferente do que grande parte das pessoas imaginam, a música é feita antes mesmo da animação, com a base, a harmonia e por último o arranjo. Foi o que compartilhou Cândido José Martins de Lima. Quem estava presente pôde, também, entender que existe uma diferença entre o tempo cronológico e o tempo musical. Este que é medido pelo http://outrosventos.wordpress.com/2007/11/28/a-importancia-de-se-estudar-com-um-metronomo/ .

 

        Conclui-se que o som  é um elemento essencial na obra de animação. Porém, infelizmente, ainda são poucos os profissionais que desenvolvem este trabalho em nosso país.

Ato Anônimo

Na palestra Informação e Sociedade, estiveram presentes Laura Greenhalgh, Jornalista do Estado de São Paulo, Carlos Eduardo Lins da Silva, Ombudsman da Folha de São Paulo e Edilamar Galvão da Silva, Professora da FACOM, mediando o debate. Em pauta, temas como: velocidade e multiplicação na era da informação, avalanches de conteúdos, autenticidade de publicações virtuais e impressas, a inlfuência dos blogs e como isso afeta a sociedade como um todo.

A discussão iniciou tratando da informação e dos meios de transmissão da mesma, passando brevemente pelas transições que desembocaram no ponto onde estamos hoje e que dominaram o debate: os blogs e os meios tradicionais de veiculação de informação, como jornais e outras mídias impressas. Não há inocentes nem culpados num debate como este, o que há são pontos de vista diferentes, subordinados à tendências internas impenetráveis, porém questionáveis.

Gutenberg inventa a imprensa e, de modo quase que imediato, esta “dá conta do recado” e torna-se o principal meio de transmitir notícias em grande escala, de maneira rápida e “ganha” do público algo a mais, algo maior do que qualquer outro elogio para tal invenção: a confiança com relação à autenticidade e veracidade da informação, conferindo a devida credibilidade à um jornal. Isso até os blogs darem às caras e abrirem um canal para os leitores poderem escrever o que quiserem, seguindo uma linha editorial intrínsicamente sua. E é justamente aí que reside a diferença: escrever sob pressão ou sob pressão alguma? Eu não vejo problema algum em blogs cujos autores, preferem manter-se no anonimato. Há informação que não precisa de ’selo de qualidade’ e há informação que exatamente por faltar este ’selo’, acaba nem sendo lida. O mundo está mudando, a informação está mudando e o meio de transmissão também, se isso é bom ou não eu ainda não formei uma opinião, mas fica a questão no ar. 

Acredito que o saldo do debate foi bem positivo já que havia diversos alunos-blogueiros na platéia que levantaram questões que, querendo ou não, sempre irão gerar atrito com jornalistas e vice-versa. Eu encaro jornais e blogs como meios que complementam-se, cada um com suas peculiaridades que regem (ou não) os artigos que serão publicados. Enfim, que venha terça-feira!

“Informação e Sociedade” | Sobre Blogs e Jornais

Ontem assisti à palestra intitulada “Informação e Sociedade”. Os convidados da mesa foram Laura Greenhalgh, Jornalista do Jornal O Estado de São Paulo e Carlos Eduardo Lins da Silva, Ombudsman da Folha de S. Paulo.

A primeira a discursar foi Laura. A editora do caderno, aliás discorreu sobre o tema proposto fazendo uma breve análise da dita “Era da Informação”, aquela que tem a ansiedade como dado constitutivo e não nos dá o direito de não pensar. Logo um assunto iminente ocorreu em sua pauta: Os computadores e a internet como mídia.

Além de “Medo Líquido” de Zygmunt Baumann, o teórico Lee Siegel, opositor ferrenho das novas mídias, foi o principal influenciador do discurso da palestrante, que colocou o suposto Blogo-Fascismo como um dos principais motes da sua fala. Afirmando que a internet ainda tem a pornografia como principal carro-chefe, a palestrante atacou os blogs colocando-os como uma visão simplista de um local criado para lavanderia de roupa suja.

Do lado oposto da mesa, o jornalista Carlos Eduardo Lins da Silva não tinha uma opinião tão oposta e nos alertou para o perigo de um autoritarismo que parece ser intrínseco ao universo da blogosfera, pelo mesmo possuir o poder da informação, fato que parece assustar muita gente. Além disso, Carlos colocou os blogs e seus assuntos como uma simples conversa de bar. Mas, convenhamos, é uma conversa de bar que fica à disposição do mundo inteiro.

Ao fim das duas exposições eu fui a primeira pessoa a questionar os palestrantes, talvez movido por um instinto de defesa a fim de explanar e representar o outro lado da moeda. Perguntei à Greenhalg porque ela achava ruim essa mudança radical que vivemos, na qual o receptor passa da passividade dos meios para uma possibilidade de participação ativa através da internet. Ela recorreu aos argumentos previamente utilizados, e afirmou não ser contra os blogs, parafraseando-a: “Viva os Blogs, Fora o Blog-Fascismo”.

Por sua vez, Lins, decidiu, também, me responder, afirmando veementemente que de forma alguma o receptor antigamente era passivo, já que existe e sempre existiram espaços abertos àquele que precisa se comunicar com as mídias. Eu, de certa forma, contrapus a sua idéia, afirmando que hoje o acesso aos meios é inegavelmente mais fácil e prático. E uma potencialização de sua voz na internet, desde que haja um conteúdo relevante, possui um impacto muito maior do que uma simples conversa de bar. Reforcei também a idéia de que cada vez mais o consumidor é exigente e sabe o que quer, mesmo porque existe conteúdo de blogs que você não encontra em jornais, e vice-versa.

Nenhum dos palestrantes se mostrou 100 por cento contrários aos blogs e sua utilização, no entanto atacaram os mesmos, temendo uma pressuposta falta de hierarquização da informação e um possível poder ditatorial gerado pelos egos daqueles que se tornam detentores e propagadores da informação. Vale pensar sobre essa teórica ameaça, já que vivemos em um mundo de bombardeio de informação.

Confesso que quando entrei no centro de convenções não esperava uma discussão com esse tema, mas o rumo tomado pelos discursos me despertou uma necessidade de defesa dos blogs para uma apresentação democrática de ideais. Acho que os jornalistas deviam se inspirar na agilidade dos blogueiros e os blogueiros na busca incessante por informação dos jornalistas.

Creio que essa é uma discussão um pouco saturada, mas que pode render alguns frutos se ambos os lados não estiverem escondidos atrás de uma barreira ideológica, senão caímos em um ciclo vicioso de achismos, o que não ocorreu na palestra. Um fator é Hors concours: conteúdo ruim e chapa branca existem de ambos os lados.

Primeiro dia, primeiras impressões…

Fiquei muito feliz com as palestras que eu assisti hoje.

A primeira, super lotada, foi a do Ken Fujioka, Diretor de Planejamento da JWT Brasil, que mostrou cases super divertidos e que deram certo na publicidade. O clima foi super descontraído e o público ficou até o final. Pra quem também assistiu e gostou, pode continuar acompanhando-o pelo seu blog, ou seguí-lo no twitter.

Na segunda, Alexandre Scaff da Leo Burnett contou um pouco mais sobre o que rola em Cannes. Não falou apenas das premiações, mas também dos workshops de publicidade que acontecem por lá e ainda das festas super badaladas! Ele disse que em média há 30 mil trabalhos concorrendo todo ano, e que destes, o Brasil inscreve aproximadamente 2 mil, tornando-se o terceiro país em ordem de participação. Depois dos dados mais técnicos, ele partiu para os ganhadores… Mostrou o super polêmico comercial do Gorilla, dos Chocolates Cadbury (que você vê clicando aqui), o engraçadíssimo case da HBO (uma das peças aqui), o incrível comercial da Nike (aqui!), entre outros…

Foi muito divertido! E o resto da semana promete muito mais!!

Citibank e seu posicionamento

Acabei de assistir a uma palestra intitulada “O Global e o Local na Comunicação de Marketing” e foi uma palestra muito interessante para aqueles que procuram crescer dentro na área de marketing em grandes empresas. A palestra focou no posicionamento, mostrando como a evolução, a mudança acompanhada com o mundo é indispensável, além de comentar sobre a carência que o público sente e que as empresas têm que preencher essa mesma carência através de seus produtos e/ou serviços. O palestrante também falou da importância em pensar globalmente, mas agir localmente usando os benefícios e as vantagens que uma empresa possuir. Realmente, foi uma palestra ideal para que queria ficar por dentro das mudanças competitivas e globalizadas.

E hoje foi apenas o começo!

Piano-Solo e Pfizer

A Semana da Comunicação começou oficialmente hoje e estreei assistindo a um filme na 4ª Semana de Cinema Contemporâneo Italiano chamado “Piano-Solo“. Pode-se dizer que é um filme que, a primeira vista, parece confuso, mas analisando a história, é totalmente compreensível. Trata-se, principalmente, da saudades que um homem sente da sua mãe, mas que, acima de tudo, carrega a culpa pelo acidente que levou à morte de sua mãe. Possui um excelente dom para o piano e descarrega as suas emoções através dos belos sons que produz. Fuga da realidade, suicídio, loucura, amor e desespero são algumas das características que marcaram o filme com poucos diálogos, porém, importante para dar esclarecimento à bela história.

Após o filme, parti para assistir a palestra “Gerenciamento de Crise“, com Cristiane Santos - gerente de Comunicação Corporativa da Pfizer. O nome fez juz à palestra, pois Cristiane começou falando sobre um case da empresa que passou por uma crise. Alguns dos seus medicamentos levantaram dúvidas por parte do FDA e de outras agências e a Pfizer agiu rapidamente, elaborando e executando várias ações desde a reformulação de bulas e de anúncio aos seus públicos. Porém, apesar da insistência das agências, os medicamentos tiveram que sair no mercado e a Pfizer foi obrigada a elaborar estratégias que pudessem retirar os medicamentos, mas sem perder a sua credibilidade diante dos públicos. Além do case, Cristiane detalhou sobre o manual em caso de crise que agiliza a praticidade e a transparência a fim de minimizar as preocupações de seus públicos como os fornecedores e a comunidade local em que a empresa atua.

Foi uma palestra para dizer, no mínimo, interessante e que pode ajudar os relações públicas a saber como resolver crises. Agora, mais uma palestra me aguarda!