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	<title>31ª Semana da Comunicação</title>
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	<description>Idéia como produto</description>
	<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 18:49:38 +0000</pubDate>
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		<title>E assim encerra a 31ª Semana da Comunicação&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Sep 2008 05:33:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>galante</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje, finalizei a semana assistindo a mais um filme italiano e duas palestras. O filme foi &#8220;Castigo sem fim&#8220;, que trata da máfia italiana. Assim como o Brasil retrata a realidade das favelas cariocas em suas telas, a Itália retrata a máfia.
 
E além disto, assisti a palestra sobre Cannes com a prof.ª Irene Knoth em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">Hoje, finalizei a semana assistindo a mais um filme italiano e duas palestras. O filme foi &#8220;<strong><em><span style="font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">Castigo sem fim</span></em></strong>&#8220;<em style="mso-bidi-font-style: normal;">, </em>que trata da máfia italiana. Assim como o Brasil retrata a realidade das favelas cariocas em suas telas, a Itália retrata a máfia.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;"> </span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">E além disto, assisti a palestra sobre Cannes com a prof.ª Irene Knoth em &#8220;<em><strong><span style="font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">O picadeiro de Cannes 2008</span></strong></em>&#8220;. Não era uma palestra que mostrava os favoritos de Cannes, mas sim como funcionava realmente o festival. Além da premiação, havia cursos, workshops e muitas outras atrações. A prof.ª teve a chance de mostrar alguns dos vídeos como trechos de documentários, comerciais e pequenos trechos de diversos programas.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;"> </span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">Por último, assisti a palestra &#8220;<strong><em><span style="font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">O que funciona e o que não funciona no marketing viral</span></em></strong>&#8220;. Foi uma palestra bem interessante e com o auditório cheio. Os palestrantes mostraram a importância da comunicação digital, de que as empresas estão migrando para as redes sociais onde cada um pode criar a sua própria informação a respeito de tudo. Uma empresa pode criar uma página ou um hotsite aberto a todo mundo, em que possua a oportunidade de publicar seus vídeos ou suas fotos sobre o determinado produto e/ou serviço. Essa idéia já está pegando porque permite saber a opinião e o valor de aprovação de seus públicos antes mesmo de lançar os tais produtos ao mercado. Hoje em dia, a marca já é o próprio conteúdo para milhões que acessam todos os dias a Internet.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;"> </span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">É isso ai&#8230; Agora acaba oficialmente a 31ª Semana da Comunicação e espero que todo mundo tenha gostado da programação. A maioria das palestras focou no tema &#8220;Idéia como produto&#8221;. Eu mesmo posso dizer que gostei muito de quase todas as palestras que assisti e mesmo assim, fica difícil escolher qual foi a melhor. Mas posso afirmar que a Faculdade de Comunicação e Marketing está de parabéns e que a cada ano consegue superar as expectativas de seus alunos e professores.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;"> </span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">Agradeço a todos por terem presenciado a Semana e por visitar o site e o Blog da Semana! E agora, é só esperar mais um ano para a 32ª Semana da Comunicação!</span></p>
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		<title>O conceito da sustentabilidade</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Sep 2008 05:04:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>galante</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[A sustentabilidade é aquilo que pode prover o melhor para as pessoas e para o meio ambiente em que vivemos tanto nos dias de hoje quando para um futuro que não sabemos exatamente como será. Segundo o Relatório de Brundtland, a sustentabilidade é &#8220;suprir as necessidades da geração presente sem afetar a habilidade das gerações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">A sustentabilidade é aquilo que pode prover o melhor para as pessoas e para o meio ambiente em que vivemos tanto nos dias de hoje quando para um futuro que não sabemos exatamente como será. Segundo o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Relat%C3%B3rio_de_Brundtland" target="_blank">Relatório de Brundtland</a>, a sustentabilidade é &#8220;suprir as necessidades da geração presente sem afetar a habilidade das gerações futuras de suprir as suas&#8221;. Ou seja, apesar da grande demanda pelo consumo no mundo inteiro, precisamos pensar no futuro e no ambiente que está ao nosso redor. É preciso causar um grande impacto nas pessoas para que possam repensar as suas ações para com a sociedade. Mas não se trata apenas de ecologia, mas também em todos os aspectos que envolvem uma empresa como a economia, a saúde e a imagem institucional.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;"> </span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">Sílaba Sustentável, FAAP e Nestlé foram convidadas a palestrar ontem à noite com a intenção de explicar o conceito e as tendências da Sustentabilidade na palestra &#8220;<strong><em><span style="font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">Estratégias de Sustentabilidade</span></em></strong>. Foram abordados temas bem diversos, como por exemplo, a possibilidade de causar impacto na população que ainda não se preocupa com<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>as mudanças climáticas; bem como os programas que envolvem responsabilidade social em relação à desnutrição, analfabetização, dentre outros. Até a FAAP tenta se renovar procurando o melhor e o mais atualizado que há no mercado de trabalho para o campo estudantil com a intenção de formar o mais competente profissional.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;"> </span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">Portanto, sustentabilidade não é apenas reciclar as latas e fechar as torneiras enquanto escovam os dentes, é acompanhar as mudanças, os impactos repentinos que estão acontecendo e, ainda assim, buscar soluções e executar ações que possam, não apenas trazer benefícios no momento presente, mas também pensar no futuro. No bem do futuro&#8230;</span></p>
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		<title>Quinta&#8230; Dia de Comunicação: Camuflada; Como Produto; Digital; e Humorística</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Sep 2008 04:46:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nicnina</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje foi um dia cheio&#8230; Assisti a quatro palestras. A primeira, que a Thais comentou muito bem, foi a do Fabiano Coura, Diretor de Planejamento da Neogama/BBH, que falou sobre “Comunicação Que Não Parece Comunicação”. Posso dizer que faço parte do grupo que adorou e riu muito durante a mesma&#8230; Muito legal!
 
A segunda e clássica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">Hoje foi um dia cheio&#8230; Assisti a quatro palestras. A primeira, que a Thais comentou muito bem, foi a do <strong>Fabiano Coura</strong>, Diretor de Planejamento da Neogama/BBH, que falou sobre “<strong>Comunicação Que Não Parece Comunicação</strong>”. Posso dizer que faço parte do grupo que adorou e riu muito durante a mesma&#8230; Muito legal!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">A segunda e clássica palestra foi a dos queridos professores <strong>João Guedes</strong>, <strong>L. F. Pondé</strong>, <strong>Fernando Amed</strong> e <strong>Malú Homem</strong>, que desenvolveram diversos temas a partir do pressuposto “<strong>Comunicação como Produto</strong>”. Como esperado, a palestra foi muito enriquecedora e é sempre um prazer ouvir esses professores tão incríveis e com tanto conhecimento para transmitir.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">No período da noite fiz questão de assistir <strong>Abel Reis</strong>, Presidente da Agência Click, discursar sobre “<strong>O Valor do Repertório Humanístico para o Mercado Digital</strong>”. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">Por ter cursado inicialmente uma faculdade de Filosofia, ele explicou como essa experiência foi e continua sendo benéfica aplicada na comunicação. Segundo ele, é preciso que o ser humano domine a abstração, a argumentação e a linguagem para poder ser bem sucedido. Tudo isso porque, antigamente, a comunicação só precisava vender os produtos, que se tratavam de simples materiais. Atualmente essa realidade está bem diferente devido à fragmentação do mercado e à necessidade de conhecer o que determinado consumidor quer, o que ele sente, como ele vive e o que o leva ao ato de compra. Por isso, o que a comunicação tenta vender é o imaterial, que se dá pela idéia e pelos valores agregados ao produto e à marca, e sem o repertório humanístico é impossível saber como traduzir estes ideais para os meios, e por fim, fazê-los chegar ao seu target.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">Por fim, mas não menos importante, tive a felicidade de conseguir entrar no auditório em que o <strong>CQC</strong> estava presente. Filas e mais filas, todo mundo desesperado pra poder ficar perto deles&#8230; Tinha gente sentada até no palco, no chão, e duas outras salas dentro da FAAP estavam transmitindo em tempo real o que estava acontecendo no auditório, além da TV FAAP, que está presente em quase todos os corredores e ambientes.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">Ao sentar, <strong>Marcelo Tas</strong> iniciou a conversa com o famoso bordão do Professor Tibúrcio: <em>“Olá Classe!”</em>, o que despertou a atenção de todos e provocou risos e aplausos da platéia.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">Todos os integrantes – com exceção de Oscar Filho - estavam presentes, inclusive os produtores e estagiários. Durante a palestra explicou-se sobre como o programa foi implantado no Brasil, por que a escolha da Band como transmissora, como são escolhidas as matérias apresentadas, e muito mais. Em meio a tudo isso, como já esperado por muitos, vários fatos cômicos foram contados, o que fez com que a conversa fosse muuuito divertida, e sem dúvidas, deixou claro que os apresentadores fazem toda a diferença no programa.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">Eles são um fenômeno, e a audiência só cresce a cada semana, o que pode-se perceber que não é por acaso, devido à nítida dedicação dos profissionais envolvidos e à alegria com que eles produzem o programa.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">Acredito que depois de horas de fila, todo mundo saiu satisfeito e espera ansiosamente chegar segunda-feira para poder assistir ao próximo CQC!!</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Sustentar Uma Habilidade</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Sep 2008 04:23:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lidor</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Se alguma palavra anda reverberando bastante nestes últimos tempos, não tenho dúvida de que Sustentabilidade é a mais gritante, em todos os sentidos. Seja por causa do aquecimento global, seja por motivos intermediários a ele como a queima de combustíveis fósseis, o desmatamento e até flatulências de vacas. Ainda bem que a Pole Position ficou com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">Se alguma palavra anda reverberando bastante nestes últimos tempos, não tenho dúvida de que <strong><span style="font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">Sustentabilidade</span></strong> é a mais gritante, em todos os sentidos. Seja por causa do aquecimento global, seja por motivos intermediários a ele como a queima de combustíveis fósseis, o desmatamento e até flatulências de vacas. Ainda bem que a <em style="mso-bidi-font-style: normal;">Pole Position</em> ficou com esse termo, senão alguma outra bobagem iria ficar com a prioridade número um de inúmeras empresas e a atenção que está sendo dada a este &#8216;universo&#8217;. Universo por que é composto de inúmeras ações de responsabilidade ambiental e por que não, social.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;"> </span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">O título da palestra já dava uma noção do que vinha pela frente, <strong><span style="font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">Como a disrupção faz a grande idéia acontecer</span></strong>, mas Luiz Lara, Sócio e CEO da Lew&#8217;Lara\TBWA, mostrou um significado infinitamente mais amplo para o conceito de libertar-se de convenções, romper com paradigmas mercadológicos e assim, criar uma ruptura. Não é nem algo que foge à regra, isto é algo implícito, mas é algo inovador que cria &#8220;regras&#8221;. Lara utilizou-se do livro &#8216;Blue Ocean Strategy&#8217; como roteiro de apresentação e demonstrou na prática, como as empresas que se voltam para o &#8220;Mar Azul&#8221;, não são apenas as mais inovadoras, como são as que mais lucram quando mergulham com tudo neste &#8220;Mar Azul&#8221;. Por outro lado, vi a estagnação e a cegueira presente em empresas que preferem continuar nadando em águas vermelhas, isto é, empresas que correm atrás da concorrência, ao invés de diferenciar-se de todas explorando/criando nichos sem pioneiros.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;"> </span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">É no &#8220;Mar Vermelho&#8221; onde está a maioria das marcas, conseqüentemente com mais concorrência. O fato é que os hábitos de consumo mudaram, estão mudando e mais do que nunca, mudarão num prazo de validade cada vez menor. Lara questiona: &#8220;Como se diferenciar no mercado de hoje?&#8221;, e a resposta vem nítida: segmentação. Não a segmentação como conhecemos, mas uma segmentação que contém outras inúmeras ramificações com consumidores mais atentos, mais exigentes e que não hesitarão em repassar boca-a-boca os defeitos que baterem de frente com eles.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">Lara ainda citou o Banco Real como exemplo de um banco que já tinha um posicionamento interessante (&#8221;O Banco da Sua Vida&#8221;), e que há 10 anos atrás, decidiu tomar medidas que mudariam todo o comportamento da empresa e de seus funcionários. Pioneiro no quesito sustentabilidade, o Banco Real foi o primeiro a usar papel reciclável no talão de cheques, foi o primeiro a financiar empresas que investem em políticas e práticas sustentáveis e também foi o primeiro a negar créditos para empresas que não se interessam nesta área. O mantra do banco solidificou-se da seguinte maneira: ou todos ganham, ou ninguém ganha. Felizmente o exemplo foi adiante para outros bancos nacionais.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;"> </span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">Está dado o recado: identificar e questionar convenções que existem e governam o mercado é o primeiro passo, os outros cem passos são identificar e questionar convenções que existem e governam o mercado.</span></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Os mandamentos</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Sep 2008 03:22:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thaisklein</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Em paralelo com a palestra do Parlapatão Hugo, sabemos que o riso tem a capacidade medir o poder da comunicação: se as pessoas riem é porque estão entretidas. Desta maneira, posso afirmar com toda convicção que Fabiano Moura - Diretor de Planejamento da Neogama/BBH - soube conduzir muito bem a palestra &#8220;Comunicação que não parece [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">Em paralelo com a palestra do Parlapatão Hugo, sabemos que o riso tem a capacidade medir o poder da comunicação: se as pessoas riem é porque estão entretidas. Desta maneira, posso afirmar com toda convicção que <strong><span style="font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">Fabiano Moura</span></strong> - Diretor de Planejamento da Neogama/BBH - soube conduzir muito bem a palestra <em><strong><span style="font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">&#8220;Comunicação que não parece comunicação&#8221;</span></strong></em>, pois não faltaram risos, talvez pelo fato da linguagem que foi utilizada - como ele mesmo disse, a diferença de idade entre o público e o palestrante era muito baixa e eu acho que isso colabora. Até comentei com uns amigos ao meu lado sobre isso e na hora da respostas aquela cara &#8220;<em style="mso-bidi-font-style: normal;">noooossa, quero ser igual ele/ter a mesma sorte ele</em>&#8220;&#8230; Enfim!</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">Fabiano, ao longo de toda palestra, tratou de um assunto que vem sendo muito discutido: a forma como está sendo feita a comunicação. As novas tecnologias mudaram o modo como as pessoas recebem a comunicação, atualmente não basta empurrar a mensagem, são elas quem buscam o que querem ver. As pesquisas mostram que o público cada vez mais rejeita as propagandas, prestam muito menos atenção e não acredita no que está sendo dito. E dentro de todo um bombardeio de informações, aquelas propagandas que realmente chamam a atenção são as que lidam com a experiência. </span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">O consumidor hoje, muitas vezes, é mais informado sobre o produto do que o próprio vendedor. Antes de ir às compras ele pesquisa no Google, conversa com o vizinho, pai, primo, amigo, procura a maior quantidade de informações e impressões sobre o produto para então resolver a compra. Há um boca-a-boca global, no qual a opinião dos outros influencia sua compra. Entretanto, as marcas também estão ouvindo os consumidores e a internet é a grande facilitadora. </span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;"> </span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">E assim Fabiano conclui, com as seguintes frases:</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">&#8220;Criamos e distribuímos <span style="#ff0000;">mensagens</span> com o objetivo de obter <span style="#ff0000;">atenção</span> das pessoas e possivelmente ampliar o <span style="#ff0000;">desejo</span> pelas nossas marcas&#8221;  </span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><em><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;"> MAS, NA ERA DA &#8220;EXPERIENCIALIZAÇAO&#8221;, DEVE SER SUBSTITUIDO POR:</span></em><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;"></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">&#8220;Criamos e distribuímos <strong><span style="font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;"><span style="#ff0000;">experiências</span></span></strong> com o objetivo de obter o <strong><span style="#ff0000;"><span style="font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">envolvimento</span></span></strong> das pessoas e possivelmente ampliar a <strong><span style="font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;"><span style="#ff0000;">dedicação</span></span></strong> pelas nossas marcas&#8221;.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;"> </span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">E depois exemplificou muito bem os<em><span style="font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;"> <span style="underline;">dez mandamentos</span> </span></em>da comunicação eficaz:</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">1. Oferecer comunicação como serviço.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">2. Convidar para participação.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">3. Envolver com histórias.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">4. Explorar vínculos emocionais.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">5. Recrutar para causas nobres.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">6. Envolver através de polêmicas.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">7.  Disponibilizar conteúdo diferente.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">8. Levar diversão para vida das pessoas.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">9. Gerar experiências de imersão.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">10. Surpreender sempre.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;"> </span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">Dado os mandamentos e falta de tempo, a conversa com Fabiano Coura continua online! Foi um prazer&#8230;</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">http://www.fabianocoura.com/</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Xenofobia e a TV na Internet</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Sep 2008 03:16:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>galante</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Um mundo cada vez mais dividido, no qual cada vez mais as nações tentam traçar suas fronteiras através dos muros e das barreiras impostas nos aeroportos internacionais com o medo de que terroristas pisem em seus territórios com a intenção de se explodir, prejudicando os civis e a sociedade. É esse o mundo em que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">Um mundo cada vez mais dividido, no qual cada vez mais as nações tentam traçar suas fronteiras através dos muros e das barreiras impostas nos aeroportos internacionais com o medo de que terroristas pisem em seus territórios com a intenção de se explodir, prejudicando os civis e a sociedade. É esse o mundo em que vivemos após o 11 de setembro. E não parou por aí&#8230; Após os atentados em Madri e em Londres, o mundo começou a ficar cada vez mais rigoroso e mais vigiado a ponto de imitar a arte como &#8220;V de Vingança&#8221; e &#8220;1984&#8243;. Além disto, o preconceito contra os estrangeiros, a xenofobia, deu um salto enorme, principalmente nos países europeus. O medo, a incerteza e a falta de confiança são as características que imperam sobre o povo europeu. E foi isso que o filme &#8220;<em><strong><span style="font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">Eu, o outro</span></strong></em>&#8221; retratou com fidelidade. Trata-se de um tunisiano muçulmano que consegue o emprego de pescador ao lado de um italiano. Após o atentado em Madri, começaram a circular notícias sobre um suposto terrorista que, por coincidência, tinha o mesmo nome que o pescador muçulmano (!) e que estava no território italiano (!!). E a partir daí, começou a dúvida que perseguiu o italiano ao longo do filme, causando conseqüências como falta de confiança. O final do filme não é algo que podemos dizer &#8220;e eles viveram felizes para sempre&#8221;, mas dá uma idéia exata sobre o mundo em que vivemos.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;"> </span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">Ainda no mesmo dia, mais tarde, assisti a palestra &#8220;<em><strong><span style="font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">Globo: A interatividade na novela Três Irmãs</span></strong></em>&#8221; que contou com o palestrante Roberto Schmidt, diretor de desenvolvimento de produto da TV Globo. Roberto mostrou a importância da Internet e declara que o futuro é a TV Digital. Não digo o DTV e sim a televisão na Internet. O brasileiro é a pessoa que mais acessa Internet no mundo chegando a usar quase 24 horas! É um dado impressionante e mesmo assim, não pára de crescer também a adesão à banda larga e os números de sites, de informações, de notícias, de vídeos, de fotos&#8230; Ufa! E isso favorece a inclusão digital. Segundo Roberto, a classe C é a que mais cresce ao longo dos anos. E ele já defende a idéia de que a novela &#8220;Três Irmãs&#8221; seja usada como uma web novela que permite ser assistida pela televisão. Grandes emissoras norte-americanas como a ABC, NBC e CBS já fazem isso, além de disponibilizar podcasts para o iPod por um custo acessível. E está na hora de emissoras como a Globo, Band e Record embarcarem nesta onda!</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Dia de Mídia</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 05:07:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nicnina</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta quarta-feira assisti a duas palestras que tratavam sobre Mídia.
 
Na primeira, “Fórum de Mídia”, Gleidys Salvanha da W/Brasil falou sobre a importância da mídia, sua evolução, seu share de mercado e da relevância dos meios e da qualificação do profissional que trabalha com a mesma. Depois disso, Alberto Apolinário, do Empório de Mídia, mostrou cases [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">Nesta quarta-feira assisti a duas palestras que tratavam sobre Mídia.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">Na primeira, “Fórum de Mídia”, <span style="color: black;">Gleidys Salvanha da W/Brasil falou sobre a importância da mídia, sua evolução, seu share de mercado e da relevância dos meios e da qualificação do profissional que trabalha com a mesma. Depois disso, Alberto Apolinário, do Empório de Mídia, mostrou cases que utilizaram a mídia como plano principal, fazendo o uso de blogs, sms, entre outras.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">Na segunda, “<strong><span style="font-weight: normal; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;; mso-bidi-font-weight: bold;">Midiagame - Uso de jogos na educação”, os professores da FAAP </span></strong><span style="color: black;">Edison Marzo,</span></span><span style="color: #333333;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">Reginaldo Gomes de Andrade,</span><span style="color: #333333;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">Márcia Pudelko,</span><span style="color: #333333;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">Maria del Mar Valiante e Vanise Mellaci falaram sobre a atitude pioneira da FAAP de introduzir um jogo no ensino superior para facilitar o aprendizado de diversas coisas. O jogo, que inicialmente era voltado apenas para a área de Mídia, foi introduzido na área de Criação também, devido ao seu sucesso.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">Com base em pesquisas e um pouco de conhecimento, o professor Reginaldo Gomes de Andrade criou o jogo, que simula a rotina de administração de uma concessionária de veículos. Com ênfase nas decisões de marketing e propaganda, o jogo tem como objetivo alinhar as áreas de mídia e criação para que, juntas, decidam a estratégia de comunicação. Semana a semana, as equipes criam soluções para os problemas apresentados e são obrigadas a realmente conviver com a situação. Os professores avaliam as ações e atribuem notas baseadas em estudos de mercado que permitem saber se as mesmas seriam eficazes ou não. A partir daí, os alunos competem em grupos e ao final do jogo ficam sabendo o resultado final.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">Ele é benéfico para que o aluno aprenda como definir as verbas de comunicação e mídia, compreenda a importância das pesquisas de mercado, amplie o conhecimento dos diferentes canais de comunicação, exercite a negociação, lide com o trabalho em equipe, e muito mais&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">O jogo tem sido um sucesso e ao final do ano já serão dez turmas que passaram pela experiência. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;">É muito bom saber que a FAAP está aberta a este tipo de experiência que facilita o aprendizado e envolve o aluno na prática. Parabéns a todos os responsáveis.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Lucida Sans Unicode&quot;;"></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Museu do Futebol</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 04:23:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thaisklein</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Poucos tiveram a oportunidade de ir na visita monitorada ao Museu de Futebol, e digo mais: perderam! Foi incrível&#8230; E sabendo das poucas vagas disponíveis, vou detalhar ao máximo a visita!
No hall de entrada encontram-se diversos objetos relacionados ao futebol de diversos colecionadores: há desde barcos com símbolo do São Paulo até camisas antiguíssimas, chaveiros&#8230; Enfim, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Poucos tiveram a oportunidade de ir na visita monitorada ao Museu de Futebol, e digo mais: perderam! Foi incrível&#8230; E sabendo das poucas vagas disponíveis, vou detalhar ao máximo a visita!</p>
<p>No hall de entrada encontram-se diversos objetos relacionados ao futebol de diversos colecionadores: há desde barcos com símbolo do São Paulo até camisas antiguíssimas, chaveiros&#8230; Enfim, tem de tudo um pouco, subindo as paredes do museu, que nos leva para debaixo das arquibancadas do Pacaembu - sem em nenhum momento esconder a real estrutura do lugar. </p>
<p>Não é um museu repleto de troféus, camisas, bolas, chuteiras&#8230; Tanto que os únicos jogadores que receberam uma atenção especial foram Pelé e Garrincha. Além do museu há um auditório que eles disponibilizaram para o Estádio do Pacaembu para coletivas, apresentação de jogadores, enfim&#8230; Para qualquer evento. Deve-se notar que as cadeiras do auditório foram bem pensadas, com cores diversas para representar todas as torcidas e para que nenhuma delas se sentisse menos privilegiada.</p>
<p>O museu se dá em três eixos: Emoção, História e Diversão. O eixo da emoção se inicia com uma sala que possui monitores mostrando uma criança jogando futebol, como uma metáfora de que a todo momento tem uma criança jogando futebol em algum lugar e que uma delas será um futuro jogador profissional. Em outra sala há telas importadas da Espanha que projetam 11 jogadores diferentes, de diferentes épocas e em momentos de jogos, havendo a possibilidade desses jogadores serem trocados com o tempo.</p>
<p>Nessa mesma sala há monitores individuais que você pode escolher uma personalidade do mundo esportivo narrando o melhor jogo de sua vida, sendo que só ouve o som quem estiver embaixo da caixa de som (que se assemelha a uma luminária). E há também a mesma idéia, mas com som ao invés da imagem. E a Sala Exaltação, que finaliza o eixo Emoção, há telas que estão dispostas embaixo da arquibancada (como todo o museu, mas aqui você vê claramente a estrutura) que irão ficar transmitindo imagens das 30 maiores torcidas do Brasil.</p>
<p>Para começar o eixo História, há uma sala repleta de imagens (cerca de 400) antigas retratando a chegada do futebol no Brasil até os anos 20, mostrando quando o esporte deixou de ser apenas da elite e passou a ser popularizado. A sala seguinte é a Sala dos Heróis, que retrata o momento dos anos 30 e 40, com triedros móveis que possuem imagens. Já para os anos 50, há uma sala que representa o rito de passagem: uma sala completamente escura, no áudio há um coração pulsando e Arnaldo Antunes está narrando a derrota do Brasil para o Uruguai - metáfora do silêncio na derrota. Há uma sala destinada às Copas, que possui diversos monitores com imagens que contextualizam a época e os jogos, abordando temas sociais, culturais e políticos.</p>
<p>Para interligar as duas alas do museu foi feita uma passarela - com autorização, já que se trata de um patrimônio histórico tombado. Na outra ala encontra-se o eixo diversão, no qual o museu torna-se ainda mais interativo. Há um salão com inúmeras curiosidades do futebol, desde números como o jogador mais alto, baixo&#8230; frases, regras e definições de jogadas - ótimo para aquelas mulheres que nada entendem sobre as regras, rsss! Nesta mesma sala estão dispostas mesas de pimbolim com todos os esquemas táticos já adotados, e é permitido que os visitantes joguem. E ainda aqui é possível ver o estádio do Pacaembu - vista muito bonita após a reforma. </p>
<p>Quase no final da exposição, há uma pequena arquibancada na qual os visitantes podem assistir um &#8220;filminho&#8221; 3D, na qual terá um jogador que irá se constituindo - eu já sei quem é, você precisa ir até lá para ver.. rsss! -. Há ainda um &#8220;Chute a Gol&#8221; virtual, com a bola e o goleiro virtual e uma torcida projetada, e ainda será possível saber a potência de seu chute e a distância. Ainda com este artifício, terá um campo projetado e uma bola virtual no qual seis pessoas poderão jogar uma partida (3 contra 3). Há também um monitor com imagens <em>slow motion</em> de jogadas de futebol e para finalizar, uma sala em que é transmitido o making-off da construção do Estádio do Pacaembu e do Museu do Futebol, além de maquetes.</p>
<p>Bom, em palavras assim pode não parecer tão legal e duvido que eu tenha conseguido transmitir um mínimo de tudo que lá é apresentado. O museu é fantástico, com uma arquitetura incrível e imagens maravilhosas. A Fundação Roberto Marinho mais uma vez surpreendeu, trouxe para nós brasileiros mais um motivo de orgulho nacional, pois pode ter certeza&#8230; Duvido que em algum país do mundo exista um museu como este, com a união perfeita da emoção, da história e da diversão! Cabe aqui o meu muito obrigado e os meus parabéns&#8230;</p>
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		<title>Prosa e Poesia</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 03:38:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thaisklein</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[O que se pode esperar de uma palestra em que a mesa é conduzida por alguém como Edilamar Galvão e a platéia por pessoas como João Guedes, Luis Felipe Pondé, Ronaldo Entler, Malu Homem, Rubens Fernandes Jr. e dezenas de alunos lotando o auditório?! Bem, eu não tinha dúvidas desde o início&#8230; A palestra foi maravilhosa, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que se pode esperar de uma palestra em que a mesa é conduzida por alguém como Edilamar Galvão e a platéia por pessoas como João Guedes, Luis Felipe Pondé, Ronaldo Entler, Malu Homem, Rubens Fernandes Jr. e dezenas de alunos lotando o auditório?! Bem, eu não tinha dúvidas desde o início&#8230; A palestra foi maravilhosa, muito enriquecedora e com direito a extensão no horário de tanto que entreteu os alunos e professores ali presentes.</p>
<p>Como palestrantes, José Miguel Wisnik e Michel Laub - ambos escritores e algumas coisinhas mais. A discussão se deu a partir das duas formas diferentes de como o Futebol é encontrado nos livros desses dois autores. Michel Laub possui uma visão mais fictícia enquanto Wisnik uma visão mais real, experimental. </p>
<p>Michel Laub escreveu seu livro por causa da sua paixão pelo esporte, partindo quase exclusivamente de sua memória e recorrendo muito pouco à pesquisa (cerca de 5%). Sua maior preocupação foi de fazer uma ficção marcante, que entretesse o leitor - até aquele que não se interessa por futebol - por completo, já que considera que no Brasil há poucas ficções realmente marcantes, sendo esta sua maior dificuldade. Ele não queria usar em seu livro uma linguagem futebolística só porque estava falando de futebol e nem uma linguagem característica de ficções, o que acabou levando o livro à um drama familiar além do tema futebol, &#8220;virando as costas pro jogo&#8221;. </p>
<p>Já Wisnik fez diferente. Ele utilizou o futebol como sua pesquisa de campo ao longo de sua vida e é do tipo daqueles torcedores fanáticos - analisa, assiste, joga e vai ao jogo. O futebol, para ele, desafia você a ter uma relação crítica de fora e de dentro, logo é importante analisar essa visão interna do futebol para todos, pois por mais que você não seja fanático, todos possuem uma relação com ele de qualquer maneira, e em seu livro ele parte desse ponto de vista.</p>
<p>Em determinado ponto da palestra questionou-se o fato da hegemonia do EUA não se dar no quesito esporte. Eu nunca tinha parado para pensar sobre isso e confesso que fiquei surpresa, pois faz muito sentido. Tudo está sob influência dos EUA, mas no esporte não&#8230; Nos EUA o futebol não é o esporte mais querido, é o basquete&#8230; E nem por isso essa situação se repete no mundo, pelo contrário, sabe-se da paixão mundial pelo futebol. No entanto, o livro de Wisnik não aparece como uma apologia ao Brasil, pelo contrário, mostra o futebol como potência e fracasso ao mesmo tempo.</p>
<p>Já na questão futebol como arte, Wisnik comparou futebol com literatura citando o cineasta Pasolini, no qual o esporte pode ser jogado em prosa, com ênfase na defesa, ou em poesia, com ênfase no desejo de ataque e não-linear, que seria o caso do Brasil. E conclui: &#8220;só no futebol o não-gol pode ter uma importância tão grande&#8221;, assim não tem como não ser arte.</p>
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		<title>Um grande Parlapatão</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 03:28:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thaisklein</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Não preciso dizer que Hugo Possolo de Soveral Neto soube conduzir muito bem a palestra feita sobre o &#8220;Riso&#8221;, tanto porque, como ele mesmo disse, o próprio riso diz quando o público está ou não entretido com aquilo que está sendo passado - logo, eu diria, que o público que estava bem entretido. Ainda sobre isso, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não preciso dizer que Hugo Possolo de Soveral Neto soube conduzir muito bem a palestra feita sobre o &#8220;Riso&#8221;, tanto porque, como ele mesmo disse, o próprio riso diz quando o público está ou não entretido com aquilo que está sendo passado - logo, eu diria, que o público que estava bem entretido. Ainda sobre isso, ele falou da diferença daqueles que sabem do que estão rindo e daqueles que riem de tudo, o que acredito que não tenha sido o caso. </p>
<p>Na minha opinião, deve ser extremamente difícil falar para dezenas de jovens inquietos, que você não sabe se estão ali para te ouvir, por obrigação, indicação ou sei lá o quê. Corre-se o risco de você não conseguir conduzir e as pessoas se levantarem, irem embora&#8230; Ou ainda ficarem lá até o final querendo mais e mais - que foi o que aconteceu.</p>
<p>A palestra, muito bem representada pela Profa Vera na mesa, começou com o Parlapatão Hugo falando sobre como começou o grupo, com a saídas nas ruas, na praça da República. E ai veio uma reflexão na minha cabeça de muito o que é discutido em sala&#8230; O individualismo. Ele nos descreveu as primeiras apresentações em público, nas quais as pessoas sequer paravam para olhar e defendeu-se &#8220;você não dialoga sozinho&#8221;, mas será mesmo que esse é o problema?! Eu discordo, acho muito mais do que estar sozinho, o problema não está em você e sim nessa sociedade. Mas enfim, essa discussão rende muito! Rsss! E a partir da impressão do &#8220;sozinho&#8221; veio a idéia de montarem um grupo e por ai começou&#8230;</p>
<p>As apresentações do Grupo Parlapatões são muito mais do que uma mera apresentação de um grupo de teatro, é crítica, revolta, tentativa de evidenciar um mundo cujo qual as pessoas não enxergam. O teatro é visto como uma forma de retroceder, de gerar uma vontade de querer mudar&#8230; e o riso é uma maneira de conduzir o pensamento humano, exercendo poder e medindo-o.</p>
<p>E concluindo sua palestra, o Parlapatão Hugo se colocou contra a idéia de &#8220;arte como produto&#8221;, pois, segundo ele, o produto em si não pode ser desafiador perante uma sociedade, um pensamento ideológico&#8230; Já a arte, o teatro é o contrário disso&#8230; É a forma em si de ir contra isso, de desafiar, questionar, mostrar uma revolta que há por trás de toda uma sociedade! No entanto, muitas pessoas fazem da arte um produto&#8230;</p>
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