Consumo Responsável. Lei ou consciência?

May 25th, 2009 by Ana Lucia Ayroza

A Lei Seca entrou em vigência há algum tempo agora, no entanto, vem dia vai dia surge uma reportagem de como as pessoas não a respeitam, qual bairro a ignora mais, e novas estatísticas.

No mundo inteiro, muitas leis, códigos e diretrizes existem com o intuito de garantir que a produção, o marketing, as vendas e promoções apresentem os produtos, mas que ressalte consumo responsável sem encorajar o consumo excessivo.

O monitoramento de propagandas, marketing, promoção e vendas são relacionados principalmente à proteção de crianças e menores, regulamentada por lei e organizações ligadas à comunicação e publicidade.

Uma empresa de bebidas, da área de entretenimento, restaurantes, boates, hotéis ou de qualquer maneira relacionada ao consumo de bebidas alcoólicas deve ser responsável com a sociedade e seus públicos. Elas podem e devem ajudar a garantir o consumo moderado, reduzindo os males sociais e a saúde.

Para atingir este propósito, a empresa por meio do profissional de Relações Públicas, deve utilizar-se dos veículos de comunicação dirigida, ou seja, dispor de mecanismos mais aptos, mais diretos e mais econômicos para alcançar os públicos identificados e cumprir com seu objetivo. Nesta linha de pensamento, a comunicação dirigida apresenta-se visível e inconteste na ida e volta das informações, como o mecanismo ou instrumental a ser acionado, para estabelecer e manter compreensão mútua entre os interessados: de um lado, o público formado e, de outro, a organização pública ou privada. Com estas observações, pode-se afirmar que a eficácia das relações públicas está na dependência do uso adequado de um sistema de comunicação. De nada valerá o esforço do profissional se a troca de informações estiver em desarmonia com a realidade de fatos, idéias e opiniões.

Já percebemos que impor uma lei nem sempre é completamente eficaz. O que o RP pode fazer é ressaltar e trabalhar os benefícios do consumo responsável, mobilizar ações individuais e de grupos que se apóiem com uma preocupação maior pelo ambiente em que vivem. Quando o consumo é exagerado, não é a vida apenas de quem bebeu que está em jogo, mas de todos ao seu redor também.

É difícil mudar comportamentos, principalmente quando se trata de indivíduos isolados; mas nosso papel aqui é, e deve ser maior do que apenas enviar notas a imprensa. A vida de muitos estão em jogo.

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Sustentabilidade Natura

May 24th, 2009 by Thais Cortoni

“Sustentabilidade é a capacidade de criar, produzir e/ou consumir, afim de suprir as necessidades da geração presente, de forma a não causar impactos negativos ao seu redor – planeta e pessoas. Assim, garantimos que as futuras gerações possam também suprir as suas necessidades.
Sustentabilidade também é aproveitar da melhor forma os recursos naturais, sem correr o risco de esgotá-los.”

A Natura foi fundada em 1969, e desde essa época a empresa de cosméticos tem como estratégia fazer vendas diretas, baseada nas relações humanas. A partir da década de 90 surge a idéia desenvolvimento sustentável e compromisso social como base. Desde 2001 a empresa realiza a administração focada em três pilares: social, ambiental e econômico

Para eles, uma empresa deve buscar aperfeiçoamento, qualidade das relações, ter comprometimento empresarial ético, produtos inovadores, sem perder a qualidade. E na Natura, crenças sem conceitos não fazem parte dos produtos.

A empresa possui programas como carbono neutro, que visa eliminar os poluentes. Em seus compostos, utiliza produtos orgânicos e vegetais. Os negócios são voltados para sustentabilidade, assim a empresa busca resultado econômico, social e ambiental.

A filosofia da empresa é desenvolver produtos para o bem-estar, na relação harmoniosa individual, e estar bem, nas relações com os outros e com o mundo. Em média, é lançado um produto a cada dois dias e meio.

A Natura, que desde o início teve preocupação ambiental. Além do trabalho nas comunidades, uso de produtos brasileiros, até o fato de cancelar um produto por ser contra a ‘ideologia’.

Um desafio futuro é recolher as embalagens utilizadas, mesmo as de refil, que a empresa foi a pioneira em implantar. Para famílias e comunidades onde são cultivadas as matérias-primas, há incentivo à educação e cuidados com a natureza.

Qualidade de vida no trabalho – A quem cabe planejar?

May 22nd, 2009 by Alexandre de Jesus

Ao ler a matéria veiculada pela revista proteção (maio/09), pude deparar-me com o assunto sobre Qualidade de Vida no Trabalho, a quem cabe planejar?

Nesta matéria José Vieira Leite, professor, pesquisador e Doutor em Ciências Humanas (PUC-Rio), falas sobre concepção das idéias e execução das tarefas devem andar juntas nas empresas. Ai que entra o papel das relações públicas, pois, o planejamento estratégico não ocorre do nada. Ele acontece nas organizações num contexto socioambiental e sociocultural amplo e complexo.

O planejamento estratégico normalmente realizado pelas organizações é, em geral, a melhor fonte e o melhor ponto de partida para um planejamento de relações públicas com vistas a excelência e à eficácia da comunicação nas organizações, pois, é possível fazer uma análise ambiental externa, setorial ou de tarefa interna, chegando-se a um diagnóstico organizacional capaz de indicar pontos fortes e pontos fracos, bem como riscos de acidente e doenças do trabalho, ou seja, traçar um perfil da organização no contexto econômico, político e social, visando reduzir ocorrências de riscos a partir da análise de cenários e das oportunidades e ameaças advindas do macro ambiente.

Qualidade de vida no trabalho
A quem cabe planejar?
Concepção das idéias e execução das tarefas deve andar junta nas empresas

Você já parou para pensar se planejamento estratégico faz sentido? Ainda não? Tudo bem. Saiba que você não é diferente da imensa maior parcela de todos nós. Sendo assim, vamos, em poucas linhas, tentar pensar juntos.
Existe planejamento que não seja estratégico? Ou, dito de outro modo, planejar não é, em sim mesmo, um ato estratégico, seja qual for à magnitude humana em que se encontre localizado (isso valendo do planejar a compra de um pão para mitigar a própria fomo ao planejar a fundação do Banco Grameen para mitigar a fome de milhões de seres humanos)? Pensemos juntos ainda um pouco mais. Existe algo estratégico que não seja produto de planejamento?
Por que, então, a expressão planejamento estratégico, uma tautologia – Vício de linguagem que consiste em dizer, por formas diversas, a mesma coisa – é tão amplamente utilizada, na atualidade, para dar nome a um dos momentos mais significativos da gestão organizacional?
Os motivos são muitos. Vejamos um deles, o que ajuda a compreender esse modismo.

SEPARAÇÃO
Atualmente, a vertente deste enfoque de planejamento que permeia discursos e invade as salas de gestores e dirigentes, filia-se, a rigor, a um determinado modelo dominante nas organizações. Tal modelo, mantenedor da proposição central da Escola de Administração Científica, formulada por Taylor, tem na radical separação entre concepção e execução o seu principal pilar conceitual de sustentação.
Ora, na ótica taylorista, tanto o universo do planejamento quanto o terreno do estratégico – que se situam na esfera da concepção – encontram-se reservados para um número extremamente restrito de destacados dirigentes.
Neste cenário, resta para a grande massa dos dirigidos organizacionais a mera execução do que foi adrede mente concebido pelos que têm poder de decisão e participam do planejamento estratégico da empresa. Planejamento estratégico, nesta acepção, revela-se expressão adequada de delimitação de espaços de atuação dos atores sociais da produção.

INDICADORES
O grand canyon existente entre os que pensam e os que executam nas organizações está na origem das mazelas organizacionais de nossa época: absenteísmo crônico; incidências de acidentes de trabalho; doenças ocupacionais; aposentadorias precoces…para ficar em alguns indicadores eloqüentes. Desta forma, a tão propalada Qualidade de Vida no Trabalho fica comprometida e situa-se no território dos desejos. Posto que em muitas empresas o lugar da concepção – planejamento estratégico – é território de poucos e o território da execução é terra da maioria, torna-se compreensível, por exemplo, por que o Brasil gasta, anualmente, em torno de 12 bilhões de reais com as conseqüências das doenças do trabalho.
Excluir alguém do processo de concepção significa antes tudo, impedir o exercício da criatividade humana. Não poder criar significa relegar o homem a uma existência infra-humana, aquém de suas possibilidades, conforme sustentam pensadores como Adorno, Arendt, Weil.
Em outras palavras, a co-criação do mundo é concisão necessária, essencial mesmo, da finalidade existencial do ser humano. O incremento positivo da QVT passa, portanto, imperativamente, pela ampliação da participação de quem trabalha na concepção de seu trabalho. Menos Taylor, por certo, é mais QVT. Que assim seja!

Texto de José Vieira Leite
Revista Proteção – 209 maio/09

RP NO PALCO

May 21st, 2009 by Flávia Nemoto

Quem nos faz percorrer o caminho da faculdade de RP aos palcos de grandes musicais é Bia Camara, 29 anos, formada em Relações Públicas, na FAAP em julho de 2005.

Entrevistei Bia na última terça-feira, na escola onde fazemos aulas de teatro-musical e dança. Para dizer a verdade, não tenho muitas lembranças de como foi esse dia, mas posso dizer que foi um prazer conversar e me inspirar com essa entrevista.

Descobri na Bia uma profissional apaixonada. O que dizer? É artista e sensível. Fez o que estou fazendo. E faz o que eu quero fazer. Elo entre todas as coisas.

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Por Relações Públicas? Adorava me envolver com eventos, desde pequenininha sempre fui representante de sala, sempre gostei de organizar: festa junina, rifas; eu adorava! Então, achei que RP tinha um pouco da minha cara, era o que eu gostava de fazer, resumindo, fui motivada por essa área de evento. E aí, lógico, todo mundo quando chega na faculdade de RP se surpreende com a dimensão das coisas que o profissional pode e deve fazer – comigo não foi diferente!

A grade curricular: disciplinas específicas e humanidades- As matérias específicas ajudam muito, porque a gente entra com um conceito na faculdade e de repente o conceito se amplifica muito e direciona o aluno para entender o que realmente o profissional de RP faz. Ou seja, essas matérias ajudam a esclarecer as dúvidas, pois juntam o que já existe em nós com as interfaces do conceito e de sua aplicação. Já as humanidades fazem muita diferença para quando profissional for lidar com o mercado dinâmico, pois não adianta saber tudo de Relações Públicas se o repertório limitar-se a isso. Ser RP exige formação humanista, para melhor relacionar-se com seus públicos e por isso a grade de humanidades é importante e contribui muito para se compor sensibilidade – o profissional de RP precisa ser sensível e saber usar a empatia – que junto aos conceitos específicos, levam a profissão para frente. Confesso que a gente acaba usando tudo! Por isso, acho que o curso de RP da FAAP está muito bem estruturado e consegue proporcionar informações de uma gama geral que permite aplicar tudo aquilo que se aprende.

Uma artista RP – O artista em geral, mas principalmente no meio do teatro trabalha com a própria imagem o tempo inteiro. Porque você precisa saber se colocar, saber se posicionar, saber a hora de falar ou de não falar, saber a hora de agir e de não agir, saber quando é preciso ir para frente. Dessa forma, a minha formação em Relações Públicas me ajuda a administrar a minha imagem; é como se eu fosse uma empresa e eu mesma me administrasse. Então, RP faz parte de quem eu sou o tempo inteiro e não só na profissão de atriz, mas o tempo todo mesmo, pois me deu uma noção, um senso crítico e um senso de humanidade para saber a lidar com as pessoas. Eu sempre tive isso desde pequena, sempre gostei de ajudar, mas eu acho que a faculdade me permitiu fazer a coisa de uma forma mais ética ainda, da forma mais justa que eu posso. Portanto, a contribuição da faculdade, eu acredito, é a consciência do pensamento crítico e ético.

RP na sociedade e nas organizações – faz diferença? TODA!!! (risos) TODA A DIFERENÇA!!! É complicado, porque nem empresas, nem a sociedade reconhecem ainda o valor do profissional de Relações Públicas. E é uma pena que eles ainda não acordaram para isso, pois o pensamento do RP pode mudar completamente a empresa e a sociedade com conceitos que eu já citei, como ética, justiça etc. RP é fundamental.

Relações Públicas é uma filosofia? Absolutamente. Concordo muito: a faculdade me transformou como pessoa – tudo que eu aprendi, os conceitos de RP, de ética, de justiça, de comunicação, de relacionamento, eles fazem parte de mim. É uma filosofia que ficou na minha cabeça e que eu aplico todos os dias, na minha profissão, com o meu marido, com os meus cachorros, é a minha filosofia. É claro que, na faculdade você vai receber várias informações e as que fizerem mais sentido, vão ficar mais tempo com você. A gente tende a absorver as informações com as quais mais nos identificamos e a partir delas criamos nossa própria filosofia. Hoje, a minha filosofia é embasada totalmente na minha faculdade de RP.

RP é: Relacionamento. Elo entre todas as coisas.

Campanhas on-line e a interação com o usuário

May 19th, 2009 by Fernando Romano

Vejo cada vez mais por aí na internet, sites megaproduzidos e requintados que permitem uma maior interação entre a marca/produto e seus navegantes. Parece que finalmente as campanhas on-line estão recebendo os investimentos que merecem. Como resultado deste avanço, vemos campanhas, sites e ações com produção e estrutura de cinema.

Destaque para campanha on-line da nova TV da Phillips, a Phillips Cinema, foi ao ar recentemente e em pouco tempo se espalhou e rendeu milhares de comentários. E não foi por menos. O investimento foi pesado, contou com mais de 100 pessoas envolvidas, 3 dias de filmagem, guindastes, carros, instalações e mais 5 semanas de pós produção. O trabalho final é “coisa de cinema”. Um curta interativo no qual o usuário decide a sequência das cenas que quer ver e pode, se quiser, ser interrompido pelos produtores do filme, que explicam como atingir o melhor resultado nas filmagens. Se não fosse pelo making-of, liberado pela Phillips posteriormente, ficaria muito curioso em saber como tudo aquilo foi feito. Nota mil para a modesta equipe da Tribal DDB Amsterdam e para a Stink Digital, sempre surpreendendo.

Outra fabricante de TV, que apostou em ação on-line, nesta ocasião destinada aos brasileiros, foi a LG. O site osremotos.com.br que está no ar desde o dia 12 de maio, desmistifica a TV digital para os consumidores, explicando os benefícios da alta definição de forma interativa e dinâmica. De fato gostei bastante da campanha pois ela facilmente captou a minha atenção e tirou diversas dúvidas da minha cabeça. A ação também inclui o Blog da Vó Lurdes.

Um terceiro trabalho que apareceu nos últimos dias, também realizado pela Tribal DDB, desta vez pela equipe de Londres, foi o GTI Project da Volkswagen. Com o intuito de ajudar no lançamento do Golf GTI 2010, o site traz o usuário para dentro de uma miniatura do novo Golf e o encoraja a pilotar a máquina em um circuito de autoramas. Os melhores tempos entram para a lista dos recordes. Os gráficos e as animações do site são perfeitas, te faz pensar que você está dentro de um laboratório da Volks. Realmente me envolvi com o game e até disputei com amigos para ver quem fazia o melhor tempo.

A cada dia, novos sites com designs e recursos diferentes surgem. E no meio de tanta coisa, precisamos saber identificar o que possa virar tendência, e o que venha a tornar as páginas da web mais interativas para a conquista da audiência de seus públicos.

Artigo: Relações Públicas na era digital

May 19th, 2009 by Carla Pestana

No começo era apenas a propaganda. O simples fato de fazer alguma ação que remetesse a divulgar a sua marca já deixava muitos concorrentes para trás. A divulgação boca a boca foi apenas o começo do que hoje pode ser considerada uma vertente de mercado que gera lucros e empregos no mundo todo.

Clemente Nóbrega nos da uma visão do porque o Relações Públicas é o profissional que pode passar por todas as mudanças do mercado de comunicação sem ter um prazo de validade.

Segundo o autor, a partir do momento em que a comunicação se tornou algo de acesso público e fácil, a propaganda começou a ver que podia ser algo perecível. O exemplo citado por ele é a propaganda sem publicidade do Ipod no Brasil, que se disseminou como novidade pela internet, e quando chegou ao pais já era uma febre.

O que as empresas precisam hoje é de ações a longo prazo. O Relações Públicas é o profissional do longo prazo. Pesquisas demonstram que é muito mais barato fidelizar um cliente antigo do que conquistar um novo (provando mais uma vez que a idéia do autor sobre o fim da propaganda pode ser verdade).

Porém existem produtos e serviços novos surgindo a cada dia para atender as demandas cada vez maiores de um público cada vez mais exigente. Essa característica da modernidade contradiz a idéia de que a propaganda possa se tornar algo obsoleto.

O que existe é a necessidade de uma comunicação integrada, aonde o profissional de publicidade trabalha em conjunto com Relações Públicas e vice versa. Assim como o futuro da tecnologia é a convergência o futuro da comunicação também é.

Para ver o artigo na íntegra, clique aqui: ÉPOCA NEGÓCIOS

Horizonte RP

May 19th, 2009 by Marcelo Barbeto

O Horizonte R.P é um site focado para todos os jovens que cursam Relações Publicas de Minas Gerais que postam dúvidas, acontecimentos, e o que acham da profissão que todos dizem ser a “profissão do futuro” etc.

O site tem vários links onde você pode ver (ou postar se você for cadastrado) fotos de eventos que você participou, congressos, festas e por aí vai, cases que você acha interessante dividir com os outros profissionais, vídeos, os próprios eventos em si, onde dá para ver, qual será o próximo e se você pode participar e outros blogs relacionados a Relações Publicas também.

Na página principal tem uma área reservada que é o Destaque, onde você pode ver o que esta rolando de interessante nessa semana relacionado a R.P .

É como se fosse um Orkut (que já tem comunidade destinada para quem gosta do site) ou um Facebook, só que de Relações Publicas, pois quando uma vez que cadastrado no site, a pessoa faz sua própria pagina onde ela pode adicionar amigos pelo link membros, e cada membro novo no site, aparece na página inicial quais foram os últimos a entrarem.

O site é muito interessante e já tem mais de 60 participantes registrados, mais os que entram só para ver o que está acontecendo, ou se tem alguma vaga de estágio, que apesar de ser de Minas Gerais, e um pouco mais focados para o jovens de lá, eles falam sobre Relações Publicas de todo o Brasil, dando dicas para os profissionais de todos os estados, então é um site que vale a pena conferir.

You Tube, Creative Commons e o futuro das mídias digitais

May 19th, 2009 by Juliana Prestes

 

A grande questão da comunicação atual é qual o futuro da propaganda e da mídia. Com a disseminação de comunicação acessível provocada pela internet, qualquer pessoa passa de mero espectador a provedor de conteúdo em um simples click.

 

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Um exemplo muito controverso disso é o You Tube. O site mundialmente famoso reúne as características do que poderia ser considerada uma mídia perfeita: alto alcance, gratuita, de fácil acesso, que reúne som e imagem, e que ainda torna possível reunir as opiniões de seus usuários.

Porem, algumas outras questões importantes permeiam as principais duvidas sobre o consumidor/produtor. Como defender direitos autorais em um domínio considerado público? Como ter certeza de que as informações veiculadas ali são verdadeiras? Ou pior, como saber se foram realmente veiculadas por uma determinada empresa ou se são apenas imitações e brincadeiras de mal gosto?

O Creative Commons procura dar uma luz ao obscuro mundo das leis da  internet. Através do site, é possível encontrar modelos de parceria que delimitam o uso de conteúdos veiculados na internet a partir de certas determinações como o uso não comercial dos materiais em questão e a obrigação da citação do autor e do meio usado como fonte. 

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Acredita-se que o futuro (próximo, acredita-se ) seja completamente digital e convergente. Mas como tudo que é novo, precisa de uma base sólida, regida por leis e por usuários educados a usar aquele meio, para que possam ser não só espectadores do absurdo, mas protetores de direitos. 

Planejamento estratégico? Sim. Do corpo e da alma.

May 19th, 2009 by Marina Salles

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Vale a pena conferir o blog  www.estagiaridade.com, escrito por um publicitário que decidiu trabalhar com planejamento. Rafael Amaral escolheu esse nome para o blog pois acredita que o “estágio” deve ser constante. Para quem está começando agora ou para quem já tem bastante tempo de estrada.
 Para quem pensa em trabalhar com planejamento estratégico deve conferir o post chamado Futuro planner de sucesso: Planner precisa de planejamento “Futuro planner de sucesso: Planner precisa de planejamento.”
O publicitário explica que a vida de um planner precisa de muito esforço, força de vontade e coração sempre fulltime. As pessoas só pensam em trabalhar e trabalhar sem parar,sempre pensando em se superar e surpreender os outros. Porém, acabam se esquecendo de administrar  o item principal: a superação do tempo. Esse tipo de superação que mostrará quem realmente é um verdadeiro planner de sucesso. Um planner mentalmente e fisicamente saudável.
Sem otimismo e atitude positiva não dá para ter uma carreira feliz, que no fundo é o que todas as pessoas desejam ter. Ou seja, qualquer tipo de profissão que você tenha, qualquer área, setor, ramo que você atue, saiba que planejar o tempo é crucial, cada um no seu ritmo, mas sempre mantendo um controle mental.
Esse vencedor que fará a diferença entre o job bem feito entregue no prazo e as horas de sono dele, que, pouquíssimas pessoas sabem que existem essas preciosas horas de sono.
Nós, Relações Públicas precisamos bem compreender e adequar essas habilidades do que está por trás do resultado profissional e na vida. Além disso, precisamos sim mostrar como trabalhar nesse ramo com sucesso usando todas nossas estratégias mas, conseguindo mostrar também o quanto é importante usar o tempo adequadamente, usando  o planejamento mental.

O Marketing Viral é eficaz?

May 19th, 2009 by Carolina Luco

O marketing viral e a publicidade viral referem-se a técnicas de marketing que tentam explorar redes sociais pré-existentes para produzir aumentos exponenciais em conhecimento de marca, com processos similares a extensão de uma epidemia.

A notícia que resgatei por meio de blogs de publicidade falam de um estudo da Jupiter Research. Segundo o relatório, o marketing viral tem-se mostrado pouco eficaz porque não atinge a audiência vasta que os marqueteiros esperavam. O problema não está na campanha, mas na forma que ela é usada. Para campanha ser bem sucedida é necessário que o público alvo seja bem definido e não é preciso exagerar no contato com os líderes de opinião.

Na campanha abaixo que serve de exemplo para o assunto debatido é um case da RAY BAN, “Never Hide” tem como objetivo, em todas as suas formas, retratar homens e mulheres jovens vivendo o seu dia-a-dia com autenticidade, tendo a coragem de se expressarem com individualidade, tentando mostrar que não existe nada mais fashion do que ser você mesmo, sem se esconder.

Massive yarn ball rolls through San Francisco

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O Relações Publicas pode ajudar ao seu cliente a não se deixar levar apenas pela boa imagem que a empresa vai passar ao criar um viral de sucesso. Um dos princípios para uma imagem online positiva é a transparência. é mais seguro assumir claramente todas as nossas facetas, do que tentar esconder algo. A web deve ser suma extensão daquilo que faz e aplica no dia a dia da empresa ou organização. E chave de tudo isso está na forma como transmitimos nossas e ideias e nos manifestamos perante possíveis problemas ou crises que ocorrem ocasionalmente.

Twitter, Orkut, Facebook, MySpace, Meme, Linkdin, Flickr, Digg, Ning, YouTube, Last.FM, blogs, etc e tal. ? Será que precisamos estar presentes em tudo ao mesmo tempo?

Dois filmes que todo RP deve assistir

May 19th, 2009 by Marina Waldvogel

Existem dois filmes que recomendo para quem esta cursando Relações Públicas o primeiro é:

Erin Brockovich, uma mulher de talento.

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O filme que tem Julia Roberts como atriz principal, retrata a vida de uma mulher que nunca estudou, sem paciência, brega, solteira, tem três filhos, e esta à busca de um emprego. Um sub emprego de arquivista, foi o que ela consegue em um escritório de advocacia. Iniciando então sua intriga com a presença de laudos médicos numa questão patrimonial, em uma organização de utilidade pública. A empresa PG&E, não esta muito preocupada com a saúde e a seguraça da população que vive próxima à suas instalações,  escondendo ainda o problema da opinião pública.

A partir deste cenário o filme inicia, e podemos perceber as atividades de Relações Públicas, conectadas nas atitudes de Eri (Julia Roberts). A protagonista, trabalha juntamente com os moradores da cidade (público) para que a situação se reverta. Para isso, ela tem que conquistar a confiança e conhecer bem essas pessoas. Para isso é interessante notar como as estratégias que ela utiliza para chegar ao seu objetivo. Sempre sendo muito sincera, e lutando para que essa injustiça seja solucionada.

O segundo filme:

Obrigado por Fumar

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O filme, retrata a vida de um profissional de Relações Públicas do Conglomerados da Tabaqueiras Americanas, Nick Nailor (Aaron Eckhart). Para isso, ele tem como uma difícil função, colocar na cabeça das pessoas que a sensação de fumar é muito boa, e que os problemas causados não são tão relevantes. Por ora, os Vigilantes da saúde que querem banir o consumo de cigarros e o senador oportunista que quer colocar rótulos de veneno nas embalagens, desafia o porta-voz das principais empresas de cigarro, em uma entrevista na televisão.

Nick, como um RP, necessita de uma argumentação precisa para que assim possa lidar com as dificuldades encontradas em seu trabalho. Muitas vezes, pode se notar no filme, que é necessário abrir mão de seus princípios para defender a indústria de cigarro.

O filme, é muito interessante pois mostra a grosso modo, como um profissional de RP deve agir, fazer e saber.

Assistam o trailer:

http://cinema.sapo.pt/filme/thank-you-for-smoking/video/aTBUIjahVzR2f7NPQFAb

Aterro sanitário

May 19th, 2009 by julia lima

Aterro SanitárioEsta segunda-feira, dia 19 de maio, tive a oportunidade de conhecer o aterro sanitário de Paulínia. O aterro foi criado e é mantido pela Estre Ambiental, que foi fundada em 1999, e busca trabalhar soluções para o gerenciamento ambiental consciente.

A empresa além de manter o aterro sanitário, faz a remediação de áreas degradadas e triagem e recilagem do lixo. O aterro recebe o lixo de toda a região, e ainda criou uma cooperativa para as cidades que fazem coleta seletiva do lixo. 

O Estre oferece ainda visitas educativas para crianças e jovens de todas as idades. Eles tem monitores à disposição, e um espaço especial para as visitas com cinema, brinquedoteca, maquete e ônibus para o percursso.

Na visita, os monitores contam como é a decomposição do lixo, e o que é necessário para que os gases e líquidos poluentes  não contaminem a região. Ainda, todo o entorno do aterro é reflorestado e monitorado pelo Estre.

 Além destas visitas serem educativas para as escolas da região e de São Paulo, acredito que esta ação da Estre demonstre um trabalho de Relações Públicas elaborado e efetivo. Sai da visita com uma impressão muito boa da Instituição e com diversas idéias na cabeça, o trabalho que eles realizam no aterro é muito bacana, cobram pelo serviço devido a alta tecnologia que utilizam para armazenar o lixo, mas também melhoram o entorno em que estão inseridos e se mostram muito transparentes e coerentes no seu trabalho.

Vale a pena visitar o local, o aterro está sendo ampliado e terá ainda tempo estimado de uso de 15 anos. Eles recebem diariamente 5.000 toneladas de lixo e funcionam 24 horas por dia. Para agendar visitas o telefone para contato é (19) 3984-9244.

www.estre.com.br

Palestras de divulgação da CONRERP

May 19th, 2009 by Danielle Murari

A CONRERP, conselho regional de profissionais de relações públicas, visando divulgar um pouco mais sobre sua função no mercado e esclarecer dúvidas sobre o que é Relações Públicas, desenvolveram um projeto de esclarecimento.
Todas as semanas alguns profissionais comparecem em faculdades e explicam para os alunos de Relações Públicas um pouco sobre a função da CONRERP e os benefícios que ela oferece ao profissional, além de esclarecer dúvidas sobre o mercado de trabalho, a profissão etc.
A CONRERP também está realizando palestras em escolas para alunos que estão próximos da formatura, pois muitos não têm conhecimento sobre a profissão e nem de sua forte presença no mercado atual, e com esse esclarecimento com certeza o número de pessoas interessadas no curso irá aumentar representativamente.
Para mais informações sobre os locais, palestras e outros projetos da CONRERP é só acessar o site oficial http://www.conrerprssc.org.br/crprssc/ todos podem entrar em contato direto pelo site enviando perguntas e possíveis dúvidas.

Relações Públicas de Resultados

May 19th, 2009 by Nina Smith

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O livro “Obtendo resultados com Relações Públicas” é uma coletânea de textos organizados pela Profa. Margarida Maria Krohling Kunsch. Passando por textos importantes de mais de vinte autores, reconhecidos profissionais da área de comunicação e Relações Públicas, o livro aborda questões da prática de Relações públicas e como esse trabalho pode ser utilizado por estudantes e profissionais que buscam resultados efetivos nos seus projetos.

Divididos em três partes, os capítulos seguem uma ordem lógica e funcional. A leitura é ao mesmo tempo didática e leve, funcionando como um guia.Em seu capitulo específico, o profissional Ricardo Eduarte, Diretor da Sine Qua Non Serviços de Comunicação aborda o tema “Relações Públicas de Resultados”.

Ricardo começa o seu texto com uma análise dos efeitos da entrada de produtos estrangeiros no Brasil. Para o autor, Relações Públicas é uma ferramenta fundamental de reação das indústrias brasileiras. As empresas brasileiras devem “pensar grande” para que a concorrência com as multinacionais seja possível. Não se pode negar, que o desenvolvimento de infra-estrutura apropriada também é fator decisivo para o crescimento das industrias. O autor ainda ressalta que caso estes processos não ocorram o Brasil pode voltar a ser um mero exportador de matéria prima.

A ferramenta de Relações Públicas tem papel fundamental na medida em que deve assumir-se como instrumento administrativo capaz de ajudar ainda mais a empresa nacional a superar seus problemas em todos os seus públicos. O profissional de Relações Públicas tem olhar crítico da capacidade do elemento humano de todos os escalões de hierarquia da empresa envolvendo-se ainda em ações para família de funcionários, fornecedores, imprensa, sociedade, etc.

Para obter resultados em suas ações, o profissional de Relações Públicas utiliza do seu conhecimento a cerca dos objetivos da empresa e realiza atividades de pesquisa fundamentais para o planejamento das ações. As ações do profissional de resultado em relações públicas têm especial atenção aos públicos da organização e vai além da separação entre público externo e público interno. É preciso atentar que dentro público externo existem diversos públicos com características completamente distintas e que, ainda assim, são de grande importância para a organização. O público interno é de grande importância, pois é a partir deles que a empresa vai crescer e cumprir sua missão. Como exemplo de ferramenta eficiente de comunicação interna o jornal interno se destaca como importante ferramenta difundir políticas internas e revelar valores profissionais e humanos próprios da organização. O informativo tem o poder de formar consciência dos empregados por oferecer informações mais qualificadas da empresa.

Relações Públicas de resultado é sem dúvida uma tendência certeira num mercado que precisa fazer valer os seus custos e mostrar soluções. O profissional de Relações Públicas deve ser capaz de comprovar as eficiências de seus esforços e ações para valorização não só da organização mas também da profissão de Relações Públicas

VOCÊ REALMENTE SABE ATÉ ONDE AS RELAÇÕES PÚBLICAS E O MARKETING SE RELACIONAM?

May 19th, 2009 by Katia Meireles

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Já sabemos que os relações públicas estão presentes nas organizações trabalhando com variadas nomenclaturas que não a oficial e em diversas áreas da Comunicação e da Administração, inclusive no ramo de Marketing, talvez um dos setores mais intrinsecamente ligados à atividade. Este é o tema do livro Relações Públicas e Marketing: Convergência entre Comunicação e Administração, de Manoel Marcondes Machado Neto.

Lançado em novembro do ano passado, a obra é o resultado de reflexões surgidas ao longo de mais de trinta anos da experiência do autor, dos quais mais de duas décadas na atuação no mercado e atividade de ensino e pesquisa na Faculdade de Comunicação Social da UERJ e em outras instituições acadêmicas. Ele afirma que as Relações Públicas são responsáveis pela maior (e melhor) integração possível entre as organizações e seus públicos e que, por esse motivo, é preciso fazer uma reengenharia dos cursos de Comunicação Social.

A obra, que possui 344 páginas, é didática e precisa, tendo seus capítulos independentes e voltados para temas indispensáveis para aqueles que querem entender o atual ambiente de negócios e, principalmente, o papel da comunicação no contexto organizacional. Para tanto, Marcondes busca oferecer uma ampla visão do campo da Administração e analisar os conceitos relacionados ao Marketing e às Relações Públicas, entre eles, a cibernética e a indústria cultural. Além disso, Relações Públicas e Marketing: Convergência entre Comunicação e Administração traz mais de 200 verbetes e também ilustrações com quadros e planilhas.

Levando em consideração que todo e qualquer profissional não trabalha em um “universo fechado”, dependendo do trabalho e perpectivas de outras áreas do conhecimento, obras que exploram essa interdisciplinaridade são sempre bem-vindas, principalmente para nós, aprendizes.

Natura e a Responsabilidade Social

May 19th, 2009 by Thais Cortoni

 

 

 

 

“Responsabilidade Social diz respeito ao cumprimento dos deveres e obrigações dos indivíduos e empresas para com a sociedade em geral.”

A responsabilidade social se apresenta como um tema cada vez mais importante no comportamento das organizações, exercendo impactos nos objetivos, estratégias e no próprio significado da empresa.

A responsabilidade social praticada pela empresa Natura confronta a relação entre indústria, ambiente e consumidores, com seus impactos e benefícios. Há um crescente aumento de ações com seu meio, proporcional ao seu crescimento financeiro. São relacionadas ações e projetos de responsabilidade social em parceria com instituições e os resultados de cada um dos projetos. Destacam-se ações para aumento da qualidade de vida, da educação pública e para fabricação de produtos com ativos da biodiversidade brasileira extraídos de forma sustentável.

Há cerca de três anos, as bulas dos produtos Natura vêm sendo produzidas na gráfica da Laramara, entidade de apoio a deficientes visuais. Os serviços prestados pela gráfica são uma das fontes de receita da associação. Em 2000, a empresa iniciou o programa de certificação de ativos florestais em algumas regiões da Amazônia, da mata Atlântica, dos campos do sul e do cerrado. O objetivo é selecionar, como fornecedores, comunidades que cultivam e extraem de maneira ambientalmente correta espécies da biodiversidade brasileira. O programa inclui não só a verificação das condições atuais de cultivo e extração como também a capacitação dos produtores para que eles aprendam a trabalhar de maneira economicamente sustentável. O fator decisivo para a escolha da gráfica Laramara foi a oportunidade de gerar receita para um fornecedor que apóia uma parcela da população que enfrenta mais barreiras para se inserir no mercado.

O objetivo de inserir o conceito de responsabilidade social no dia-a-dia da empresa não significa que a Natura tenha interrompido seus investimentos em projetos sociais, a empresa investiu 4,5 milhões de reais em programas que vão de oficinas culturais para jovens carentes.

Desde 1995 a Natura dispõe de funcionários e de recursos financeiros exclusivos para suas iniciativas de responsabilidade social.

 

Cannes aqui vamos nós!

May 14th, 2009 by Ana Lucia Ayroza

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Quem diria? Nosso dia chegou. O Festival de Cannes traz esse ano, a primeira premiação de PR Lions.

Serão prêmios divididos nas seguintes categorias:

* Melhor uso da internet, mídia digital e mídia social;

*melhor uso de eventos ao vivo e/ou apoio de celebridades;

*melhor uso de patrocínio;

*melhor lançamento ou re-lançamento;

*melhor campanha integrada;

*melhor campanha internacional.

Os prêmios serão julgados nos critérios criatividade, estratégia, originalidade, execução e resultados.

Para ter o trabalho na disputa pelo prêmio dever-se-ia pagar €380,00 pela inscrição. Além disso, vários pré-requisitos foram estabelecidos; um deles era que todas as ações deveriam ter sido criadas e executadas entre 1º de março de 2008 e 30 de abril de 2009.

O Júri conta com 16 profissionais de Relações Públicas do mundo todo, e os vencedores serão apresentados no dia 22 de Junho de 2009.

É muito satisfatório ver que nossa profissão está cada vez mais valorizada.

Em alguns países, como nos Estados Unidos, toda empresa séria conta com um profissional de Relações Públicas, todos sabem o que somos e o que fazemos. No entanto, aqui no Brasil infelizmente isso ainda não acontece… Mas, isso está mudando.

Talvez, essa categoria nova de Cannes tenha surgido pelo final reconhecimento de quem mais nos importa, o mercado. Quem sabe a nossa presença no Festival de Cannes comece a nos pôr no mapa de empresas e públicos que ainda não conhecem a profissão direito, ou que ainda não enxergam o valor e a diferença que um bom profissional de Relações Públicas faz em uma empresa. Afinal, o festival de Cannes é reconhecido no mundo todo pela qualidade de seus trabalhos e pela repercussão que ele traz a qualquer peça exposta.

Há diversos sites e blogs sobre o assunto para quem estiver interessado e o site oficial do festival é www.canneslions.com .

Será que o Brasil leva algum prêmio? Façam suas apostas!

Orkut – Quem você conhece? O que você avalia?

May 13th, 2009 by Paula Soveral

As redes sociais que permitem contato com amigos e fazer novos faz cada vez mais sucesso. A diversidade de atividades encontrada no Orkut, por exemplo, faz com que o site da Google aumente diáriamente sua quantidade de usuários. Você pode adicionar fotos e vídeos; participar de comunidades de interesse; ser fã de alguém; deixar e receber recados; marcar e comentar as fotos; enfim, inúmeras possibilidades para os usuários entreterem-se.

Porém, é apenas a isso que o Orkut se resume? Será que ele realmente não passa de uma vitrine? De forma alguma. Esta rede social pode ser uma ferramenta muita útil para uma avaliação de posicionamento de uma marca no mercado.

orkut

Existem diversas comunidades no Orkut, sobre artistas, filmes, personalidades, animais, etc… inclusive, sobre marcas. O que o público pensa sobre a minha marca no mercado? Quantas comunidades falando bem sobre ela existem e quantos usuários participam delas? Ficar sempre alerta nos posts nos fóruns destas comunidades é muito importante, pois diversos usuários utilizam-se dessa ferramenta para desabafar suas satisfações ou insatisfações. O Orkut também é muito útil como uma forma de divulgação, seja na comunidade ou em “recados” no perfil do consumidor interessado na marca. Esta é uma forma interessante de divulgação e sem custo algum, que atinge diretamente o público alvo.

Utilizar o Orkut como uma forma de passatempo, já é certamente feito. Agora, está na hora de algumas empresas analisarem sobre a grande utilidade desta ferramenta como um grande bem a comunicação.

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