Nossa Geração Y

October 29th, 2009 by irangiusti

A geração que participa da revolução tecnológica e tem no computador a extensão do seu cérebro!

Rotular um grupo de pessoas é sempre complicado mas às vezes necessário para saber como lidar com ele, há tempos procuro uma definição para a minha geração sempre associada ao comodismo e desinteresse.

E foi ao termo cunhado por Suzy Cortoni, coordenadora da pesquisa e sócia-diretora do Ateliê de Pesquisa Organizacional (www.ateliedepesquisa.com.br) para o texto “O desafio de liderar a geração Y” para www.callcenter.inf.br e reproduzido no www.mundorp.com.br que me identifiquei:

Geração Y: Jovens com uma excelente formação acadêmica, fluência em vários idiomas e grande acesso à informação típica dos jovens nascidos entre 1984 e 1991 que no mundo coorporativo é representado por universitários e recém formados.

No texto sobre a pesquisa realizada com gestores de grandes companhias fala-se sobre a o desafio no alinhamento dessa nova frente de mão de obra com os gestores  “na avaliação, eles acham que os jovens são ágeis, têm senso de oportunidade, descontração, inteligência, sabem se defender, ou seja, são importantes para trazer vitalidade, ritmo e agilidade às empresas. Por outro lado, são considerados impacientes, inseguros, com vínculos voláteis, exibicionistas e superficiais” diz Suzy.

Segundo Luis Felipe Cortoni, consultor do Ateliê de Pesquisa Organizacional é necessário envolver esse jovem profissional em todos os processos da corporação e mantê-lo constantemente estimulado, caso contrario a chance de perdê-lo é grande; A geração Y é formada de profissionais de mercado e não de empresa como estão habituados esse empresários.

Posto em números, 85% dos gestores afirmam que os profissionais da Geração Y esperam crescer rapidamente na companhia, 66% querem obter satisfação profissional e 51% desejam enfrentar desafios. Outro dado que chama a atenção é que para 79% dos entrevistados esses jovens aspiram ganhar muito dinheiro e 64% acham essa geração menos preocupada e mais descompromissada.  

Ponto importante a ser citado é a percepção dosgestores no quesito relacionamento, apesar de individualista os profissionais dessa geração mantém um bom nível de relacionamento corporativo que permite um bom clima organizacional. 

Somos hoje um grande investimento e é importante sabermos disso, para assim sabermos dosar e frear algumas dessa características hiperativas, nos aperfeiçoar, aprender com os mais experientes e acima de tudo mostrar que temos sim conteúdo e algo mais a oferecer ao mercado de trabalho

Para saber mais siga: @rprodrigo e @rpemacao do blog/site  Mundo RP.

@irangiusti

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