Celebtwitter

November 30th, 2009 by brufag

O Twitter, como todo mundo conhece, é uma rede social que permite aos usuários ler e enviar qualquer tipo de informação (sempre pessoal e frugal demais) em forma dos chamados tweets (pequenas mensagens de 140 caracteres) e assim, twittar virou uma febre. A estimativa de números de contas ativas em 2008 estava entre 4 e 5 milhões de usuários e, em maio de 2009 chegou a atingir 11 milhões de twitteiros. Em fevereiro de 2009 foi eleita a terceira rede social mais usada na internet e se tornou a palavra mais popular da língua inglesa.

De todas as pessoas que aderiram ao novo brinquedinho, muitas delas são mais notáveis, quando digo muitas, me refiro a uma lista que vai de Ashlee Simpson a Sabrina Sato, passando por Barack Obama e Zeca Pagodinho.

Naturalmente, no mundo virtual (como extensão da vida real, onde qualquer coisa que você conta para um amigo se espalha por mais dez), um tweet de alguém conhecido tem “abrangência mundial”, de acordo com as palavras de Wanderson Castilho, especialista em segurança na internet (Revista Veja de 25 de novembro de 2009); e paradoxalmente, todas as celebridades que lutam para preservar a vida pessoal, se protegem de fãs ensandecidos, espancam paparazzi nas ruas e se cobrem com as mãos das poses indesejadas, expõe deliberadamente no Twitter afazeres tão cotidianos quanto ir ao banheiro, rezar antes de dormir, comer ou não comer carne e traçar uma linha do tempo do seu atarefado dia. Alguns dizem que o que torna tudo isso interessante é que dessa maneira os fãs se sentem mais próximos das pessoas idolatradas, já outros afirmam que está ferramenta faz com que o próprio artista se esqueça da distância que ele mesmo planeja traçar no mundo físico e acaba se envolvendo em uma grande armadilha.

Particularmente, sou conivente com a segunda afirmação. Por si só nossas ações do cotidiano podem nos pregar peças, quando reagimos de uma maneira da qual não esperávamos; agora, tornar essas situações públicas por livre e espontânea vontade pode ser realmente perigoso.

Estima-se que 40% dos seguidores de uma pessoa no Twitter lêem a mensagem no instante em que ela é enviada, portanto, não adianta apagar. Alguém já terá lido sua frase e repassado o link para outros milhares de seguidores, que fizeram o mesmo e novamente.

 

Bruno Fagundes

paparazzi

Cultura imperdível!

November 25th, 2009 by thabataguerra

Chega em São Paulo a segunda edição do projeto Vira Cultura, realizado pela Livraria Cultura.
O evento conta com 35 horas de atrações musicais, literatura, teatro e muitas atividades super diferentes. Quem estiver livre neste final de semana, não deixe de checar a programação clicando na imagem abaixo!


Programação

As datas são: das 9 horas da manhã do dia 28/11 às 21 horas do dia 29/11.  Os locais são 3, sendo: Cine Bombril, academia Bio Ritmo e Conjunto Nacional.
As atrações são inúmeras, e não adianta dizer que não teve tempo, porque os horários são feitos pra todo tipo de gente!
Algumas atrações que me chamaram atenção foram:

LITERATURA
Adoro ganhar livros assinados ou com recadinhos, agora imagina só que luxo um autógrafo!
Autógrafo
Sábado, 28 de novembro às 20h
Livro: SUÍTE DAMA DA NOITE
Autor: Manoela Sawitzki
Local: Livraria Cultura Conjunto Nacional – Av. Paulista, 2073 – São Paulo/SP

Debate cultural de graça!
Debate
Domingo, 29 de novembro às 13h
Tema: Literatura Pulp no Brasil – Revista Lama
Palestrantes: Martha Argel, Bruno de Oliveira, Giulia Moon e Fabiano Vianna (mediador)
Local: Livraria Cultura Conjunto Nacional – Av. Paulista, 2073 – Loja 151 – Artes – São Paulo/SP

Uma boa dica para todos comunicadores!
Debate
Domingo, 29 de novembro às 15h
Tema: Jornalismo 2.0
Palestrantes: Marcelo Branco, Mariana Moreira, Pedro Doria, Massimo Di Felice e Mauro Dahmer (mediador).
Local: Livraria Cultura Conjunto Nacional – Av. Paulista, 2073 – Loja 151 – Artes – São Paulo/SP

 

ARTES

Para quem gosta de arte, oportunidade ÚNICA de ver o Titi Freak em ação! Aproveitem, ele fica pouco aqui no Brasil!
Exposição
Sábado, 28 de novembro de 2009
Live Painting – Titi Freak, Herbert e Speto
Local: Livraria Cultura Conjunto Nacional – Av. Paulista, 2073 – São Paulo/SP
Horário de funcionamento da loja: Das 10h às 19h30

Não preciso nem dizer que apoio totalmente iniciativas culturais, e acho que é um segmento que as organizações devem prestar atenção, pois apoiar a cultura nacional muitas vezes é mais válido do que fazer uma ação de sustentabilidade ou ação social.
O evento tem apoio/patrocínio de ninguém menos do que: Itaú,  O Estado de São Paulo, Multiplus, Cine Bombril, Bio Ritmo, Condomínio Conjunto Nacional, Edgy e Yamaha.

Outra questão que chamo atenção é à interatividade do site:


Abaixo de cada atração existe uma barra de ferramentas que permite ao leitor interagir de diversas formas, como: Agendas em seu Outlook a participação no evento, postar vídeo, foto ou link que tenha temática similar à atração, deixar um comentário, receber a programação via email, enviar a um amigo, e enfim, muitas outras coisas!

Depois te tudo isso só me resta dar a dica…

Como diz o Site:
Dormiu, perdeu!

Com credibilidade não se brinca!

November 24th, 2009 by juliagraziato

post 4

Dos livros que li até hoje na faculdade de Comunicação – Relações Públicas, um dos quais eu mais gostei foi “Com credibilidade não se brinca” de Luciane Lucas (Organizadora). De texto leve e direto, o livro reúne artigos que tratam de aspectos práticos da comunicação corporativa.
O livro é voltado para executivos e profissionais da área de comunicação e é resultado de um trabalho prático onde a preocupação é abordar o how to do, sem deixar de lado os motivos pelos quais se dá andamento a determinadas ações dentro de uma empresa (why to do).
Traz novas ferramentas, reflexões e maneiras de resolver antigos problemas relacionados ao mundo dos negócios, disponibilizando assim algo novo na produção do conhecimento da área de Relações Públicas.
O livro se divide em duas partes. A primeira “Credibilidade: a crise é o melhor termômetro”, discute propostas de ações crises corporativas, colocando este momento como o melhor termômetro para medir a credibilidade de uma empresa. Na segunda parte do livro “Ferramentas para a credibilidade”, são apresentadas contribuições de alguns profissionais da área com seus artigos. A autora diz que a obra foi “uma forma de trazer à tona a produção polifônica e anônima” destes profissionais.
Ainda existem muitas questões sobre até que ponto a percepção pública pode comprometer a sobrevivência de uma organização. E é exatamente nestas questões que o livro vai se basear: “Como conduzir uma crise para que ela não suscite cicatrizes irreversíveis na imagem corporativa?”; “O que uma ferramenta pouco explorada, como o Clipping, pode dizer sobre oportunidades de um negócio?”; “Como a pesquisa de opinião pública pode apoiar a empresa na consolidação de seus índices de credibilidade?”; ” De que modo o cotidiano das organizações pode ser explorado para aperfeiçoar o resultado das ferramentas de comunicação empresarial?”; “Como planejar oportunamente estratégias e ações para criar bons ambientes de negócios?”.
As respostas para estas questões você encontrará neste livro, de maneira direta, sem muitos rodeios, sem prometer milagres rápidos.

Leiam!

@Ju_Graziato

Relações Públicas sem Holofotes…

November 24th, 2009 by tatiana

holofote

Desde o início da humanidade a comunicação sempre foi fator fundamental para o desenvolvimento. Representar alguém também pode ser considerado uma atividade muito antiga, desde os conselheiros e assessores que acompanharam reis, imperadores, políticos e grandes empresários ao longo dos anos. Contradizendo o imaginário popular, ser extrovertidos e festeiro não é o suficiente para desempenhar com êxito essa função e esta superada a fase em que um profissional de Relações Públicas só ganha sentido em grandes corporações. Muito ligada à administração, essa atividade requer um intenso trabalho de planejamento, estratégias e criatividade constante. Holofotes não estão definitivamente direcionados aos profissionais dessa área, mas o contrário, tudo o que é iluminado por ele, muitas vezes é o resultado/ ou de responsabilidade de uma ação de RP, bem como seus resultados e conseqüências. Atualmente, num mundo cada vez mais globalizado e integrado pelas tecnologias da informação, a exposição se torna cada vez mais corriqueira, seja para grandes, médias e pequenas empresas, como também para pessoas e públicos em geral. Inaugurar-se uma crise ou alcançar o sucesso hoje em dia pode ser uma questão de cliques e por trás de tudo isso está aquele que atua nos bastidores. Longe de não ter importância, o Relações Públicas é o caminho certo para obter o sucesso do crescimento e prestígio, embasado na harmonia e integração com o todo. Muito mais que cuidar de sua própria reputação, ele cuida de diversas, aparecendo pouco, porém produzindo muito.

27ª edição do Prêmio ABRP 2009 premia alunas da FAAP

November 24th, 2009 by djmimots

A Associação Brasileira de Relações Públicas realizou no dia 28 de outubro de 2009 a 27ª edição do Prêmio ABRP. Nesta noite de premiação, Julia Lima, 22 anos, formada em Relações Públicas pela Faculdade Armando Alvares Penteado conquistou ao lado de suas 2 amigas (Joana Castro e Thassia Terzian) a segunda colocação na categoria Projeto experimental empresarial.

Em uma entrevista realizada esta semana, Julia fala um pouquinho sobre o projeto, a trajetória do projeto, as expectativas, e até dicas para quem está próximo de entrar no ano de TCC.

 

Júlia, conte-nos um pouco sobre o projeto

 “Nosso Projeto Experimental teve como objetivo aprimorar o comportamento do corpo de funcionários do hospital Municipal Dr. Cármino Caricchio, para tornar o Projeto de Acreditação conhecido e adotado por todos e trabalhar a comunicação interna através de ferramentas que estimulem a humanização organizacional. O projeto contém fundamentação teórica, uma análise do cliente, uma pesquisa mista com estudo quantitativo e qualitativo, para conhecer e entender o dia-a-dia da Instituição, suas forças, fraquezas e necessidades. A partir da análise dos dados colhidos, foi desenvolvido um plano de ações de relações públicas completo visando o crescimento e a melhoria contínua da Instituição.

Nosso grupo foi composto pro três meninas que estudaram juntas os 4 anos da faculdade, e por mais que tenham existido brigas, discussões e desentendimentos, nosso projeto só chegou ao fim devido ao empenho de todas.”

 

Como surgiu a idéia de fazer o projeto?

 “Nossa idéia inicial era elaborar um projeto pro Grupo O Leopoldo, porém no ano anterior já haviam realizado um projeto com esse grupo. Desta forma ficamos sem rumo, procurando encontrar um outro cliente, ai foi quando surgiu a idéia de fazer de um Hospital. Mas o que a principio nos interessou em fazer este projeto foi a facilidade que conseguiríamos obter informações do nosso cliente e desta forma construir um plano mais elaborado e focado, com o passar do tempo o grupo foi se envolvendo com o cliente e a realização do projeto foi caminhando tranquilamente.”

 

Aonde surgiu a idéia de inscrever o projeto no prêmio ABRP 2009?

  “Os professores orientadores de TCCs que apresentam a iniciativa de inscrever grupos, que os mesmos acham qualificados, a disputarem prêmios nas áreas de atuação. Nossa participação foi a de preencher um formulário e entregar o mesmo, via email, à coordenação do nosso curso.”

  

Quais eram as suas expectativas depois que souberam que o projeto era um dos finalistas?

 “A principio nenhuma, mas quando recebemos um email da ABRP falando que nosso Projeto estava entre os finalistas queríamos saber o dia que seria a premiação, o que ganhava e se seriamos vencedoras!”

  

Quais a sensação de ter um projeto premiado pelo respeitável prêmio ABRP?

 “Ser selecionada para finalista já foi uma grande provação, muitas coisas passam  na sua cabeça, como o tempo que você se dedicou para aquilo tudo, quantas brigas, quantos ensaios, nervosismo, quantas noites em claro. É uma sensação única você ver que seu projeto chegou até lá,  que está concorrendo com 200 outros e que de repente você ficou em 2º colocado e que suas amigas de classe ficaram em 1º. É uma emoção de ver que tudo o que você fez valeu a pena, seu suor e dedicação foram reconhecidos por um jurado de mais de 20 profissionais da área de comunicação. Foi sem dúvidas uma experiência incrível!”

  

Como você sente que tal prêmio influencia na sua vida daqui para frente?

 “Vejo que este prêmio terá uma influencia maior no meu modo de aplicar meus aprendizados e de me cobrar, pois sei que sou capaz de me dedicar com afinco e atenção as coisas e que posso fazer o melhor, e que este melhor pode gerar ótimas conseqüências e grandes conquista para minha vida.”

 

Que dicas você pode dar para alguém que está prestes a começar seu ano de TCC?

“Escolha um cliente bacana, que você tenha acesso as informações, que você tenha prazer em trabalhar. Se dedique, se aplique, use as aulas para produzir, escute criticas de sua orientadora e de seus colegas. Siga um cronograma e principalmente não deixe de entregar as coisas no prazo.”

abrpsp-300x115

Ser RP!

November 24th, 2009 by brufag

balan%C3%A7a

Como semi-bacharelados em Relações Públicas entendemos, de maneira grosseira, que nossa futura profissão é uma função administrativa que avalia atitudes públicas. Nos últimos meses, o Brasil acompanhou o caso de Geyse Arruda, estudante que foi hostilizada em sua universidade no dia 22 de Outubro por mais de 700 alunos que estavam presentes no local. A notícia se polemizou em todas as mídias e o caso tomou proporções inimagináveis.

 

Esse episódio contribuiu para verificarmos que a Ética e a Moral coexistem dentro de um dilema congênito: como estabelecer uma hierarquia entre os princípios e os ideais? Em termos práticos, seria possível sacrificar uma pessoa para salvar a outra? Dentro desse contexto de difícil decisão, o que mais importa? A justiça social ou o respeito à propriedade privada? A gratidão por favores recebidos por um superior ou a justiça para com um colega prejudicado pelo mesmo superior? A honestidade ou a sobrevivência física?

 

Tais discussões permeiam as relações sociais e a postura do homem perante a sociedade. A Ética é um elemento vital na produção da realidade social e vêm fazendo parte do processo civilizatório desde os primórdios da humanidade. A grande dificuldade na aplicabilidade da ciência ética se encontra no momento de afastamento da opinião própria e a abertura (se assim pode-se dizer) do espírito para a entrada da análise factual, sem se deixar levar por pressão pública ou impulso. Esse distanciamento é o maior desafio do Relações Públicas no gerenciamento de uma crise.

 

No nosso tempo, não há tempo. A velocidade da propagação de informação é a verdade imutável dos dias atuais. Gerenciar uma crise é lidar com um turbilhão de mentes enraizadas em terras absolutamente diferentes; é quebrar as barreiras do preconceito e contornar situações tão delicadas, quanto dura, ou erroneamente fundamentadas.

 

 Agora é esperar e refletir sobre os desdobramentos do caso Geyse Arruda e sobre a posição da Universidade perante um de seus mais graves conflitos.

 

Bruno Fagundes

Livro: Ética Empresarial – A Gestão da Reputação

Um Blog = Um negócio

November 24th, 2009 by thabataguerra

O Vá de Vintage! é um blog de um projeto criado por mim e pelo Tiago Torres.
Tudo começou devido ao fato de o Tiago reformar geladeiras antigas na fábrica de seu pai. Vendendo algumas geladeiras, reformando as de amigos e sempre comprando e vasculhando por peças vintages, decidimos fazer do hobby um negócio.


Criamos o site, que na realidade é um blog. Todas informações a respeito da nossa proposta, serviços, produtos disponíveis e clipping estão colocadas na aba de páginas. Na aba principal temos o blog, em que colocamos dicas, informações e novidades do mundo retrô. Aproveitamos também para colocar fotos de nossos produtos e divulgar nosso serviço.


80% do nosso público-alvo não é impactado pelo blog, pois são pessoas que não utilizam este tipo de mídia. E então, como fazemos sucesso?
Nossa idéia era criar mídia boca a boca e fixar nossa imagem ao mercado retrô, composto por fashionistas, blogueiros, decoradores, arquitetos e comércio vintage e de brechós.

Nossa proposta inovadora de reciclagem de eletrodomésticos atraiu a mídia impressa e blogueira, e felizmente nossa divulgação foi aumentado cada vez mais…
Via wordpress pudemos acompanhar diariamente o número de visitas no blog, os comentários, tags de procura no google e quem postou sobre nós e onde (twitter, blogs, sites…). O wordpress também disponibiliza um gráfico diário/mensal, em que você pode observar o desenvolvimento a “audiência” do blog.
Em nosso caso, o blog funciona extremamente mais do que um website. Temos total controle da nossa divugação e comunicação, podendo fazer relatórios de repercussão mensais, sem falar que o serviço é gratuito.

O Vá de Vintage! já está com 8 meses de vida, e mantemos nosso público fidelizado enviando ‘presentes digitais’ para nosso mailing, como calendários mensais com temas vintages. Também realizamos promoções via Twitter ou Blog, aumentando nosso número de seguidores e leitores.
A próxima fase do blog começa em 2010, em que migraremos para outro negócio similar. Dessa maneira a empresa terá novo nome, mas o Vá de Vintage! continuará como blog, fornecendo informações para quem curte antiguidades e estilo vintage.

Fica aqui o depoimento de uma pessoa que fez de um blog um negócio, fica aqui a dica!

www.vadevintage.wordpress.com

@vadevintage

flickr.com/photos/vadevintage

A profissão de Relações Públicas poderá ter o mesmo resultado como a de Jornalismo?

November 24th, 2009 by samadokoro

Depois da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) do dia 17 de junho de excluir a obrigatoriedade do diploma de Jornalismo para exercício da profissão de Jornalista, havia o receio de que Relações Públicas fosse o único curso de Comunicação Social no qual o diploma universitário no curso é requisito para o exercício da profissão (uma vez que o curso de Publicidade e Propaganda já não era necessário para o exercício da profissão de publicitário).

O CONRERP (Conselho Regional de Profissionais de Relações Públicas) apoia a obrigatoriedade do diploma, devido aos conceitos técnicos específicos somente obtidos através do curso superior e não através da pártica. Em entrevista ao Portal IMPRENSA, Elaine Lina presidente do CONERP enfatizou a necessidade do diploma:

“Entendemos que a capacitação proporcionada pela universidade é fundamental para a formação de profissionais competentes e aptos a exercer as atividades da profissão. O mercado pode proporcionar a prática, sem dúvida. Mas os conceitos técnicos essenciais, somados a uma formação humanística ampla e reflexiva somente podem ser obtidos por meio de cursos regulares de formação superior”

O assunto foi debatido no dia 28 de julho, em um evento promovido pela Escola de Comunicação e Artes (ECA) da Universidade de São Paulo,  em conjunto com o CONERP 2ª Região e com Associação Brasileira de Relações Públicas (ABRP).

A posição do CONERP foi defendida pelo seu consultor jurídico, Dr. Luis Carlos Massoco, reproduzida no site da Associação Brasileira das Agências de Comunicação (ABRACOM):

“(ele considera) equivocado afirmar que a profissão de jornalismo não tenha corpo técnico teórico suficiente e não vejo como aprender todas
as suas especificidades apenas na prática – e isso se estende a todas as áreas das Ciências Sociais Aplicadas. ornalismo ainda é uma profissão  regulamentada. Ou seja, não é mais preciso ter diploma – mas ainda é preciso ter registro – e isso deixa um vazio jurídico que ainda deverá gerar muitas discussões nos tribunais”

A posição foi corroborada por Flávio Schmidt, fundador-presidente do grupo e do portal Universo RP e diretor da Ketchum Estratégia, reproduzida pelo mesmo site:

“Com o que os profissionais de Relações Públicas devem se preocupar diante desse cenário? Continuar metódicos em seus planejamentos, até
tachados de chatos em certos momentos, mas em sinergia com a essência de RP, ou perder sua identidade? Acreditamos que fazer relações públicas é a maneira certa, é o melhor para as entidades que nos contratam. Os Relações Públicas precisam se preocupar com essa identidade para não se perderem. Relações Públicas tem a essência do todo, é o todo da comunicação da organização e em função da tendência do planeta, os empresários irão buscar RP em sua essência”

Seguem os links para mais informações sobre o debate:
http://www.conferp.org.br/?p=1042
http://www.abracom.org.br/descricao.asp?id=3647
http://www.thotcomunicacao.com.br/clippings/Conrerp%202%C2%AA%20Regi%C3%A3o_11ago09.pdf

diploma

Tecnologia no ramo empresarial

November 24th, 2009 by rafa.masi

A tecnologia vem nos trazendo diversos recursos que facilitam e simplificam o nosso caminho para diversas coisas. Através da Internet podem-se realizar inúmeras atividades, estas podem tanto nos ajudar quanto atrapalhar. A internet é um meio muito eficaz para se obter informações, mas ao mesmo tempo pode ser muito perigoso também, todas e quaisquer pessoas podem ter acesso ao mesmo conteúdo.

No âmbito empresarial, algumas empresas optam por bloquear os sites que contenham conteúdo que não dizem respeito à própria empresa, como por exemplo, os sites de relacionamento. Eles alegam que o funcionário tem um alto nível de dispersão, atrapalhando assim no desempenho profissional.

A questão é o excesso de tecnologia atrapalha ou não na comunicação dentro de uma organização?

Podemos então citar alguns prós e contras desse meio que hoje acreditamos que não conseguiríamos viver sem, a Internet.

 Prós

  • Temos acesso a uma grande quantidade de informações;
  • Rapidez nesse processo;
  • Facilidade de pesquisa;
  • Acesso em qualquer ponto;
  • Democratização da informação (todos têm acesso);
  • Menor consumo de produtos;

Contras

  • Problemas de segurança;
  • Pornografia, até mesmo no ambiente empresarial, já aconteceu de um funcionário ser punido, pois o webmail do funcionário era supervisionado semanalmente, lá encontraram emails pornográficos no inbox que havia sido enviado para outros colegas. A empresa resolveu puni-lo com advertência de 1 mês trabalhando normalmente, porém sem receber;

Agora isso não é considerado invasão de privacidade?

  • Dispersão de informação;
  • Desaparecimento de antigas profissões;
  • Equipamentos com ciclo de vida curto;

 O mundo está cada vez mais dependente da tecnologia, acabamos passando por cima de diversos valores devido aos recursos que estão sendo disponibilizados para nós ano a ano. Não é somente a comunicação empresarial que está sendo afetada com esse processo, a segurança do individuo está sendo cada vez mais  questionada devido a exposição gerada pela tecnologia.

Mas afinal o que é um Flash Mob?

November 24th, 2009 by bmagalhaes

Flash Mobs são aglomerações instantâneas de pessoas em um local público para realizar determinada ação inusitada previamente combinada, estas se dispersando tão rapidamente quanto se reuniram. A expressão geralmente se aplica a reuniões organizadas através de e-mails ou meios de comunicação social.

Pensando a respeito do conceito desta a ação a companhia de celular T-MOBILE acabou se especializando na criação de flash mobs, a escolha parece fazer sentido, afinal de contas as pessoas querem mesmo compartilhar via celular estas coisas quando se deparam com elas e este tipo de ação reforça o posicionamento da marca.

Realmente tem tudo a ver com o conceito da marca, foi uma ótima sacada, eles já fizeram vários, teve um que foi no programa da Oprah. Cerca de 800 pessoas fizeram 20.000 dançarem juntas enquanto o grupo Black Eyed Peas cantava o tema de abertura do programa, I gotta feeling.

Seguindo a campanha “Life’s for Sharing” da marca, lançaram um vídeo de mais um  flash mob, que aconteceu na Trafalgar Square, reunindo 13.500 pessoas para cantar Hey Jude, dos The Beatles. Foram distribuídos diversos microfones para as pessoas na multidão, e um telão ia passando a letra da música, como em um karaokê. Esta ação foi muito emocionante.

Tendo como missão: fazer com que as pessoas dividem coisas inesperadas e maravilhosas com as outras pessoas. Estão utilizando perfeitamente este recurso de comunicação para administrar uma ótima imagem da empresa.

É muito interessante ver quando as marcas conseguem fazer associações que mexam tanto com o seu público alvo gerando um ótimo reconhecimento e posicionamento da marca!

Seguindo esta mesma linha, neste final de semana no NATURA ABOUT US, ocorreu uma ação com esta mesma idéia de karaokê, na música PACIÊNCIA do Lenine, foram distribuídos 100 microfones por todo o público, a letra passou no telão e todos cantaram juntos. Eu estava lá e foi realmente emocionante, a música fala a respeito de termos um pouco mais de paciência com o mundo, e com a vida, pois a “a vida é tão rara”, isto tem tudo a ver com o festival que visava sustentabilidade e tinha uma ação de responsabilidade por trás, mostrando que o planeta precisa de nós, como a Natura combinava perfeitamente. Valeu a pena participar desta ação!

Como está muito recente ainda não encontrei vídeos muito bons mas segue uma “palinha” de como foi o Lenine:

Bruna Magalhães

A importância da Assessoria de Imprensa

November 24th, 2009 by natimazzoni

Semana passada tive o privilégio de estar presente em uma das palestras mais simples e eficientes das que assisti nos últimos tempos. Quem palestrava era um integrante do time da renomada Ketchum Estratégia, uma das agências líderes do mercado de comunicação brasileiro.

 Até então leiga no “assunto Ketchum”, pois sabia pouco da empresa, apenas de sua grandeza, consegui absorver todas as informações que terão imensa importância daqui para frente em meu futuro.

Além da apresentação da agência e sua importância no cenário de comunicação, o palestrante nos deu literalmente uma aula a mais no horário facultativo. Falou sobre as diversas áreas em que a Ketchum atua e conseguiu, em pouco tempo, percorrer por várias facetas que tem a profissão de Relações Públicas.

O convidado, com o qual devo me desculpar por não lembrar seu sobrenome, apenas sei que se chamava Roger, descreveu passo a passo cada um dos processos do RP, os quais muitas vezes só conhecemos teoricamente ou estagiamos em alguns deles. No meu caso, apenas enfatizou o processo e importância do meio em que atuo hoje: assessoria de imprensa. Assunto que venho discutir logo mais.

O principal papel do assessor de imprensa é tratar da gestão do relacionamento entre uma pessoa física, entidade, empresa ou órgão público e a imprensa, função aqui no Brasil, exercida por profissionais de Jornalismo ou Relações Públicas. A assessoria tem a função de fazer como uma ponte entre a agência e a imprensa, fazendo com que informações importantes cheguem de forma segura e correta até os formadores de opinião, prospects, consumidores, clientes e parceiros, de forma rápida e com grande credibilidade.

A assessoria de imprensa deve atender a toda a demanda da imprensa, sugerir estratégias de comunicação, identificar potenciais assuntos a serem divulgados na mídia, entre tantas outras funções. Mesmo não aparecendo, a assessoria tem papel fundamental para o crescimento e desenvolvimento de uma agência, auxiliando sempre no atendimento à imprensa e em demais situações.

Para muitos, um trabalho um pouco repetitivo, já que, segundo o palestrante, se trata de um ciclo, onde as atividades rotineiramente se repetem, mas que de um jeito despercebido é capaz de levantar enormes empresas e colocá-las em destaque no mercado.

TEDx

November 24th, 2009 by brubrito

No espírito das idéias que merecem ser espalhadas, o TED criou o programa chamado TEDx. O TEDx é um programa de eventos locais, e organizados de forma independente, que reúne pessoas para dividir uma experiência ao estilo TED.

 O TEDx São Paulo é uma conferência sem fins lucrativos que reunirá mais de 30 pensadores de áreas de conhecimento tão diversas quanto arte e tecnologia, ciência e negócios, para falar sobre suas melhores ideias em palestras com duração de 5 ou 15 minutos.

 O tema desta primeira edição do evento foi: O que o Brasil tem a oferecer ao mundo hoje? O TEDx São Paulo aconteceu no dia 14 de novembro de 2009 e foi gratuito.

Durante o TEDx, os convidados falaram sobre suas melhores ideias de investimento e empreendedorismo, A grade de palestrantes contou com Regina Casé, Guti Fraga e muitos outros. Além de shows como o de Victor Araujo e Thalma Freitas.

 O TED surgiu em 1984 como uma conferência anual na Califórnia, nos Estados Unidos, e já teve entre seus palestrantes Bill Clinton, Paul Simon, Bill Gates, Bono Vox, Al Gore, Michelle Obama e Philippe Starck.

 A cada ano a organização elege um pensador de destaque e repassa a ele US$ 100 mil para que possa realizar “Um Desejo que Vai Mudar o Mundo”.

 Com o conjunto de ações, TED Conference, TED Talks, TED Prize e TEDx a organização afirma que pretende transformar seu mote “idéias que merecem ser espalhadas” cada vez mais em realidade.

Web 2.0 e o Consciente Coletivo.

November 24th, 2009 by alinebrandao

A década de 00 pode ser considerada a década na qual a individualidade de pensamento e de produção começa a ficar extinta. Com ao avanço da internet os programas contribuem cada vez mais para a formação de obras coletivas. Lógico que tudo tem dois lados, ela pode servir para muitos artistas como uma mão para levar sua criação ao público, mas o que quero dizer é que sites da Web 2.0 como Wikipédia incentivam a criação com mais de um autor, ou seja, sem autor algum. O que pode ser uma forma de contribuição (cada um escreve o que sabe sobre o assunto e forma um texto cada vez mais completo) pode ser também uma fonte sem informação confirmada, podendo ser equivocada e principalmente e mais preocupante a única fonte pesquisada, fazendo indivíduos assim, que pensam basicamente iguais e que não pensam profundamente. Assim como Tocqueville escreveu no seu texto: “A democratização da America” no ano de 1805, a democracia fez indivíduos que não se especializam profundamente em nada, e sabem um pouco sobre tudo, o legal não é ser diferente e pensar diferente, que é o que adiciona sabedoria a todos nós, o legal é ser igual. Tocqueville nem imaginava como essa democratização seria cada vez mais verdadeira com a chegada da internet e a arte e o pensamento cada vez mais superficiais e iguais, criados em concordância por todos que tiverem interesse. Esse cuidado que todos nós devemos tomar: até onde esse consciente coletivo proporcionado pela internet é ou não positivo? Até onde a internet facilita ou não nossas vidas? Até onde tanta informação não se faz também superficial? O importante é sempre saber que essa é sim muito positiva porém não pode ser a única forma. Se nos deixamos levar comente pela Web 2.0 podemos nos tornar cada dia mais ignorantes e sem opinião própria.

Prêmio Comunique-se Edição 2009- Confira os antigos e os novos talentos

November 24th, 2009 by beatrizb

premio_logo    

A premiação acontece desde 2003 na área de Jornalismo e Comunicação Empresarial com realização do portal Comunique-se Comunicação Corporativa Ltda , avaliando o conjunto de trabalho desenvolvido por profissionais da área em determinado período de tempo. A eleição dos vencedores é feita totalmente online pelos votos dos próprios jornalistas internautas do portal Comunique-se.

    O evento é dividido em três etapas: primeiramente são indicados dez profissionais que concorrerão em cada categoria , baseados em votos dos jornalistas do portal; na segunda etapa, são escolhidos três finalistas para cada categoria e finalmente na última fase, os mesmos eleitores do início decidirão os vencedores, estas duas últimas acompanhadas pela empresa de Auditoria Independente Deloitte.

    Aí destaco algumas partes do Regulamento da edição 2009:

  • O Prêmio destina-se a eleger no ano de 2009 os melhores profissionais de comunicação do Brasil no período entre Janeiro  e Dezembro de 2008, mediante a votação dos jornalistas cadastrados no portal www.comunique-se.com.br
  • Os profissionais de comunicação que concorrerão, serão previamente indicados pela Equipe do Comunique-se, baseando nas indicações feitas pelos usuários cadastrados no portal Após a indicação de dez profissionais/agências de comunicação em cada uma das treze categorias, haverá a votação para a escolha de três finalistas e dos vencedores de cada categoria.
  • Durante cada uma das três etapas da votação para o Prêmio Comunique-se, poderá ser computado apenas um voto de cada usurário em cada uma das categorias.
  • É classificado como “usuário” apenas profissionais de imprensa corretamente cadastrados no portal Comunique-se, com email e CPF válidos.
  • A empresa que efetuará o acompanhamento da votação dos usuários nas fases de escolha dos três finalistas- vencedores e do vencedor por categoria do Prêmio será a auditoria independente Deloitte.
  • Prêmio Comunique-se é dividido em treze categorias, sendo nove delas subdivididas em duas ou mais partes:

1-Categoria Repórter: Mídia Eletrônica, Mídia Impressa e Repórter de Imagem

2- Categoria Gol Colunistas: Colunista de Notícia, Colunista de Opinião/ Articulista, Colunista Social

3- Categoria Oracle Apresentador Âncora: Rádio e TV.

4- Categoria Petrobrás Jornalista de Economia: Mídia Eletrônica e Mídia Impressa

5- Categoria Nextel Jornalista de Esportes: Mídia Eletrônica, mídia Impressa e Locutor de Esportes

6- Categoria Light Jornalista de Cultura: Mídia Eletrônica e Mídia Impressa

7- Categoria Jornalista de Política: Mídia Eletrônica e Mídia Impressa

8- Categoria Jornalista de Tecnologia: em Rádio TV,Jornais, Revistas ou Internet.

9- Categoria Comunicação: Propaganda e Marketing, Profissional de Comunicação Corporativa, Agência de Comunicação

10- Categoria Fund. O Boticário Jornalista de Sustentabilidade: em TV, Rádio, Jornais, Revistas ou Internet.

11- Categoria Embraer Correspondente Internacional: Correspondente Brasileiro no Exterior- Mídia Eletrônica, Correspondente Brasileiro no Exterior- Mídia Impressa, Correspondente Estrangeiro no Brasil

12- Categoria Ambev Executivo de Veículo de Comunicação: TV, Rádio, Jornais, Revistas ou Internet

13- Categoria Blog

    O evento onde ficaram conhecidos os 27 vencedores, ocorreu dia 29/09 no HSBC Brasil, em São Paulo, conduzido pelas duplas: Lorena Calábria e Heródoto Barbeiro, Sarah Oliveira e Silvio Luiz, Renata Vasconselos e Ricardo Boechat e Cid Moreira e Rafael Cortez.

    Segue a lista dos vencedores por categoria:

  • Apresentador/ Âncora de TV: Renata Vasconselos, da TV Globo
  • Apresentador/ Âncora de Rádio: Milton Jung, Rádio CBN
  • Categoria Blog: Blog do Noblat (Ricardo Noblat)
  • Categoria Executivo de Veículo de Comunicação: José Trajano, ESPN Brasil
  • Categoria Agência de Comunicação: In Press Porter Novelli
  • Categoria Comunicação- Propaganda & Marketing: Marili Ribeiro, de O Estado de São Paulo
  • Categoria Profissional de Comunicação Corporativa: Fernando Thompson, do Vale
  • Categoria Repórter – Mídia Eletrônica: Ernesto Paglia, TV Globo
  • Categoria Repórter- Mídia Impressa: Elvira Lobato, Folha de São Paulo
  • Categoria Repórter de Imagem: Evandro Teixeira, ISTOÉ
  • Categoria Colunista de Notícia: Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo e Rádio Bandnews
  • Categoria Colunista de Opinião: Luiz Fernando Veríssimo, Jornal Zero hora, O Globo e O Estado de São Paulo, entrou para a galeria Mestres de Jornalismo do Comunique-se
  • Categoria Colunista Social: Sonia Racy, O Estado de São Paulo
  • Categoria Jornalista de Economia- Mídia Eletrônica: Joelmir Beting, Rádio e TV Bandeirantes
  • Categoria Jornalista de Economia- Mídia Impressa: Carlos Alberto Sardenberg, TV Globo
  • Categoria Jornalista de Esportes- Mídia Eletrônica: Tadeu Schmit, TV Globo
  • Categoria Jornalista de Esportes- Mídia Impressa: Juca Kfouri, Folha de São Paulo
  • Categoria Jornalista de Esportes- Locutor Esportivo: Luis Roberto, TV Globo, entrando também para a Galeria Mestres de Jornalismo do Comunique-se
  • Categoria Jornalista de Cultura- Mídia Eletrônica- Marcelo Tas, TV Bandeirantes
  • Categoria Jornalista de Cultura- Mídia Impressa: Artur Xexéo, Jornal O Globo
  • Categoria Jornalista de Política- Mídia Eletrônica: Lucia Hippolito, CBN
  • Categoria Jornalista de Política- Mídia Impressa: Clovis Rossi, Folha de São Paulo
  • Categoria Jornalista de Tecnologia: Daniela Braun, Now! Digital
  • Categoria Jornalista de Sustentabilidade: André Trigueiro, TV Globo News
  • Categoria Correspondente Brasileiro no Exterior- Mídia Eletrônica: Sonia Bridi, da TV Globo
  • Categoria Correspondente Brasileiro no Exterior- Mídia Impressa: Sergio Dávila, Jornal Folha de São Paulo, entrou para a galeria Mestres de Jornalismo do Comunique-se
  • Categoria Correspondente Estrangeiro no Brasil: Todd Benson, Reuters              

          Para maiores informações acesse: http://premiocomunique-se.blog-se.com.br/blog/conteudo/home.asp?idblog=16923

 

RELAÇÕES PÚBLICAS VERSUS JORNALISMO

November 24th, 2009 by haybassi

Não sei exatamente quantas vezes ouvi frases preconceituosas e totalmente fora da realidade que vivo em sala de aula, sobre a profissão e as funções de um Relações Públicas.
O status de um Jornalista, vem sendo questionado, as funções de um Publicitário, nos dias de hoje apesar de específicas e importantes, não ultrapassam os limites da criação.
O Relações Públicas por outro lado, vem ocupando cada vez mais um espaço antes delimitado, que é claro não substitui as demais profissões, mas que agrega todo um mix de informações e capacitações o tornando essencial para quaisquer função, desde assessoria de imprensa até a visão crítica e detalhada da comunicação e geral, estabelecendo assim verdadeiramente uma ligação segura entre clientes, imprensa e opinião pública.
O tema busca resgatar algumas idéias sobre a discussão que envolve a atuação de jornalistas e relações públicas em assessorias de imprensa e comunicação. É possível definir com clareza quem é quem em uma Assessoria de Imprensa e Comunicação? A discussão não é recente, e provavelmente ainda não está esgotada. Isso porque os impasses conceituais de quem faz o quê em uma Assessoria de Imprensa e Comunicação ainda permanecem.

Geralmente, ao tratarmos o tema relações públicas e jornalismo ou relações públicas versus jornalismo, o fazemos mediante o uso de dicotomias para destacar diferenças. Às vezes as diferenças podem esconder ciladas, acentuando convicções que precisam ser revisadas e (re)discutidas. Se deixarmos valer a oposição, é preciso entender o contexto em que ela acontece. Com que propósito ela ocorre? E até que vantagens ela proporciona? E para quem são as vantagens? Certamente, o exercício das duas profissões – relações públicas e jornalismo – declaram amplamente seu comprometimento com o interesse público. Sendo assim, antecipando uma resposta para o último questionamento, as vantagens devem visar a sociedade, privilegiando o bem estar coletivo. Como garantia, todas as ações dos profissionais devem resguardar os princípios éticos devidamente firmados nos respectivos Códigos de Ética Profissional. É com este estímulo que entro na discussão desta proposta, procurando refletir sobre alguns pontos que dizem respeito às duas profissões.

Jornalismo e Relações Públicas têm como objeto a comunicação, entendida e concebida, contudo, a partir de olhares e perspectivas peculiares às especificidades de cada área. Esses diferentes olhares e perspectivas são necessários e fundamentais quando realmente pretende-se atuar profissionalmente e academicamente com e em comunicação. E é na Assessoria de Comunicação onde essa atuação se dá (ou deveria) por inteiro.

“Assessor de Imprensa é Jornalista”? Rivaldo Chinem (2003, p. 123) afirma que “há manuais de jornais que demonstram aversão total ao assessor de imprensa”, e que tais profissionais devem ser tratados com respeito e desconfiança, pela sua função ambivalente de fonte de informação, ao mesmo tempo em que atua também com lobista, na defesa dos interesses da organização que representa. O mesmo autor cita ainda a opinião de Heródoto Barbeiro, cuja declaração é oportuna ser transcrita:

Assessor de imprensa não é jornalista porque ele perde a isenção. Não estou desqualificando, mas não é bom argumento dizer que ele é jornalista, porque não está preparado para isso, para o exercício da função. Suponhamos que ele seja jornalista em uma empresa de manhã e assessor de imprensa à tarde. Ele perderia a isenção. Se soubesse de algo importante ele iria dar ou esconderia a notícia? Essa é uma questão teórica. Não estou desqualificando o jornalista. Na função de assessor de imprensa o profissional é uma espécie de relações públicas, um relações empresariais, um homem das relações corporativas”

Em contrapartida, as Relações Públicas caracterizam-se pela aplicação de conceitos e técnicas de comunicação estratégica, comunicação dirigida e comunicação integrada, como coordenar, implantar, supervisionar, avaliar, criar e produzir material que, em essência, contenha caráter institucional da organização e se enquadre no escopo da comunicação organizacional e são conhecidos por newsletters e boletins informativos eletrônicos ou impressos, house organs, jornais e revistas institucionais de alcance interno ou externo, relatórios para acionistas, folhetos institucionais, informações para imprensa, sugestões de pauta, balanços sociais, manuais de comunicação, murais e jornais murais e outras funções pertinentes a área de comunicação específica como elaborar planejamento para o relacionamento com a imprensa, definir estratégia de abordagem e aproximação; estabelecer programas completos de relacionamento; manter contato permanente e dar atendimento aos chamados e demandas; elaborar e distribuir informações sobre a organização, que digam respeito às suas ações, produtos, serviços, fatos e acontecimentos ligados direta ou indiretamente a ela, na forma de sugestões de pauta, press releases e press kits, organizar e dirigir entrevistas e coletivas; criar e produzir manuais de atendimento e relacionamento com a imprensa; treinar dirigentes e executivos para o atendimento à imprensa, dentro de padrões de relacionamento, confiança e credibilidade.
A transcrição desses itens é justamente para evidenciar alguns pontos que freqüentemente geram conflitos entre relações públicas e jornalistas, e que permanecem mal resolvidos na atualidade, provocando antagonismos, com conseqüências desagradáveis para os envolvidos e dificultando significativamente o exercício pleno das atividades profissionais. Me refiro às determinações de decretos anteriores que reconhecem a assessoria de imprensa como atividade exclusiva de jornalistas. Essa decisão foi sacramentada e divulgada posteriormente no Manual de Assessoria de Imprensa (1994), em cujo documento explicou-se a atividade em si, além de expor as principais atribuições e funções das relações públicas e publicidade e propaganda. E , posteriormente foi atualizada e ampliada no Manual dos Jornalistas em Assessoria (agora, não mais de Imprensa) e sim, de Comunicação (1999).( www.alaic.net)
Certamente se insistirmos em posicionamentos corporativos, não estaremos privilegiando os aspectos da cidadania, da democracia, da liberdade de exercer-se uma profissão com responsabilidade. Ora, a contratação de um profissional, qualquer profissional, independente da sua formação, nem sempre significa engajamento , mas há sempre um contrato que estabelece formalmente a função do mesmo e que deverá contar com a concordância das partes envolvidas. Tenho certeza que para a democracia é fundamental a clareza das funções e dos papéis que cada profissional deverá exercer no seu ambiente de trabalho.
Os novos modelos organizacionais exigem um profissional de comunicação inovador, cuja visão inclua a sua responsabilidade e competência profissional, entenda e se certifique dos objetivos e propósitos organizacionais para a qual vai trabalhar e concorde com eles, e ao mesmo tempo tenha compromisso com a democracia e a cidadania. Portanto, nem todas as práticas rotuladas de relações públicas no Brasil podem ser consideradas legítimas. Deve-se zelar pela qualidade e transparência no desenvolvimento das atividades profissionais. E neste quadro é fundamental entender a relação existente entre o profissional de relações públicas e a organização para a qual atua, e do outro lado, poder contar com um jornalismo curioso e investigativo, que prima pela sua independência, que entendemos e respeitamos como sendo uma das principais características da atividade jornalística.Quem sai ganhando é a sociedade.
É provável que os impasses conceituais, os temores e rancores manifestados pelas duas áreas em relação a quem é quem nas Assessorias de Imprensa e Comunicação pudessem ser minimizados se houvesse o entendimento claro sobre as competências de cada área e da necessidade de atuação integrada e compartilhada. E ainda, que somos profissionais de comunicação….
Ver o artigo todo em: (http://www.alaic.net/VII_congreso/gt/gt_12/GT12-38.html)

Sugestão de blog sobre o assunto:

http://www.brunoamaral.com/post/moleskine-relacoes-publicas-versus-publicidade/

http://estrategias0607.blogsome.com/2006/11/12/aula-5/

http://books.google.com.br/books?id=MNcRuEPcMekC&pg=PA149&lpg=PA149&dq=rela%C3%A7%C3%B5es+p%C3%BAblicas+versus+jornalistas&source=bl&ots=IIyAbXbmEh&sig=91qAgy_WVphdDV37-50Qf-USXBM&hl=pt-BR&ei=ud8LS7eTL4uQtgftq_TbAg&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=10&ved=0CCYQ6AEwCQ#v=onepage&q=rela%C3%A7%C3%B5es%20p%C3%BAblicas%20versus%20jornalistas&f=false

charge-jornalistasvsrps

Dois em Um

November 23rd, 2009 by tica

Já ouvi muitas pessoas dizerem que o Relações Públicas podia tanto fazer parte do mundo administrativo quanto do mundo da comunicação.Mas isso seria uma verdade???

Assim podemos dizer que a profissão de Relações Públicas pode-se encaixar tanto na formação administrativa quanto na comunicativa.

Isso se dá pois nesta área o RP administra os problemas e soluções de uma empresa, na parte da comunicação integrada.Mesmo não se tratando de trabalhar na área financeira, e sim na estratégica,busacamos através das ferramentas de comunicação gerar resultados.Po outro lado trabalhamos na área de comunicação pois atumos como canalizadores de ações de decisões, e por meio disso mostramos qual é o posicionamento da empresa.

Trabalhamos para perceber e conquistar a opinião pública.Podemos dizer que somos como diplomatas corporativos,pois temos diretrizes culturais e comuicacionais, desenvolvendo a capacidade oratória, podendo assim interferir em um processo ou ação.Usamos todas as nossas “armas” para conseguir hamonizar conflitos internos e externos, mostrar o lado positivo para ambos os lados e deixar claro como funciona a atuação conjunta ,mostrando assim como esta pode trazer benefícios á todos.

O principal é lembrar que aonde quer que agente vá levamos a missão, a visão e os valores daqueles que representamos.Juntamente temos nossa ética e responsabilidade social ,a qual mostra claramente nossa imagem corporativa, que representa em si as pessoas que fazem parte dela.

Assim todo tipo de conhecimento que possamos adquirir , como conteúdos históricos, geográficos,humanistas e filosóficos entre outros, nos ajudam a ter base para podemos aplicar em nosso trabalho tudo que aprendemos.

Nos lidamos com todo tipo de personalidade, e pegamos o que há de mais sutil e profundo em tudo que forma essa personalidade sempre com o propósito de fazer o melhor para todos os qnvolvidos.Mas isso muitas vezes faz com que sejamos julgados.

Por fim pode-se dizer que somos tanto pertencentes a área administrativa quanto comunicativa, pois desenvolvemos pontes entre as empresas e seus públicos, tentando sempre criar um ambiente de paz entre todos os envolvidos.

Balada Mixta #Public Relations Edition

November 23rd, 2009 by irangiusti

balada_mixta_05__97_G55B

“Nos últimos meses surgiram muitas festas sem proposta, feitas nas coxas, que acabam por desvalorizar a noite de forma geral. Acho que quando um produtor de festas noturnas recebe um convite para promover uma nova noite em uma nova casa, deveria pensar mais na proposta e menos no próprio umbigo”, critica Pedro (Pedro Beck, publicitário, social mídia e produtor). “A verdade é que as pessoas são preguiçosas. Fazer uma festa não é criar um flyer e soltar no Facebook. Vai além. É relações públicas, é produção, é som e, principalmente, o diferencial. Por que as pessoas iriam na sua balada? Se um dia eu pensar ’se a Balada Mixta não fosse minha, eu não iria nessa festa’, eu paro de fazer”.

É assim que termina a matéria que o Pedro Beck deu para Folha de São Paulo no dia 19 de novembro e é assim que começa esse post sobre a festa “Balala Mixta” que rola quinzenalmente sempre as quintas na Funhouse.
Quando comecei a pesquisa para revistas digitais acabei chegando ao Pedro, que produz conteúdo para a @napix, já o seguia no Twitter principalmente pelo seu blog de series e via sempre a divulgação da festa nova que ele começara a produzir e quando finalmente fui, vi que tinha um amigo carioca em comum e não deu outra, a minha última pergunta na entrevista foi:

Você é um dos organizadores de uma nova festa na cidade a “Balada Mixa” que tem um super apoio da @napix , em uma conversa com um amigo meu você falou a importância da divulgação massiva nos canais digitais, você acha que é esse o caminho para divulgação de atividades e produtos?

PB: Aproveito meu trabalho e experiência em social mídia, ou seja, redes sociais para estender a divulgação de meus projetos. Acho que os canais digitais são parte do processo de criação de um “buzz”, mas se seu produto não tem qualidade, não tem buzz, guerrilha ou viral que te ajude. A Internet é um complemento. Sozinha, sem planejamento, ela é apenas uma rede.

Depois de ler tudo isso não consegui parar de pensar, A Balada Mixta é um ótimo Case de Relações Públicas;

O começo foi como tudo, apenas uma idéia mas com a definição das características da festa e público alvo ganhou corpo, daí para a organização e divulgação foi um pulo. Pedro Back junto a uma galera fashionista começou a divulgação no twitter (composta principalmente pelos blogueiros @katylene @BrisaIssa e @wakabara e toda patota do @obailetodo e #bahiaday)  Pronto, evento de qualidade + otima comunicação com o publico bem definido e apoio de profissionais conhecido na noite como o @pomada (também dono da festa)  e propaganda de um grupo que possui fieis seguidores fez da balada mixta esse case bacana de ser estudado.

As promoções também não ficam atrás, engraçadíssimas gincanas nos blogs “mixtos” como o katylene.com.br e agoraquesourica.com já valem a pena para se divertir. Assim como as hilárias colunas do @wakabara e da @lobniski no blog da festa:  www.baladamixta.wordpress.com

Para ler a matéria da folha na integra:  http://guia.folha.com.br/noite/ult10049u654792.shtml  e ver as fotos das edições passadas: http://funhell.com.br/
@irangiusti que foi em quase todas as edições e merece um vip vitalício pelos serviços de divulgação prestado!

RP: Brasil X Estados Unidos

November 22nd, 2009 by jucmeirelles

Nos Estados Unidos é comum ver Relações Públicas bem-sucedidos e pessoas que sabem dizer na ponta da língua o que faz esse profissional. Já no Brasil, muitas empresas não têm esse cargo, e profissionais das outras áreas de Comunicação fazem o nosso trabalho, muitas vezes nem se dando disso. Desde que entrei no curso de RP já perdi as contas de quantas pessoas não faziam idéia do que era um Relações Públicas, muito menos onde ele atuava. Já as pessoas que sabiam, consigo contar nos dedos.
Na televisão também somos bombardeados com RP´s nos Estados Unidos. Quem não se lembra de Samantha Jones, de Sex and the City? Ou então de como a imagem de Will Smith mudou em Hancock com a ajuda de um profissional da área? No Brasil não vemos isso.
Alguns livros de Relações Públicas consideram como precursores de RP nos Estados Unidos Sam Adams, Amos Kendall, Phineas T. Barnun e o presidente Abraham Lincoln. O presidente norte-americano morreu 1865, enquanto o primeiro departamento de Relações Públicas no Brasil foi criado em 1914, pela empresa canadense The São Paulo Light and Power Co. Limited. A diferença de anos é muito grande não esquecendo que a empresa em questão é canadense, e não brasileira.
Durante o governo de Getúlio Vargas, toda a comunicação foi utilizada por ele, sem que a área pudesse crescer. São criados, em 1931, o Departamento Oficial de Publicidade, em 1934, o Departamento de Propaganda e Difusão Cultural no Ministério da Justiça e, em 1939, o Departamento de Imprensa e Propaganda – DIP – subordinado diretamente ao presidente. Nesse momento nem existia um curso universitário. O primeiro foi na Praia Vermelha, no Rio de Janeiro, no início da década de 40. O primeiro curso com o nome de Relações Públicas, porém, foi em 1953.
Nos anos 60, a área começou a se expandir. os anos 60 foram decisivos e transformadores dessa área no Brasil. Isto se justifica por dois fatos a serem analisados nesse estudo, a regulamentação da profissão e a atuação do Governo Militar pós-golpe de 64. Toda essa efervescência sócio-econômica abriu à área da comunicação um grande mercado e diversas oportunidades. No ano de 1962, em São Paulo, é publicado o primeiro livro de Relações Públicas de Brasil: “Para Entender Relações Públicas”, de Cândido Teobaldo de Souza Andrade. No ano seguinte, foi realizada, no Rio de Janeiro, a IV Conferência Interamericana de Relações Públicas.
Nos EUA, Ivy Lee é considerado o primeiro Relações Públicas com um cargo maior. Em 1906, depois de um acidente na Pennsylvania Railroad, ele foi contratado para cuidar do assunto. Ele então convenceu a companhia a abrir todas as informações aos jornalistas, antes que eles ficassem sabendo da informação de outra maneira. Em 1912 ele foi oficialmente contratado pela empresa. Arquivos revelam ainda que ele foi o primeiro a montar a descrição de uma posição de RP corporativa num nível de vice-presidência. Isso foi em 1912, quando a área já crescia, enquanto no Brasil só começou, timidamente, em 1914.
A nossa área luta cada vez mais para crescer no Brasil, principalmente hoje que a concorrência é alta e as empresas precisam estar bem assessoradas, portanto a esperança que a profissão no Brasil será reconhecida da maneira que merece não morre, e continuamos a lutar por isso.

« Previous Entries