Parte II – “O lado “B” das mídias sociais numa Assessoria Artística”
November 10th, 2009 by anacarolinarp
No meu post passado “Comunicação Digital – Parte I: O lado positivo das Mídias Sociais como ferramenta para a Assessoria Artística” compartilhei com vocês meu ponto de vista POSITIVO sobre as mídias sociais para uma Assessoria Artística. Nele, levantei a questão da descentralização da informação: “Essa descentralização de poder da informação é uma característica POSITIVA ou NEGATIVA?” Para quem não acompanhou, comentei que como toda escolha tem suas vantagens e desvantagens (que chamei de “lado B das mídias sociais”), ser uma personalidade que está na mira de todos também tem seus prós e contras. Mostro-lhes a partir de agora o que considero “os CONTRAS” dessa ferramenta. Sabemos que cada dia aumenta quantidade de usuários nesses novos meios de comunicação, e junto com eles vem o aumento de informação e propagação das mesmas. Tanta disseminação de informação vem sido discutida por profissionais de diversas áreas como algo preocupante recebendo o termo de info-obesidade, que foi dado a todo esse movimento de veiculação e criação de e que tem um peso considerável no mundo no marketing quando se pensa em alguma campanha publicitária de algum produto ou artista. Porém nem tudo que é criado, desenvolvido e difunfindido nas mídias sociais podem ser considerado de QUALIDADE ou VERÍDICO. Por exemplo, uma ferramenta que tem um grande número de usuários, pode apresentar um falso crescimento, pois existem muitas contas de quem ingressou, mas não obtêm um relacionamento com a rede; tem quem tenha postado uma vez algum artigo ou criado um blog sobre uma celebridade, mas depois não manteve atualizado ou não verificou se o que foi veiculado era de fato a noticia na integra ou distorcida, apenas REPUBLICOU; isso numa apuração para um clipping do trabalho de qualquer artista pode resultar em números que na verdade não são tão efetivos assim, gerando em resultados distorcidos para a assessoria de quem o faz. Sem esquecermo-nos dos mal intencionados que plantam uma noticia, fazem um viral e acaba queimando um artista ou criando verdadeiros caos apenas para ver que repercussão tomará a “brincadeira” de mau gosto; existem vários exemplos a serem citados de artistas q teriam sofrido acidente, se separado, pego com drogas, noticias banais, mas que para um artista em ascensão pode resultar em grandes problemas. Nesse ponto, a internet é a facilitadora de tudo isso e prejudicial a imagem daquele que está sendo exposto nas redes. Do meu ponto de vista, baseado em todas as leituras feitas de blogs visitados e reportagens lidas a respeito das mídias sociais, concordo com a @raquelcuero em um de seus posts no blog: http://pontomidia.com.br/raquel de que é necessário ENGAJAMENTO por parte dos internautas twitteiros, blogeiros, orkuteiros, que é o que de fato trata qualidade nessas conexões. “Um forte engajamento, por exemplo, pode resultar em uma maior retenção ou em um crescimento acentuado devido ao buzz em torno do serviço. “ O engajamento é orgânico e depende da apropriação e dos valores construídos. A retenção pode ser criada de forma artificial, por mecanismos de spam, medidas inadequadas e mesmo outras estratégias que podem mascarar os dados reais.” diz Raquel É válido pararmos para analisar e explorar como aperfeiçoar essas ferramentas para a comunidade que utiliza o sistema poder não usufruir apenas da quantidade mas da melhoria da produção e QUALIDADE dos materiais que correm no nosso mundo virtual. Pelo menos esse é meu ponto de vista, pelo menos na área voltada para a assessoria artística.
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