Imagem das celebridades

June 1st, 2010 by Kahespanhol

Pessoas famosas preocupam-se cada vez menos com a sua imagem. Temos vários exemplos disso, principalmente das celebridades americanas, Lindsay Lohan, Amy Winehouse, Britney Spears entre outras.

A Britney Spears é o maior exemplo disso, pois quando começou a sua carreira era muito popular entre crianças e adolescentes, conhecida como “a princesinha do pop”.  Entretanto ela foi ficando mais velha e mostrando-se irresponsável, envolveu-se em problemas com drogas e escândalos com paparazis.

Lindsay Lohan, a qual também era a “queridinha”das crianças e dos adolescentes a pouco tempo revelou-se bissexual e vive se metendo em escândalos envolvendo drogas, bebidas e etc. Inclusive recentemente foi intimada a utilizar uma tornozelera para medir o nível de álcool no corpo.

A questão é, até que ponto isso só as atinge? Afinal, são pessoas públicas, as quais deveriam dar um bom exemplo a sociedade.

Por trás destas celebridades deveriam ter pessoas dedicando-se a prezar a imagem delas, um bom relações públicas não é só aquele que cuida dos problemas e sim aquele que os previne. Entretanto quando estes ocorrem um bom relações públicas deve saber como driblar o problema, algumas vezes assumindo o erro e pedindo desculpas assim como fez o RP do Tiger Woods quando o mundo soube que ele traiu sua esposa. E outras vezes quando a imprensa mostra-se errônea em suas fofocas, deve-se saber como revelar o que de fato aconteceu, de um modo que convença-se a opinião pública.

Mesmo que isto dependa 80% dos famosos, o RP deve trabalhar muito bem estes 20%, e utilizar o seu poder de comunicação, para explicar e convencer o seu cliente que certos comportamentos irão denegrir a sua imagem e que, além disso, a exposição deles reflete na sociedade.

Relações em Campo

June 1st, 2010 by Bompa

O ex-jogador do Flamengo, Adriano, dá adeus ao clube carioca agora que fechou contrato com o clube Roma, na Itália, e mostra que com certeza sua passagem pelo Brasil não foi monótona. Com diversos conflitos dentro e fora do campo, o jogador neste segunda-feira (31 de Maio) voltou a ser o centro das atenções.

Ainda na segunda-feira, o jornal carioca O DIA, publicou fotos do Imperador portando uma metralhadora juntamente com um amigo que também segurava uma arma semelhante. Em outra foto o jogador e seu amigo também fazem gestos que representam as iniciais ou as siglas de uma famosa facção criminosa do rio, o Comando Vermelho. Como se já não bastasse, o jogador terá de depor devido à uma suspeita de participação em uma transição de dinheiro com membros de uma quadrilha de traficantes da zona norte do Rio.

Em resposta a essa segunda-feira turbulenta para o Adriano, seu empresário diz que as armas que o jogador e seu amigo seguram nas fotos são apenas réplicas, armas de brinquedo, utilizadas para jogar paintball. O empresário ainda diz em defesa do jogador que nas fotos, pode-se ver Adriano bem mais magro do que atualmente e que as fotos forma utilizadas por traficantes para extorquir o jogador há dois anos.

“No dia 6 de junho de 2007, sofremos tentativas de extorsão por causa destas fotos, que foram tiradas na casa do Adriano, na Itália, e fui na Polícia Federal, onde até hoje corre o processo no Rio de Janeiro. A arma que o Adriano segura é de paintball, não é de verdade. E a outra, dourada, que está com um amigo dele, é um abajur quebrado que ele tinha na Itália”, declara Rinaldi, empresário de Adriano.

É nestes momentos de crise da imagem do atleta que podemos ver como um profissional em comunicação consegue com sucesso esclarecer e reverter a situação atual. É através de um posicionamento transparente e responsável pelo acontecido que a imagem do jogador pode ser redesenhada. E de acordo com os autores Somoggi, Szperling e Ferreira (2002, p.19) que defendem o profissional de relações públicas em meio aos esportes: “uma boa relação com a imprensa é fator-chave de sucesso em qualquer estratégia que envolva esporte”.

Bom até semana que vem!

Proteste já!

June 1st, 2010 by Bompa

Desde Janeiro deste ano, os alunos da Universidade de São Paulo estão protestando pelo direito de utilizarem os recursos e livros disponíveis no maior acervo bibliográfico de direito do Brasil.

Entretanto, há 116 dias os alunos não possuem mais a biblioteca em seu prédio original, o prédio histórico situado no Largo São Francisco, pois, de acordo com a diretoria, o espaço antes reservado para a biblioteca na Universidade, agora dará lugar a novas salas de aula. Até então, o motivo não parece tão ruim ou o bastante para tamanho aborrecimento.

O principal problema é a diretoria ter feito tal mudança dos livros durante a noite, “sorrateiramente” como os próprios alunos dizem, e sem aviso aos estudantes.

Os livros foram levados para um prédio ao lado que ainda não possui estrutura para abrigar o acervo e muito menos receber os alunos que queiram fazer consultas ou locar os livros.

Dada tamanha insatisfação dos alunos, o programa CQC (Custe o que Custar), em um de seus principais blocos, o Proteste Já, foi conferir a zona na biblioteca da USP. O CQC mostrou como várias vezes tentou entrar em contato com a diretoria da USP e como em todas essas vezes foi rejeitada. Não houve nenhum contato com assessores ou outros responsáveis que pudessem auxiliar o programa ou mesmo os estudantes, que por falta de canais protestam dentro da faculdade com cartazes e uma contagem de quantos dias estão sem biblioteca.

O programa CQC conseguiu finalmente falar com o diretor da Universidade que deu um prazo de 20 dias para a biblioteca voltar a funcionar. No entanto, deveríamos ficar atentos aos fatos de que 1) o dinheiro utilizado pela Universidade vem dos nossos impostos e por isso o problema se torna de todos e não apenas dos alunos da USP e 2) Onde estão os responsáveis para tornar possível a comunicação, tanto com a imprensa, quanto com os alunos?

Vemos um caso que poderia acontecer com qualquer outra Universidade ou Instituição de Ensino, mas que se mostra um tanto contraditório, uma vez que incentiva a comunicação e possui um diálogo falho com seu principal público, os estudantes.

Agora nos basta esperar para ver quais vão as desculpas para caso a biblioteca não estar disponível daqui 20 dias.

No link a seguir vocês podem conferir o bloco do Proteste Já exibido ontem, 31 de Maio, pela rede Bandeirantes de Televisão:

http://livrosepessoas.blogspot.com/2010/06/cqc-proteste-ja-usp-sem-biblioteca.html

Até semana que vem!


Nestlé quebra a confiança do consumidor

June 1st, 2010 by robertart

“No último dia 19 de maio, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) decidiu proibir a publicidade da bebida Alpino Fast que induzisse as pessoas a acreditarem que o produto tem o chocolate Alpino. A agência considerou que a propaganda induzia o consumidor a erro.”

Fonte: Publicação Folha de São Paulo, 31/05/2010

A Nestlé, depois de muita pressão por parte dos consumidores e do MP admitiu que não usa o chocolate Alpino na fabricação da nova bebida, mesmo essa bebida levando o logo da marca.

Mas, fica evidente que o consumidor está sendo enganado, já que a única coisa que o consumidor espera encontrar é alguma forma de bebida Alpino derretido.

Enquanto a Nestlé ainda não esclarece todo o equivoco, fica a dúvida para a maioria dos consumidores: “Qual o motivo de usar uma marca conhecida, exclusiva e diferenciada em uma embalagem que simplesmente não possui Alpino? Alavancar vendas?”

É possível que o Marketing esteja querendo fazer uma extensão da marca, mas não levaram em conta o fato de que a Nestlé tem um grande público e que este conhece bem o produto que consome e o mesmo a cada dia fica mais exigente e com maior poder diante dos direitos do consumidor.

Além dos direitos do consumidor, hoje, graças ao avanço da tecnologia, o poder do consumidor nas mídias sociais vem crescendo gradativamente, fazendo com que o público consiga fazer ação conta a empresa a partir dos meios mais utilizados pela sociedade (ex: Facebook, Twitter, Orkut, Flickr, ReclameAqui), e fazendo com que a divulgação seja bombardeada rapidamente e achando pessoas com o mesmo problema, forçando a empresa solucionar o problema ou até mesmo tendo a interferencia do Ministério Público para a retirada da propaganda e/ou o produto do mercado, e, caindo no gosto da Mídia, já que a Mídia tem um alto poder influenciador perante a sociedade.

Voltando, ao assunto principal do post, a grande repercussão do problema do produto da Nestlé fez com que ela divulgasse ontem (31/05/10) uma nota na mídia propondo mudanças na embalagem, se comprometendo a rever dois pontos: a imagem de bombons no rótulo da bebida e a frase que afirma que ela não contém o chocolate, para que essa informação “fique mais clara para o consumidor”.

A Nestlé ainda continua errando com o consumidor, insinuando que ele não tenha entendido a “proposta” do produto.

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