VIRAL DO CROSSFOX

December 1st, 2009 by brubrito

Stefhany acumulou fãs pelo Piauí e graças ao poder da internet começa a ter sua fama divulgada pelo Brasil. Seu principal clipe passou recentemente das 120 mil visualizações. O sucesso é baseado na música de Vanessa Carlton – A Thousand Miles e conquistou a simpatia do povão, que fez o vídeo bombar no You Tube.

O detalhe nisso tudo é o destaque que ela faz em seu refrão sobre o Crossfox, o carro da mesma. “No meu Crossfox eu vou sair. Vou dançar, me divertir..” É a tal da inclusão digital, que cada vez mais facilita a entrada do povão na internet.

E por mais que seja engraçado não adianta descriminar esta inclusão São eles que, muito em breve, irão dominar os rankings de mais vistos, acessados e etc. Será que a Volks financiou a artista? Será o nascimento do clipe patrocinado ou o “publiclipe”? Sem dúvida, grandes estrelas cobrariam uma pequena fortuna por tamanho “merchan”.

O problema é saber se a marca queria um desses ou não. Publicidade 2.0, gerada pelo consumidor, espontânea. O plano é sempre fazer com que os consumidores gerem vídeos bacanas, bem-feitos, com bom-gosto, falando bem da marca. E quando surge do nada uma Stephany, que faz um clipe que como este, onde o numerod e viés é super alto, o aumento das vendas é inevitável.

Linkedin e o lançamento do “custom groups”

December 1st, 2009 by juliagraziato

linkedin

A Rede social anuncia o  lançamento do ‘Custom Groups’ para atrair consumidores das marcas de luxo.  O site disponibilizou alguns grupos personalizados de anunciantes para  criar uma presença mais forte. A intenção é comprar meios de comunicação e ajudar a conduzir as pessoas para os grupos.
“Temos um monte de gente rica e nós somos maiores que o Twitter”. Essa frase foi dita em forma de brincadeira por David Hahn, diretor de Gerenciamento de Produtos do Linkedin.
A estratégia é parecida com os  programas de publicidade criados pelo MySpace e Facebook, em que incentivam a criação de páginas e em seguida, usam a publicidade de ofertas do Facebook para ajudar na campanha de adesão.
Há uma precoce funcionalidade existente no Linkedin, em que os membros fazem perguntas na comunidade. “Isso é uma vantagem para o Linkedin, já que os grupos permitem que os níveis de envolvimento sejam mais profundo do que as rápidas respostas. Uma boa parte da comunidade no Linkedin parecia ser focada em respostas, mas agora o foco é totalmente em torno de grupos”, disse David Berkowitz, diretor sênior de Mídia e Inovação da agência de marketing digital 360i.
100 mil pessoas se juntam por dia nos grupos, enquanto que de 1.000 a 3.000 pessoas respondem as perguntas semanalmente. Já existem 400 mil grupos no Linkedin e as marcas que pretendem criar algo personalizado serão capazes de importar conteúdo, tipo vídeo ou feeds RSS para o grupo.
Este case mostra claramente o que já se vem discutindo bastante: como as mídias sociais estão se tornando progressivamente importantes para a consolidação da imagem de uma marca e a maneira pela qual elas vem ganhando cada vez mais espaço na internet.
@Ju_ Graziato

Mas afinal o que é um Flash Mob?

November 24th, 2009 by bmagalhaes

Flash Mobs são aglomerações instantâneas de pessoas em um local público para realizar determinada ação inusitada previamente combinada, estas se dispersando tão rapidamente quanto se reuniram. A expressão geralmente se aplica a reuniões organizadas através de e-mails ou meios de comunicação social.

Pensando a respeito do conceito desta a ação a companhia de celular T-MOBILE acabou se especializando na criação de flash mobs, a escolha parece fazer sentido, afinal de contas as pessoas querem mesmo compartilhar via celular estas coisas quando se deparam com elas e este tipo de ação reforça o posicionamento da marca.

Realmente tem tudo a ver com o conceito da marca, foi uma ótima sacada, eles já fizeram vários, teve um que foi no programa da Oprah. Cerca de 800 pessoas fizeram 20.000 dançarem juntas enquanto o grupo Black Eyed Peas cantava o tema de abertura do programa, I gotta feeling.

Seguindo a campanha “Life’s for Sharing” da marca, lançaram um vídeo de mais um  flash mob, que aconteceu na Trafalgar Square, reunindo 13.500 pessoas para cantar Hey Jude, dos The Beatles. Foram distribuídos diversos microfones para as pessoas na multidão, e um telão ia passando a letra da música, como em um karaokê. Esta ação foi muito emocionante.

Tendo como missão: fazer com que as pessoas dividem coisas inesperadas e maravilhosas com as outras pessoas. Estão utilizando perfeitamente este recurso de comunicação para administrar uma ótima imagem da empresa.

É muito interessante ver quando as marcas conseguem fazer associações que mexam tanto com o seu público alvo gerando um ótimo reconhecimento e posicionamento da marca!

Seguindo esta mesma linha, neste final de semana no NATURA ABOUT US, ocorreu uma ação com esta mesma idéia de karaokê, na música PACIÊNCIA do Lenine, foram distribuídos 100 microfones por todo o público, a letra passou no telão e todos cantaram juntos. Eu estava lá e foi realmente emocionante, a música fala a respeito de termos um pouco mais de paciência com o mundo, e com a vida, pois a “a vida é tão rara”, isto tem tudo a ver com o festival que visava sustentabilidade e tinha uma ação de responsabilidade por trás, mostrando que o planeta precisa de nós, como a Natura combinava perfeitamente. Valeu a pena participar desta ação!

Como está muito recente ainda não encontrei vídeos muito bons mas segue uma “palinha” de como foi o Lenine:

Bruna Magalhães

Web 2.0 e o Consciente Coletivo.

November 24th, 2009 by alinebrandao

A década de 00 pode ser considerada a década na qual a individualidade de pensamento e de produção começa a ficar extinta. Com ao avanço da internet os programas contribuem cada vez mais para a formação de obras coletivas. Lógico que tudo tem dois lados, ela pode servir para muitos artistas como uma mão para levar sua criação ao público, mas o que quero dizer é que sites da Web 2.0 como Wikipédia incentivam a criação com mais de um autor, ou seja, sem autor algum. O que pode ser uma forma de contribuição (cada um escreve o que sabe sobre o assunto e forma um texto cada vez mais completo) pode ser também uma fonte sem informação confirmada, podendo ser equivocada e principalmente e mais preocupante a única fonte pesquisada, fazendo indivíduos assim, que pensam basicamente iguais e que não pensam profundamente. Assim como Tocqueville escreveu no seu texto: “A democratização da America” no ano de 1805, a democracia fez indivíduos que não se especializam profundamente em nada, e sabem um pouco sobre tudo, o legal não é ser diferente e pensar diferente, que é o que adiciona sabedoria a todos nós, o legal é ser igual. Tocqueville nem imaginava como essa democratização seria cada vez mais verdadeira com a chegada da internet e a arte e o pensamento cada vez mais superficiais e iguais, criados em concordância por todos que tiverem interesse. Esse cuidado que todos nós devemos tomar: até onde esse consciente coletivo proporcionado pela internet é ou não positivo? Até onde a internet facilita ou não nossas vidas? Até onde tanta informação não se faz também superficial? O importante é sempre saber que essa é sim muito positiva porém não pode ser a única forma. Se nos deixamos levar comente pela Web 2.0 podemos nos tornar cada dia mais ignorantes e sem opinião própria.

Divulgação de Bandas pelo Myspace

November 17th, 2009 by brubrito

O surgimento do MySpace minimizou um dos grandes problemas dos artistas independentes: onde divulgar.

Um fato curioso com o advento MySpace lá fora é que vários artistas adotaram o site como homepage. No Brasil o fenômeno se repete, uma vez que além do perfil e músicas em streaming, as bandas tem opções de colocar vídeos, álbuns de fotos, slides de imagens, eventos, blog e agenda de shows, além de terem à sua disposição artistas do mundo inteiro para se relacionar.

Como é obvio, a internet facilitou a divulgação das bandas. O Myspace canalizou essas facilidades permitindo visibilidade de uma forma extremamente democrática, pois possibilita a divulgação de seus trabalhos em um suporte multimídia (música e imagem) sem ônus, e com alcance mundial. Melhor ainda é que nem há necessidade de ser um expert em internet para conseguir uma exposição boa e rápida através do Myspace.

myspace

Em um passado não muito distante, ainda sem a popularização da internet, o artista independente se desdobrava para mostrar seu trabalho país afora, abraçando sozinho todo o processo e arcando com os custos.

Quando os  idelalizadores do Myspace o criaram , certamente não imaginaram que ganhariam o mundo da música inteiro com perfis de bandas. Na época, as gravadoras não estavam mais dispostas a investir na divulgação de seus artistas iniciantes.

Daí, notaram a necessidade urgente de divulgarem suas músicas para um número maior de ouvintes; desenvolveram  um site simples e eficiente para usuário e artistas, com a ajuda de uma ótima equipe, com a qual já trabalhavam há mais de sete anos.

Dentro do formato e tipo, o Myspace ainda é o site mais usado, com uma média diária de 500 mil novos usuários e cerca de 110 milhões de visitantes por mês. No Brasil os números mais significativos iniciam-se pela quantidade de cadastros: Mais de 55 mil perfis de bandas e artistas brasileiros.

O lançamento no Brasil do Myspace foi marcado por um Secret Show na com a banda paulista NX Zero, no Clash Club na Barra Funda. Os Secret Shows oferecem aos usuários a chance de assistirem apresentações inéditas e gratuitas dos artistas. Para ter acesso ao Secret Show é preciso apenas imprimir o seu perfil pessoal e chegar o quanto antes ao local da apresentação.

Monitoramento de Mídias Sociais.

November 17th, 2009 by irangiusti

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Com a criação das redes sociais surge um novo mercado: o de relacionamento direto com o consumidor e monitoramento de marca e imagem das empresas. E para alimentar e facilitar a vida de quem trabalha nesse mercado criaram-se algumas ferramentas de monitoramento de mídias sociais. O processo é simples:

- Escolhe- se um número X de palavra chaves que serão monitoradas por um tempo determinado

 - Ao logar na sua conta terá toda a busca ordenada da forma que você preferir: rede social, data, relevância e a partir dessa listagem você pode classificar o conteúdo gerado em Positivo, Negativo ou Neutro.

- Algumas ferramentas também permitem a criação de uma tag (espécie de pasta para agrupar informações semelhantes), possuem histórico do conteúdo (se já houve outras citações nesse mesmo canal) e um botão de resposta imediata.

 - Termos definidos, conteúdo encontrado e classificado, falta apenas estruturar em formas de gráficos e tabela, coisa que os próprios programas fazem.

E o que não falta são opções só de ferramentas pagas nós foi indicado o:

http://www.postx.com.br/

http://www.pressarmy.com/

http://www.scup.com.br/home

Na linha grátis

 http://www.socialmention.com/  Que usa um método mais braçal com pesquisa de termo para cada canal

E o http://www.google.com/intl/pt-BR_ALL/analytics/ 

Ah e uma ótima dica é o site http://bit.ly/  que além de comprimir os caminhos para que caiba no Twitter contabiliza o numero de clicadas nesse caminho.

 Bom ai acaba ficando fácil lidar com esse novo mundo 2.0 , os ferramentais são essenciais no nosso trabalho, permitem que identifiquemos os problemas, tenhamos interatividade com nossos públicos estabelecendo conexões reais a onde só se via impessoalidade e descaso.

Agradecimentos @evasques @KatiaMeireles o onipresente @enriquejimenez (que eu incomodo muito) e a PhD em Twittter @rosana que nem sabe que ajudou mas ajudou !

 @irangiusti

Parte II – “O lado “B” das mídias sociais numa Assessoria Artística”

November 10th, 2009 by anacarolinarp

No meu post passado “Comunicação Digital – Parte I: O lado positivo das Mídias Sociais como ferramenta para a Assessoria Artística” compartilhei com vocês meu ponto de vista POSITIVO sobre as mídias sociais para uma Assessoria Artística. Nele, levantei a questão da descentralização da informação: “Essa descentralização de poder da informação é uma característica POSITIVA ou NEGATIVA?” Para quem não acompanhou, comentei que como toda escolha tem suas vantagens e desvantagens (que chamei de “lado B das mídias sociais”), ser uma personalidade que está na mira de todos também tem seus prós e contras. Mostro-lhes a partir de agora o que considero “os CONTRAS” dessa ferramenta. Sabemos que cada dia aumenta quantidade de usuários nesses novos meios de comunicação, e junto com eles vem o aumento de informação e propagação das mesmas. Tanta disseminação de informação vem sido discutida por profissionais de diversas áreas como algo preocupante recebendo o termo de info-obesidade, que foi dado a todo esse movimento de veiculação e criação de e que tem um peso considerável no mundo no marketing quando se pensa em alguma campanha publicitária de algum produto ou artista. Porém nem tudo que é criado, desenvolvido e difunfindido nas mídias sociais podem ser considerado de QUALIDADE ou VERÍDICO. Por exemplo, uma ferramenta que tem um grande número de usuários, pode apresentar um falso crescimento, pois existem muitas contas de quem ingressou, mas não obtêm um relacionamento com a rede; tem quem tenha postado uma vez algum artigo ou criado um blog sobre uma celebridade, mas depois não manteve atualizado ou não verificou se o que foi veiculado era de fato a noticia na integra ou distorcida, apenas REPUBLICOU; isso numa apuração para um clipping do trabalho de qualquer artista pode resultar em números que na verdade não são tão efetivos assim, gerando em resultados distorcidos para a assessoria de quem o faz. Sem esquecermo-nos dos mal intencionados que plantam uma noticia, fazem um viral e acaba queimando um artista ou criando verdadeiros caos apenas para ver que repercussão tomará a “brincadeira” de mau gosto; existem vários exemplos a serem citados de artistas q teriam sofrido acidente, se separado, pego com drogas, noticias banais, mas que para um artista em ascensão pode resultar em grandes problemas. Nesse ponto, a internet é a facilitadora de tudo isso e prejudicial a imagem daquele que está sendo exposto nas redes. Do meu ponto de vista, baseado em todas as leituras feitas de blogs visitados e reportagens lidas a respeito das mídias sociais, concordo com a @raquelcuero em um de seus posts no blog: http://pontomidia.com.br/raquel de que é necessário ENGAJAMENTO por parte dos internautas twitteiros, blogeiros, orkuteiros, que é o que de fato trata qualidade nessas conexões. “Um forte engajamento, por exemplo, pode resultar em uma maior retenção ou em um crescimento acentuado devido ao buzz em torno do serviço. “ O engajamento é orgânico e depende da apropriação e dos valores construídos. A retenção pode ser criada de forma artificial, por mecanismos de spam, medidas inadequadas e mesmo outras estratégias que podem mascarar os dados reais.” diz Raquel É válido pararmos para analisar e explorar como aperfeiçoar essas ferramentas para a comunidade que utiliza o sistema poder não usufruir apenas da quantidade mas da melhoria da produção e QUALIDADE dos materiais que correm no nosso mundo virtual. Pelo menos esse é meu ponto de vista, pelo menos na área voltada para a assessoria artística.

Cursos de Relações Públicas no Brasil e no mundo

November 10th, 2009 by djmimots

A Associação Brasileira de Relações Públicas propôs em 1955 o seguinte conceito para a profissão: “Relações Públicas é a atividade e o esforço deliberado, planejado e contínuo para estabelecer e manter a compreensão mútua entre uma instituição pública ou privada e os grupos de pessoas a que esteja, direta ou indiretamente, ligada”.

O profissional é o responsável pela comunicação integrada da organização, pela sua comunicação com os mais diversos públicos (público interno, público setorial e público externo) e pela comunicação institucional. Para isso usará diversos instrumentos e canais de comunicação, entre eles os house organs (jornais, revistas, boletins etc) e os eventos (seminários, encontros, reuniões etc).

Desenvolve e destaca o relacionamento institucional com os públicos estratégicos, identificando oportunidades e necessidades de comunicação da instituição com a sociedade, seja em situações harmônicas ou controversas.

O profissional de Relações Públicas planeja, executa e avalia as políticas de relacionamento da instituição, de maneira ética e estratégica, com todos os segmentos sociais, dando suporte para que ela se adapte num ambiente de constante transformação. Em resumo é um profissional que trabalha com Comunicação Estratégica e Mediada.

Tanto a atividade, quanto o próprio curso chegaram ao Brasil recentemente (assim como seu reconhecimento no mercado). O primeiro curso universitário foi criado em 16 de junho de 1966, na Escola de Comunicação e Cultura da Universidade de São Paulo, que, em 1969, passou a se chamar Escola de Comunicação e Artes (ECA-USP). Estima-se que hoje no Brasil, 86 instituições ofereçam tal formação, e só em São Paulo (capital) 12 instituições.

Confira abaixo uma lista das melhores universidades para quem quer cursar Relações Públicas fora do país:

Nos Estados Unidos, três universidades se destacam pelo curso, são elas:

- University of Southern California (http://www.usc.edu)

- Boston University(http://www.bu.edu/)

- University of Miami (www.miami.edu)

No Canadá

- Institute for Public Relation( http://www.instituteforpr.com/)

- Baylor University (http://www.baylor.edu/pr/)

 Em Londres

- University of Greenwich (http://www.gre.ac.uk)

- LSPR, London School of Public Relations (http://www.pr-school-london.com/index.php?page=staff)untitled

Revistas Digitais!

November 9th, 2009 by irangiusti

Para escrever este post eu fiz muita pesquisa, tanta que acabei me perdendo em meio ao extenso conteúdo e não sabendo por onde começar até que o professor @ericmessa me fez uma crucial pergunta:

 O que você esta considerando como revista digital?

 Pensei e defini: “Revista digital é todo conteúdo digital agrupado, que ao ser desenvolvido possui um “pautamento”, edição e periodicidade!”

E definido isso fica mais fácil falarmos nas vantagens e desvantagens da Revista Digital, em entrevista ao OQRP o jornalista Pedro Beck afirma: “no impresso a notícia esfria com mais rapidez, já no digital o imediatismo exige que as notícias não se aprofundem tanto, até porque ninguém lê uma matéria grande em um site”, e é reforçado pela editora Bia Granja “No site, o foco é a atualização rápida de conteúdo (coisas que pescamos na internet) e algumas matérias especiais feitas exclusivamente pro ambiente digital”.

Partindo desse principio temos na revista digital uma extensão do que vem acontecendo mídia impressa: a produção de conteúdo reduzido para assimilação instantânea,  porem como a pesquisa do The Harrison Group nos indica, a preferência do leitor por esse tipo de revista se dá pela velocidade e facilidade de acesso ao conteúdo e por poderem interagir com ele. Existe portanto a possibilidade de  solicitação de mais conteúdo e indicações de materiais para aprofundamento do tema.

Já o figurinista Felipe Ramires reclama do excesso de newsletters divulgando esse conteúdo e principalmente a dificuldade em ler pela telinha do computador “me irrita ler no pc, dói a vista…” diz ; Em contraponto temos o estudante de Radio e Tv Enrique Jimenez que passa cerca de 10 horas em frente ao computador, trabalhando ou a lazer “Acaba sendo mais prático o consumo desse material, porém não dispenso a ida a banca e a revista física.”

Consumidor voraz das revistas digitais o publicitário Edson Fabrício defende “Hoje em dia você pode ler revistas de ótima qualidade, geralmente são produzidas por profissionais de comunicação e gente interessada em mostrar novos talentos….é uma ótima fonte para novidades, principalmente do underground…”

Fora todas essas vantagens boa noticias aos publicitários; A mesma pesquisa do do The Harrison Group indica que os leitores das revistas digitais prestam mais atenção à propaganda,  85% dos entrevistados gostam de poder interagir com os anúncios e anunciantes diretamente e 39% acham que os anúncios digitais melhores que os impressos. (via http://www.estagiaridade.com/ do multimídia Rafa Amaral).

A e se nem depois de tudo isso você se interessar pelas Revistas digitais aqui vai uma listinha e detalhes sobre nossos entrevistados para você fuçar e se informar:

@edsonfabricio autor do (http://www.outed.com.br/) indica: I love Fake (www.ilovefakemagazine.com) ,Pilfered (www.pilferedmagazine.com) Mykromag (www.mykromag.com ) , 160grams (www.linesandgold.com). Digital-Temple (www.digital-temple.com).

@pedrobeck é autor do blog http://pedrobeck.wordpress.com/ , produtor de conteúdo para o site e revista  @napix http://www.mypix.com.br/site/ @paradoxo http://www.revistaparadoxo.com/ e organizador da festa quinzenal balada Mixta http://baladamixta.wordpress.com/ (que deve ganhar um post aqui no blog como case).

@biagranja é a editora da @napix que engloba hoje o site MyPix , a revista impressa PIX e os eventos incríveis YouPix (http://www.youpix.com.br).   

O designer @JeanCarlos_ que escreve para o http://plugtronic.com/_/ e para o http://ventriloquo.blogspot.com/ indica a New web pick http://www.newwebpick.com/ . Os estudantes de comunicação @nascii curte a PC World e a Mac World quando recebe em PDF e a @kaka_gouvea a @bcoolt (http://www.b-coolt.com/home/) pra quem inclusive produz conteúdo

E para finalizar o @enriquejimenez que curte ler a (http://fanthefiremagazine.com/) que pode ser baxada ou lida online e eu que fora algumas citadas ai adoro a @digestivo (http://DigestivoCultural.com) e a @proxxima (http://www.proxxima.com.br/)

E pra finalizar a pesquisa citada: (http://www.harrisongroupinc.com/)

 

 

@irangiusti

Entenda melhor o que é WEB 2.0

November 3rd, 2009 by brubrito

A web 2.0 na verdade funciona de forma com o usuário possa tirar o máximo de proveito possível dos softwares que rodam nela. Neles, os softwares são eternos betas, com objetivo de estarem sendo corrigidos, alterados e melhorados o tempo todo de acordo com o seu uso, pelo usuário. Algumas aplicações Web 2.0 permitem a personalização do conteúdo mostrado para cada usuário, sob forma de página pessoal, permitindo a ele a filtragem de informação que ele considera relevante.

Simplificando, web 2.0 é o nome dado à nova fase da Internet, baseada em inteligência coletiva, isto é, na construção coletiva do conhecimento. Através da interação, comunidades criadas em torno de interesses específicos poderão apoiar uma causa, pressionar uma empresa ou mudar a opinião pública sobre qualquer assunto. Instituições, governos e empresas já estão incorporando esta cultura para gerar riqueza e conhecimento.

we20-midia-social

Muitos não entendem o que é web 2.0 só com conceitos,o que é normal,então vamos partir para o exemplo…

Wikipédia – A web 2.0 é interactividade, é participação do internauta e o que pode ser mais participativo do que um site com conteúdo feito pelos próprios internautas? O Wikipédia revolucionou ao ser uma enciclopédia livre para alterações.Ela conta com milhares de colaboradores no mundo todo que adicionam e corrigem conteúdos o tempo todo.

Del.icio.us -  Uma das características da web 2.0 é acessar suas coisas de qualquer lugar,é ter seu computador em qualquer computador,é não ter computador…O Del. icio.us permite que você acesse seus favoritos de qualquer lugar, não precisa mais estar em casa para poder acessar seus favoritos e ler aqueles sites e blogs que você nunca decora o endereço…

Twitter + RP

November 2nd, 2009 by jucmeirelles

As redes sociais foram criadas com o intuito de aproximar pessoas, para que pudessem reencontrar pessoas que perderam o contato com o passar dos anos. Surgiu então o Twitter, que tinha como objetivo fazer com que as pessoas, em 140 caracteres, dissessem simplesmente o que estavam fazendo naquele momento.twitter_logocpia

                O Twitter passou, em pouco tempo, de uma ferramenta “inútil” para uma ótima sacada das empresas. Muitas empresas, como Starbucks, Dell e Amazon, já se utilizam dele para ter um contato mais próximo e mais eficaz com seus clientes.
                Muitas empresas usam o Twitter para lançar novas promoções e jogar comunicados para que o cliente saiba de uma maneira rápida. Isso, porém, foi se modificando. Hoje muitas empresas contratam gente especialmente para lidar com mídias digitais. Além de usar o Twitter como forma de comunicação empresa-cliente, o profissional também fica ligado em que as pessoas falam da empresa. Crises podem não ser Trending Topics, porém podem interferir muito na imagem da empresa.
                A loja virtual Amazon viu surgir no site uma pequena revolução contra a empresa quando um escritor americano descobriu que dois livros de conteúdo gay haviam desaparecido do ranking da Amazon e denunciou o fato no Twitter. Ele tinha mais de 200 mil seguidores. Esse protesto se espalhou rapidamente e o Amazon corrigiu rapidamente o erro de catalogação e atribuiu o fato a um problema técnico. Isso poderia ter se tornado uma crise muito maior à empresa, porém, graças ao Twitter, ela conseguiu ter acesso a essa informação num curto período de tempo e resolveu tudo antes que crescesse.
            Na Starbucks os clientes só podiam deixar suas queixas escritas em formulários de reclamação nas próprias lojas da rede. Isso dificultava e atrasava a rede, pois até alguém ler todos os formulários de todas as lojas e realmente fazer alguma coisa a respeito eles já tinham perdido clientes. Além de não poder haver o feedback para o cliente. Hoje a Starbucks faz uso do Twitter, pois permite que eles reajam com rapidez.
           A Starbucks também conseguiu, com o uso do Twitter, desmentir a história que se espalhava, de que a empresa não distribuiria café às tropas do Iraque por ser contra a guerra. Com um simples comunicado no site de rede social eles conseguiram freiar a história antes que ela se espalhasse e causasse maiores danos à imagem.
            Esses são só alguns exemplos de como as empresas podem se beneficiar desse site de rede social, não só para a comunicação empresa-cliente como também para descoberta de algo errado, a insatisfação do cliente, e possa resolver mais rapidamente e da melhor maneira possível.
         As redes sociais estão crescendo, e as empresas que ignorarem isso e não se renderem a esse novo tipo de comunicação com seu cliente vai ficar para trás. E todos nós sabemos que hoje em dia a concorrência é muito grande e ninguém pode se dar ao luxo de ficar para trás.

 @julicmeirelles

Twitter Corporativo

June 3rd, 2009 by Carolina Luco

twitter

Para abordar sobre a ferramenta é necessário primeiro decifrá-la. Classificado como rede social o twitter criado há três anos atrás, em 2009 foi visto como um aparato diferenciado pelos usuários da web. As empresas tendo sempre em vista a diferenciação resolveram explorar o meio para adaptá-lo a sua cultura organizacional e incorporara-lo ao seu dia a dia.

O instituto Forrester Research, estudou a importância e os benefícios que a rede social traz ao usuário. O surpreendente é a faixa etária dos diversos públicos alvo, com 42% o maior numero de usuários vai de 35 e 49 anos e em segundo com 20% que é considerada uma audiência qualificada ficam os com 25 e 34 anos que possuem um poder de decisão nas famílias. Outro fator analisado foi à forma como os usuários passam a seguir as companhias, visto pelo ato voluntário que o usuário opta por ser informado sobre determinado assunto. Não selecionar adequadamente a informação que será recebida pelo usuário, implica na massificação de informação e, portanto foge do uso eficaz da ferramenta.

Devido à informalidade com que os usuários aderiram ao comunicar sua mensagem de maneira breve e espontânea, é necessário planejamento para utilizar o twitter. Antes de qualquer coisa é necessário definir qual o objetivo de uso, com que pessoas você vai se conectar, que estratégia você vai usar para ser reconhecido e que tecnologia você vai lidar. Cada um desses fatores tem um objetivo vital na hora de direcionar o seu foco.

As pessoas devem ser analisadas de maneira que você consiga classificar por grupo o que auxilia a tarefa de direcionar a mensagem. Os objetivos devem ser bem claros para cada ação, para que facilite as alternativas para o canal de serviço ao consumidor. A estratégia deve partir da abordagem com seus objetivos, com ela a companhia ira observar o impacto que terá nos processos da organização. A tecnologia será como uma implementação para idéia e a estratégia e servirá de monitoramento da conta, agregando também um diferencial a companhia.

Os principais ganhos serão os benefícios obtidos pelas organizações com ações diretas e indiretas, a inteligência do marketing utilizada a favor da organização torna a empresa proativa o que pode repercutir uma imagem positiva ou negativa. A proximidade com o consumidor é super importante para que ele se sinta fidelizado e amparado, o estimulo que a marca faz auxilia a conquistá-lo e o torna um consumidor “seguidor” de uma marca o que facilita a pratica de passar a informação de forma clara e objetiva.

Cases das mídias sociais no mundo corporativo

June 2nd, 2009 by Fernando Romano

Alguns casos de organizações que utilizaram as mídias sociais e atingiram resultados notáveis, expressivos ou catastróficos:

A Cisco utilizou táticas das mídias sociais e da Web 2.0 para engajar a comunidade e gerar um “buzz” em torno do lançamento de uma série de roteadores, os ASR 1000. O sucesso da ação on-line entrou para o “top five” dos melhores lançamentos na historia da compania. Diversas ferramentas foram usadas, dentre elas o uso dos blogs, facebook, jogos interativos e outros.

Um segundo caso que merece destaque pela dimensão que as novas mídias trouxeram a seus negócios, é o da HubSpot. A empresa que oferece soluções de marketing na Web 2.0 para pequenos negócios, está completamente imersa nas principais redes sociais de hoje. São mais de 60 mil seguidores no twitter, 4 mil fans no facebook, no linkedin contam com mais de 30 mil membros relacionados, 40 mil visualizações e 30 mil downloads de seus vídeos no youtube. Todas essas redes e mais um blog com 14 mil assinantes, colocaram as mídias sociais como uma das 3 melhores fontes de vendas e novos negócios da organização.

Para não deixar de lado os casos brasileiros, pois acredito e comprovo cada dia que nossos profissionais estão inovando muito nesta área, apresento o caso da Lancôme. A ação focou os blogs e as comunidades do orkut para o lançamento do perfume Magnifique. O resultado levou a venda do produto a bater sozinho, o recorde de venda através do site. “Esses são espaços que possuem um público altamente fidelizado onde conseguimos inserir a marca exatamente onde as pessoas estão falando dela”, explica Fernando Arrais, da agência Media Contacts, responsável pela campanha.” É de fato uma otima forma de atrair visitantes aos sites que trabalham com o e-commerce.

Uma ação recente e polêmica, foi a da Bestshoptv. A ação, chamada de Caçadores da oferta perdida prometia a venda de produtos com até 90% de desconto para aqueles que conseguissem encontrá-los no site. No momento da promoção, o site caiu por muitas vezes e deixou os internautas furiosos. Se não bastasse isso, muitas pessoas encontraram os produtos com o mega desconto porem não conseguiram concluir suas compras por falhas do site. No dia seguinte, milhares de comentários negativos no twitter e em blogs deixava claro como a campanha repercutiu. Apesar de seus responsáveis declararem que a ação tinha o objetivo de tornar a loja conhecida no restante do Brasil, e que esse objetivo foi alcançado, eu acredito que houve falta de planejamento e suporte para sua realização. A idéia e a estratégia eram muito boas e se fossem bem planejadas poderiam ter trazido um enorme sucesso para o site de vendas.

Mídias Sociais e a vitória de Obama

May 27th, 2009 by Carolina Luco

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Barack Obama venceu as eleições americanas e foi considerado por todos o melhor, uma vez ter sido o primeiro a entender como usar o poder da comunicação a seu favor. Através da mídia social, propôs uma plataforma presidencial muito bem estruturada conseguindo transformar eleitores em ativistas de sua campanha e com isso foi considerado o primeiro ‘presidente da mídia social’ da historia.

Obama montou uma equipe para ajudá-lo no desenvolvimento estratégico e essa equipe gerenciou tão bem e de forma tão eficaz as ferramentas utilizadas que  conseguiu comover a grande massa de eleitores a favor. Usar o marketing como potencial de alcance de diferentes aspectos da tecnologia da web favoreceu muito a campanha.

Agora, eleito, veremos como o presidente dos EUA utilizará esses recursos que contribuíram para sua vitória daqui para frente. A mídia social certamente exercerá uma papel fundamental na provável campanha de reeleição em 2012, que também servirá como um monitor para a população. No entanto, permanece a dúvida: será que ele utilizará a ferramenta como chave de sua política estratégica?

Ao analisar o que cada equipe de campanha realizou no espaço da mídia social podemos tirar vários aprendizados, dentre eles uma mudança em termos de estratégia que foi fundamental para a vitória da equipe de Obama. Mobilizar comunidades em torno de sua mensagem é vital.

A ideia central da mídia social é conectar pessoas potencialmente interessadas em um objetivo e direcioná-las a tomar um partido, transformando-as em ativistas como fez Obama em sua campanha. Se nós Relações Públicas utilizarmos desse conhecimento para construções de ações ou para contornamos possíveis crises, poderemos ser bem sucedidos em nosso foco. Deixar uma marca sempre viva no mercado de modo a harmonizar e integrar diferentes tipos de públicos é a função última do RP; com a ajuda das mídias sociais atinge-se tal objetivo com muito mais facilidade e eficácia. E você, como utilizaria as mídias sociais para conseguir comover seus públicos?

Campanhas on-line e a interação com o usuário

May 19th, 2009 by Fernando Romano

Vejo cada vez mais por aí na internet, sites megaproduzidos e requintados que permitem uma maior interação entre a marca/produto e seus navegantes. Parece que finalmente as campanhas on-line estão recebendo os investimentos que merecem. Como resultado deste avanço, vemos campanhas, sites e ações com produção e estrutura de cinema.

Destaque para campanha on-line da nova TV da Phillips, a Phillips Cinema, foi ao ar recentemente e em pouco tempo se espalhou e rendeu milhares de comentários. E não foi por menos. O investimento foi pesado, contou com mais de 100 pessoas envolvidas, 3 dias de filmagem, guindastes, carros, instalações e mais 5 semanas de pós produção. O trabalho final é “coisa de cinema”. Um curta interativo no qual o usuário decide a sequência das cenas que quer ver e pode, se quiser, ser interrompido pelos produtores do filme, que explicam como atingir o melhor resultado nas filmagens. Se não fosse pelo making-of, liberado pela Phillips posteriormente, ficaria muito curioso em saber como tudo aquilo foi feito. Nota mil para a modesta equipe da Tribal DDB Amsterdam e para a Stink Digital, sempre surpreendendo.

Outra fabricante de TV, que apostou em ação on-line, nesta ocasião destinada aos brasileiros, foi a LG. O site osremotos.com.br que está no ar desde o dia 12 de maio, desmistifica a TV digital para os consumidores, explicando os benefícios da alta definição de forma interativa e dinâmica. De fato gostei bastante da campanha pois ela facilmente captou a minha atenção e tirou diversas dúvidas da minha cabeça. A ação também inclui o Blog da Vó Lurdes.

Um terceiro trabalho que apareceu nos últimos dias, também realizado pela Tribal DDB, desta vez pela equipe de Londres, foi o GTI Project da Volkswagen. Com o intuito de ajudar no lançamento do Golf GTI 2010, o site traz o usuário para dentro de uma miniatura do novo Golf e o encoraja a pilotar a máquina em um circuito de autoramas. Os melhores tempos entram para a lista dos recordes. Os gráficos e as animações do site são perfeitas, te faz pensar que você está dentro de um laboratório da Volks. Realmente me envolvi com o game e até disputei com amigos para ver quem fazia o melhor tempo.

A cada dia, novos sites com designs e recursos diferentes surgem. E no meio de tanta coisa, precisamos saber identificar o que possa virar tendência, e o que venha a tornar as páginas da web mais interativas para a conquista da audiência de seus públicos.

Orkut – Quem você conhece? O que você avalia?

May 13th, 2009 by Paula Soveral

As redes sociais que permitem contato com amigos e fazer novos faz cada vez mais sucesso. A diversidade de atividades encontrada no Orkut, por exemplo, faz com que o site da Google aumente diáriamente sua quantidade de usuários. Você pode adicionar fotos e vídeos; participar de comunidades de interesse; ser fã de alguém; deixar e receber recados; marcar e comentar as fotos; enfim, inúmeras possibilidades para os usuários entreterem-se.

Porém, é apenas a isso que o Orkut se resume? Será que ele realmente não passa de uma vitrine? De forma alguma. Esta rede social pode ser uma ferramenta muita útil para uma avaliação de posicionamento de uma marca no mercado.

orkut

Existem diversas comunidades no Orkut, sobre artistas, filmes, personalidades, animais, etc… inclusive, sobre marcas. O que o público pensa sobre a minha marca no mercado? Quantas comunidades falando bem sobre ela existem e quantos usuários participam delas? Ficar sempre alerta nos posts nos fóruns destas comunidades é muito importante, pois diversos usuários utilizam-se dessa ferramenta para desabafar suas satisfações ou insatisfações. O Orkut também é muito útil como uma forma de divulgação, seja na comunidade ou em “recados” no perfil do consumidor interessado na marca. Esta é uma forma interessante de divulgação e sem custo algum, que atinge diretamente o público alvo.

Utilizar o Orkut como uma forma de passatempo, já é certamente feito. Agora, está na hora de algumas empresas analisarem sobre a grande utilidade desta ferramenta como um grande bem a comunicação.

WeBlog, how about you?

May 12th, 2009 by Marcella Arcuri

Os blogs vem conectando cada indivíduo que está inserido no universo virtual e as Relações Públicas, fazendo uso desta nova ferramenta, acabam por criar relações tanto pessoais quanto institucionais.

            Os blogs são páginas da internet, nas quais o blogueiro posta artigos, imagens e links de seu interesse, podendo o blog funcionar tanto como um diário virtual e/ou como espaço para a comunicação virtual, podendo ainda se transformar em manifestações públicas e coletivas, de modo que cada blog comenta, inspira ou faz referência a outro, se entrecruzando e relacionando na blogosfera.

            O primeiro blog foi criado em janeiro de 1994 pelo estudante Justin Hall. Três anos mais tarde, John Barger cunhou o termo weblogwe (nós) blog (blogamos) – para designar seu diário virtual. Em abril de 1999, o programador Peter Morholz encurta o termo weblog para somente blog, como o termo ficou conhecido mundialmente. A Blogger.com, em agosto de 1999, lança a primeira ferramenta popular para a construção de blogs e a partir daí esse mundo virtual criado pela própria massa começa a crescer e expandir cada vez mais.

A blogosfera cresce em disparado a cada minuto, sendo que o número de blogs em todos os idiomas hoje é 60 vezes maior do que o mesmo número três anos atrás. A cada dia são criados 75 mil blogs, isto é, um blog novo a cada segundo.

Usar o blog coerentemente, não para manipular, mas para informar e para formar e impulsionar imagens criativas com tecnologia e respeito ao consumidor é o fim ultimo da questão e é a função do profissional de Relações Públicas.

Isso é fruto da credibilidade que está sendo dada aos blogs devido à interatividade presente nesta ferramenta. Cabe a nós profissionais, dar continuidade a essa evolução virtual, tecnológica e comunicacional, conjurando ao mesmo tempo nossos conhecimentos de Relações Públicas e as novidades oferecidas pela tecnologia.

Pense antes de postar!

Pense antes de postar!

 

 

Ocappuccino

May 12th, 2009 by Fernando Romano

cap-final2

Quando fazia a pesquisa para meu post anterior, encontrei um espaço interativo de Relações Públicas muito interessante. Estou falando do Ocappuccino, blog escrito por estudantes de RP da UFRGS no qual abordam os mais variados assuntos relacionados a nossa profissão. Seu conteúdo tem forte personalidade e originalidade de seus autores, diferente de outros tantos blogs que encontrei por aí.

Dos mais diversos posts que li, informações sobre tendências, noticias e acontecimentos, o assunto que mais predominou (e talvez por isso o blog tenha me agradado tanto), foi a tecnologia. E por quê será, né? Se para alguém isto ainda não óbvio, os Relações Públicas dependem e crescem cada vez mais com o apoio desta “discreta” ferramenta, capaz de encurtar distancias e conectar nós com o resto do mundo. Com isso, gosto ainda mais de fazer parte desta era de mudanças imprevisíveis na comunicação, em que a tecnologia direciona e molda a forma que produzimos e recebemos informação. Podemos até tentar adivinhar o que vai acontecer mas realmente não sabemos do que vem pela frente.

Fica aqui minha dica de um ótimo blog.

Ocappuccino


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