Moda, Relações Públicas e os jovens profissionais

December 1st, 2009 by irangiusti

Inicialmente esse post iria falar sobre o evento que abriu a última Casa de Criadores no dia 22 de novembro: o Fashion Mob. A proposta super bacana era juntar “blocos” da moda, criando um enorme desfile do Largo do Arouche ao Parque da Luz onde ocorreria o primeiro desfile oficial da semana de moda.

O evento deu certo, jovens estilistas, blogueiros, figuras performáticas e grupos de protesto apareceram pelo centro da cidade para participar, até a mídia tradicional geralmente distante do circuito não oficial da moda compareceu para cobrir a atividade, porém durante a pesquisa acabei entrando em outros assuntos com os entrevistados e foi principalmente com as respostas do editor chefe do blogsite da Lílian Pacce Jorge Wakabara que resolvi mudar o rumo e escrever sobre a relação Moda e RP e os jovens no mercado profissional.

Quem acompanha o mercado de moda ou entende ao menos um pouco do assunto, sabe o quanto a área é complexa, além dos problemas da esteriotipação do mercado (em relação aos geniosos processos criativos que vai dos estilistas aos formadores de opinião) temos os problemas administrativos, financeiros, a segmentação excessiva de mercado, dificuldade no posicionamento de marcas e etc. A partir daí já deu pra sentir a necessidade do profissional de RP certo? Moda é muito calçada no relacionamento, seja da marca com seu cliente, do produtor com seus funcionários, da marca com a mídia e opinião pública, dos públicos consumidores segmentados, é sempre necessário esse feeling que só o RP trás.

Mas onde estão esse profissionais? Pensei muito e sinceramente não encontrei, e ao perguntar pro Jorge tive uma ótima resposta: Não vejo falta de RP na moda, não. O que sinto falta, talvez, é de RP bom, que te ajuda mesmo, que não serve só como o cara que toma champanhe com você”. Sabemos que infelizmente todas as áreas possuem profissionais de “fachada”, pena que no mercado de moda isso fique mais evidente. O bom, é a dica para quem tem interesse na área: profissionalismo, ética e foco são características mais que bem-vindas.

Quanto à questão de ser jovem no mercado, não poderia deixar passar, afinal, essa é uma questão gritante em ambas áreas (tanto moda quanto comunicação em geral). Jovens profissionais são geralmente mal remunerados e desencorajados pelas figuras já consolidadas dos respectivos mercados.

Por isso a importância de ações como o Fashion Mob e a Casa de Criadores que foram otimamente definidas pelo multimídia Enrique Jimenez “acho que a Casa de Criadores deve ser focada como a semana de moda para novos estilistas. No entanto a junção entre semana de moda (mais) ciclo de palestras tem como resultado o aprendizado, uma vez que o evento além de ser para novos estilistas tem como seu público alvo os estudantes de moda”.

Atividades para nós, idealizada e realizadas por nós (com a ajuda de quem sabe e tem o prazer de ensinar) é o caminho para um bom aprendizado e solidificação de bons profissionais, e espero muitas outras como essas!

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Foto: Aurea Calcavecchia para @LilianPacce

E a onipresente listinha de agradecimentos:

O jornalista @wakabara que fora editor chefe do Lilian Pacce ataca de poeta e critico musical no http://djoh.wordpress.com/

E o onipresente @enriquejimenez que me aguenta o dia todo no msn e no twitter e me ajudou a passar de semestre mesmo sem ter tido a mesma sorte e pode ser encontrado em qualquer uma dessa 4841972818 plataformas digitais: http://www.meadiciona.com/enrique

@irangiusti

Entrevistando profissionais de RP

December 1st, 2009 by marina.racz

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Para realizar um filme institucional de Relações Públicas, a professora de Produção de vídeo da FAAP, Marlise Toni, solicitou que entrevistássemos alguns profissionais da área para o projeto. A turma do 6° semestre de RP definiu dez perguntas e cada grupo ficou encarregado de entrevistar aproximadamente cinco RP’s.

O trabalho foi muito interessante, pois pudemos ter contato direto com diversos profissionais, de diversas empresas. Meu grupo, em particular, acabou mudando um pouco o conceito do projeto e só entrevistou três profissionais. São eles: Meire Fidelis, diretora de Relações Corporativas do Grupo Abril, Flavio Schmidt, diretor da Divisão Comunicação Corporativa da Ketchum Estratégia e, por fim, o consultor de Relações Públicas João Ianhez. 

Entre os temas abordados nas entrevistas estavam: o que é ser um profissional de relações públicas, como o mercado está recebendo esse profissional, a concorrência ainda presente, o preconceito, a ética, as diferenças entre RP e Marketing etc.

Foi curioso observar que, apesar de serem completamente diferentes um do outro, tanto no ritmo como nas visões, a veia de Relações Públicas pulsava forte nos três profissionais. Flavio, Meire e João foram extremamente atenciosos, solícitos, comunicativos, interessados conosco e com o projeto. Pudemos notar isso já no primeiro contato que se deu via e-mail. Os profissionais respondiam rapidamente os e-mails, sempre dispostos a participar e a ajudar, sem falar na delicadeza dos três.

As diferentes visões sobre as mesmas questões, fez com que o grupo pudesse enxergar um pouco da realidade desse mercado que vem crescendo tanto nos últimos anos. Deparamo-nos com algumas visões mais otimistas, outras bem realistas e algumas, às vezes, até um pouco pessimistas.

O que quero ressaltar aqui é que a idéia do institucional foi muito bacana. Afinal, não é incomum os universitários terem contato com profissionais de suas respectivas áreas, contudo, muitas vezes esse contato se dá através de palestras, seminários, mesas redondas etc. e o que acontece é que não são bem aproveitados. No caso desse projeto, como era algo mais particular, que nos aproximava dos profissionais, já que tínhamos que conversar diretamente com eles, questionar, entrevistar, nós universitários, prestamos total atenção e tiramos muito proveito de cada entrevista, de cada profissional. Conseguimos sugá-los ao máximo, tirando bons aprendizados para nossas carreiras.

Meire, João e Flavio, muito obrigada pela atenção, delicadeza e cuidado que nos foi dispensado.

Marina Rácz 

Balada Mixta #Public Relations Edition

November 23rd, 2009 by irangiusti

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“Nos últimos meses surgiram muitas festas sem proposta, feitas nas coxas, que acabam por desvalorizar a noite de forma geral. Acho que quando um produtor de festas noturnas recebe um convite para promover uma nova noite em uma nova casa, deveria pensar mais na proposta e menos no próprio umbigo”, critica Pedro (Pedro Beck, publicitário, social mídia e produtor). “A verdade é que as pessoas são preguiçosas. Fazer uma festa não é criar um flyer e soltar no Facebook. Vai além. É relações públicas, é produção, é som e, principalmente, o diferencial. Por que as pessoas iriam na sua balada? Se um dia eu pensar ’se a Balada Mixta não fosse minha, eu não iria nessa festa’, eu paro de fazer”.

É assim que termina a matéria que o Pedro Beck deu para Folha de São Paulo no dia 19 de novembro e é assim que começa esse post sobre a festa “Balala Mixta” que rola quinzenalmente sempre as quintas na Funhouse.
Quando comecei a pesquisa para revistas digitais acabei chegando ao Pedro, que produz conteúdo para a @napix, já o seguia no Twitter principalmente pelo seu blog de series e via sempre a divulgação da festa nova que ele começara a produzir e quando finalmente fui, vi que tinha um amigo carioca em comum e não deu outra, a minha última pergunta na entrevista foi:

Você é um dos organizadores de uma nova festa na cidade a “Balada Mixa” que tem um super apoio da @napix , em uma conversa com um amigo meu você falou a importância da divulgação massiva nos canais digitais, você acha que é esse o caminho para divulgação de atividades e produtos?

PB: Aproveito meu trabalho e experiência em social mídia, ou seja, redes sociais para estender a divulgação de meus projetos. Acho que os canais digitais são parte do processo de criação de um “buzz”, mas se seu produto não tem qualidade, não tem buzz, guerrilha ou viral que te ajude. A Internet é um complemento. Sozinha, sem planejamento, ela é apenas uma rede.

Depois de ler tudo isso não consegui parar de pensar, A Balada Mixta é um ótimo Case de Relações Públicas;

O começo foi como tudo, apenas uma idéia mas com a definição das características da festa e público alvo ganhou corpo, daí para a organização e divulgação foi um pulo. Pedro Back junto a uma galera fashionista começou a divulgação no twitter (composta principalmente pelos blogueiros @katylene @BrisaIssa e @wakabara e toda patota do @obailetodo e #bahiaday)  Pronto, evento de qualidade + otima comunicação com o publico bem definido e apoio de profissionais conhecido na noite como o @pomada (também dono da festa)  e propaganda de um grupo que possui fieis seguidores fez da balada mixta esse case bacana de ser estudado.

As promoções também não ficam atrás, engraçadíssimas gincanas nos blogs “mixtos” como o katylene.com.br e agoraquesourica.com já valem a pena para se divertir. Assim como as hilárias colunas do @wakabara e da @lobniski no blog da festa:  www.baladamixta.wordpress.com

Para ler a matéria da folha na integra:  http://guia.folha.com.br/noite/ult10049u654792.shtml  e ver as fotos das edições passadas: http://funhell.com.br/
@irangiusti que foi em quase todas as edições e merece um vip vitalício pelos serviços de divulgação prestado!

Revistas Digitais!

November 9th, 2009 by irangiusti

Para escrever este post eu fiz muita pesquisa, tanta que acabei me perdendo em meio ao extenso conteúdo e não sabendo por onde começar até que o professor @ericmessa me fez uma crucial pergunta:

 O que você esta considerando como revista digital?

 Pensei e defini: “Revista digital é todo conteúdo digital agrupado, que ao ser desenvolvido possui um “pautamento”, edição e periodicidade!”

E definido isso fica mais fácil falarmos nas vantagens e desvantagens da Revista Digital, em entrevista ao OQRP o jornalista Pedro Beck afirma: “no impresso a notícia esfria com mais rapidez, já no digital o imediatismo exige que as notícias não se aprofundem tanto, até porque ninguém lê uma matéria grande em um site”, e é reforçado pela editora Bia Granja “No site, o foco é a atualização rápida de conteúdo (coisas que pescamos na internet) e algumas matérias especiais feitas exclusivamente pro ambiente digital”.

Partindo desse principio temos na revista digital uma extensão do que vem acontecendo mídia impressa: a produção de conteúdo reduzido para assimilação instantânea,  porem como a pesquisa do The Harrison Group nos indica, a preferência do leitor por esse tipo de revista se dá pela velocidade e facilidade de acesso ao conteúdo e por poderem interagir com ele. Existe portanto a possibilidade de  solicitação de mais conteúdo e indicações de materiais para aprofundamento do tema.

Já o figurinista Felipe Ramires reclama do excesso de newsletters divulgando esse conteúdo e principalmente a dificuldade em ler pela telinha do computador “me irrita ler no pc, dói a vista…” diz ; Em contraponto temos o estudante de Radio e Tv Enrique Jimenez que passa cerca de 10 horas em frente ao computador, trabalhando ou a lazer “Acaba sendo mais prático o consumo desse material, porém não dispenso a ida a banca e a revista física.”

Consumidor voraz das revistas digitais o publicitário Edson Fabrício defende “Hoje em dia você pode ler revistas de ótima qualidade, geralmente são produzidas por profissionais de comunicação e gente interessada em mostrar novos talentos….é uma ótima fonte para novidades, principalmente do underground…”

Fora todas essas vantagens boa noticias aos publicitários; A mesma pesquisa do do The Harrison Group indica que os leitores das revistas digitais prestam mais atenção à propaganda,  85% dos entrevistados gostam de poder interagir com os anúncios e anunciantes diretamente e 39% acham que os anúncios digitais melhores que os impressos. (via http://www.estagiaridade.com/ do multimídia Rafa Amaral).

A e se nem depois de tudo isso você se interessar pelas Revistas digitais aqui vai uma listinha e detalhes sobre nossos entrevistados para você fuçar e se informar:

@edsonfabricio autor do (http://www.outed.com.br/) indica: I love Fake (www.ilovefakemagazine.com) ,Pilfered (www.pilferedmagazine.com) Mykromag (www.mykromag.com ) , 160grams (www.linesandgold.com). Digital-Temple (www.digital-temple.com).

@pedrobeck é autor do blog http://pedrobeck.wordpress.com/ , produtor de conteúdo para o site e revista  @napix http://www.mypix.com.br/site/ @paradoxo http://www.revistaparadoxo.com/ e organizador da festa quinzenal balada Mixta http://baladamixta.wordpress.com/ (que deve ganhar um post aqui no blog como case).

@biagranja é a editora da @napix que engloba hoje o site MyPix , a revista impressa PIX e os eventos incríveis YouPix (http://www.youpix.com.br).   

O designer @JeanCarlos_ que escreve para o http://plugtronic.com/_/ e para o http://ventriloquo.blogspot.com/ indica a New web pick http://www.newwebpick.com/ . Os estudantes de comunicação @nascii curte a PC World e a Mac World quando recebe em PDF e a @kaka_gouvea a @bcoolt (http://www.b-coolt.com/home/) pra quem inclusive produz conteúdo

E para finalizar o @enriquejimenez que curte ler a (http://fanthefiremagazine.com/) que pode ser baxada ou lida online e eu que fora algumas citadas ai adoro a @digestivo (http://DigestivoCultural.com) e a @proxxima (http://www.proxxima.com.br/)

E pra finalizar a pesquisa citada: (http://www.harrisongroupinc.com/)

 

 

@irangiusti

EXPERIÊNCIAS DO DIÁLOGO

June 2nd, 2009 by Marcela Sanchez

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         Dias atrás entrevistei o Professor Camilo Braz, com quem tenho aulas de Planejamento Estratégico. Pesquisador e profissional de mercado, tem experiência em consultoria e planejamento de marketing, produtos/marcas e pesquisa de mercado. E o que para mim o torna irresistível tentação ao deleite da cognição, está ligado à área de estudos da cultura, cinema, identidade, atuando como editor e colaborador de diversas publicações especializadas, conferencista e tradutor no idioma inglês, francês e italiano. A fala pausada parece obedecer o tempo de quem já esbarrou no concreto do mundo organizacional e já se deixou esbarrar pelos invisíveis laços da cultura. É o tempo de quem é gente nas contingências e nos sonhos que nos amarram à vida.

         Procurei tão querido mestre para falar sobre inquietações nascentes de recente leitura. Talvez não por seu conteúdo, mas pelas associações por ela despertadas em mim. O diálogo me parece ser a possibilidade de verificar a coerência do pensamento, que por vezes alça vôos próprios e nos conduz a mundos nos quais apenas nós existimos. O diálogo nos amarra ao nosso tempo. Tempo esse dito na sensível cadência de meu interlocutor. O saldo desta minha experiência está no registro que segue. (Em itálico, palavras do professor.)

         Ponto de partida: Para mim, Relações Públicas é uma metodologia alinhada à identidade institucional da empresa. Os tipos de vozes e argumentos que ela poderá assumir estão diretamente relacionados com a prática do relacionamento e, também, com um tipo de filosofia, mais afeita a um diálogo constante com a diminuição das adversidades e com o fortalecimento da confiança e da clareza nas transações do público interno e externo das organizações.

         “A equação entre cultura e meios de comunicação de massa é um problema incrustado de variáveis, hipóteses e incógnitas, na medida em que é um dos fundamentos da ação social.” (MARTINO, Mauro Sá. Comunicação: Troca Cultural? São Paulo: Paullus, 2005.) Três elementos infinitos – cultura, comunicação, sociedade. O ser humano, o telespectador e o ser social.

            Hoje se estuda uma condição nova, que altera o jogo da comunicação para a passagem da cultura de massa para a cultura das mídias. Não sei se podemos nos referir em “hipóteses” e “incógnitas”, quando se analisa a comunicação em função de seu fundamento e origem social. Talvez, o que se possa analisar sobre a percepção das forças que se agitam em torno do receptor da comunicação e o ser social seja a quantidade e a qualidade da agência (influência) que surge nessa interação.   

         A essa conjuntura, acrescento o caráter transformador das relações públicas, questionando em que medida ele se dá e se, de modo geral, é possível comunicar sem alterar. Camilo diz que a característica estratégica e a função de relacionamento e controle da marca institucional indicam a presença do caráter transformação em RP. E mais: Outra vertente importante relacionada com o aspecto transformador das Relações Públicas pode ser encontrada na sua disposição de diálogo contínuo com o ambiente externo e interno das empresas. Isso propicia um tipo de sensibilidade destacada para o profissional da área, ao compatibilizar mudanças e transformações contínuas do cenário social e das relações empresariais.  

         Ainda transformação. A conversa é sobre como RP contribui com a produção cultural e como reverbera a esse profissional a crescente independência do mercado. E Camilo, como sempre, diz na excelência de suas palavras, como eu jamais melhor saberia colocar: A contribuição mais significativa, no meu entender, atribui às Relações Públicas um papel de destaque, ao colaborar com o diálogo empresa e profissional da cultura. A desenvoltura do RP em adequar objetivos para ambas as partes é importante; assim como a de adequar e de alinhar interesses, em prol de ganhos institucionais para as empresas e de significativa contribuição no processo da cultura. Por outro lado, a capacidade crítica e estratégica do RP, em vez de rompimento ou distância dos processos culturais, aprimora programas ou projetos com maior alinhamento de público-alvo e de resultados para ambas as partes. Claro que isso muda o espaço do profissional de RP. Ele amplia e contribui diretamente para a conquista de novos espaços de ações no campo da comunicação e na ação social.

         No universo empresarial há receptividade para o posicionamento das organizações, uma vez que em termos de tecnologia e qualidade, de modo geral, já há uma divisão tão larga de do mercado. Pergunto então, no universo da opinião públicas, as pessoas querem ouvir sobre valores, posicionamento, consciência? Sabem o que isso significa; estão prontas para ouvir? Qual a formação dessa opinião pública?

         As empresas querem ouvir, sim. Também, praticar, implantando um posicionamento institucional claro e benéfico para elas e para a sua atuação no ambiente social. O mercado – essa configuração sempre voltada para as trocas e ao lucro – está em um processo dinâmico em que a ação do profissional de RP, como um profissional da comunicação estratégica – contribuirá significativamente no acompanhamento desse processo. As empresas que não estiverem prontas para interagir e para ouvir o ambiente interno e externo estarão em extinção. Todas as empresas bem sucedidas e atuantes estão continuamente atentas.

         Dizem os teóricos contemporâneos – entre eles, Jurgen Habermas, Fredrick Jameson, Nestor Garcia Canclini, entre outros – que a agência, ou seja, os dispositivos de divulgação e captação dos interesses sociais e econômicos, é a principal forma de compartilhamento de informações, seja ele na forma de promoção de selfs profissionais, produtos, marcas e serviços. A capacidade crítica é localizada, nesse processo, no alargamento do processo de acesso à informação, semelhante ao proposto pela Internet, e pelo aumento dos índices de escolaridade e de acesso a bens culturais. O papel do RP, nesse viés, é o de se comprometer eticamente com processos responsáveis e de alcance para condições futuras melhores.

Relações Públicas nas datas comemorativas no Varejo

June 1st, 2009 by Marina Salles

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Todos nós sabemos que hoje em dia trabalhar com varejo não é uma tarefa muito fácil muito menos simples. E, para quem não usa uma comunicação coerente para isso, dificilmente se dará bem. O varejo não pode ser compreendido apenas como um meio de vender, há mais que isso, precisa ser entendido como uma prestação de serviços.
Não adianta divulgar apenas preços surpreendentes, é necessário uma divulgação coerente e um posicionamento da marca do varejo no público-alvo. Um planejamento estratégico sem dúvidas precisa estar dentro dos objetivos dos varejistas.Se não há comunicação planejada e estratégica com o mercado ele proprio acabará se comunicando da maneira que o público quiser. Por isso é importante uma mistura de comunicação institucional e comunicação de oportunidade.
Vemos que isso não acontece frequentemente no mercado, pois 99% dos anunciantes varejistas concentram suas ações exclusivamente nas datas comemorativas, cessando logo após as mesmas.
Para um resultado satisfatório há necessidade de uma elaboração e um planejamento completo das datas comemorativas e começar a trabalhar e pesquisar isso muito tempo antes do evento em questão.
Os comunicadores precisam entender que anunciar muito tempo antes e depois das datas comemorativas será muito proveitoso e vantajoso, aumentando muito a chance de mostrar e atingir os objetivos. Precisa mostrar para o público-alvo quando ele menos espera.O conceito estratégico de Relações Públicas planejado deve conquistar o consumidor.Para que esse conceito seja efetivamente percebido pelos públicos diretos e indiretos contribuindo para a imagem da organização, é de extrema importância que essas ações ocorram de forma contínua ao longo de todas as datas comemorativas ao longo do ano. Assim, o compromisso de oferecer as melhores experiências, dentro ou fora da organização, tornou-se prioridade das organizações e deve ser utilizado diariamente.
Para atingir o objetivo e suprir suas necessidades, os varejistas precisam conseguir apenas investir no melhor serviço sempre focando em seu público-alvo, fazendo-os cada vez mais conhecer seu produto.
Entender e buscar quais são as características principais dos produtos do varejista para pensar e planejar a melhor e mais eficaz maneira de atingir o público-alvo.

Entrevista com a Profa. Simone Bambini

June 1st, 2009 by Nina Smith

Por que escolheu RP?

Quando terminei o colegial, não sabia o que ia prestar no vestibular. Estava em dúvida!!! Como a maioria nesta época da vida. Achei as relações púbicas pelo guia do estudante e área de eventos me interessou. Fiz um ano de cursinho para pensar. Mas uma única coisa eu tinha certeza, queria fazer uma faculdade por prazer. Acho que o ensino fundamental e médio são obrigações, mas a faculdade é uma escolha pessoal. E foi uma escolha certa e muito prazerosa!

Que diferença acredita que o profissional de RP pode fazer nas organizações?

O profissional de RP tem uma visão integrada da comunicação, consegue pensar de maneira ampla e diversificada. Quando pensa na imagem institucional da empresa, sua credibilidade e no seu retorno financeiro, não vê apenas pela relação do cliente. Ele pensa em todos os públicos, os seja, os stakeholders. Nenhum um público é mais importante que o outro. Todos os são. E isso faz a diferença.

Você acredita que as organizações estão mais receptivas às ideias dos profissionais de RP?

Acredito. As empresas entenderam a importância de se relacionar bem. O quanto a comunicação é estratégica e fundamental para o sucesso dos negócios. É esse o papel das relações públicas. Mas essas demandas estão no mercado nomeadas de diversas maneiras, e isso não é nenhum impedimento, devemos ser claros e mostrar os conceitos e a visão das RP.

Podemos dizer que Relações púiblicas é uma filosofia?

Acho as relações públicas uma filosofia de vida e de negócios. Como já dizia Canfiled, “servir os interesses das pessoas acima de tudo”, se pensarmos assim que as pessoas são importantes e que devemos respeitar e valorizarmos sempre. Teremos empresas, pessoas, relacionamentos e conseqüentemente uma vida melhor.

A importância das Relações Públicas…

Quem faz RP e compreende a sua importância pode aplicar esses conhecimentos atuando na área ou em qualquer momento da sua vida, seja na área ou não.

Relações Públicas: Ilimitada e Indispensável

May 25th, 2009 by Paula Soveral

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A FORMA CERTA DE TRATAR SEU CLIENTE

O site Sinprorp apresentou uma entrevista muito interessante com a profissional de Relações Públicas Maria Luciane Schmidt, que afirma que “os lojistas têm uma visão ultrapassada da atuação de RP no varejo”.

A profissão leva fama de realizadora de eventos e festas (apenas), o que faz com que muitas empresas deixem de contratar os serviços desses profissionais, justamente, por acreditar que tal limitação não se faz necessária à organização.

Segundo Maria Luciane Schmidt, “Uma das funções de Relações Públicas é avaliar o relacionamento da loja com a comunidade”, ou seja, dar um feedback sobre como a empresa é vista pela sociedade: qual o relacionamento com ela? Concorrência leva vantagem? O que fazer para melhorar? Qual o grau de familiarização da organização/cliente? Enfim, entre muitas outras perguntas que, muitas vezes, as instituições deixam de se questionar por estarem somente preocupadas com o lucro. Muitos empresários acreditam que, se há lucro, é porque há extrema satisfação (o que, na visão do Relações Públicas, esta é uma limitação muito maior do que qualquer evento ou festa). Relações Públicas é o que humaniza uma empresa. É o RP quem vai se preocupar em manter um relacionamento que ultrapasse a linha de vendas/lucros e crie um relacionamento real com seu público, preocupando-se sempre o que ele realmente quer, e não quanto será depositado no bolso daqueles que ali trabalham.

Ao responder a pergunta “O que um Relações Públicas pode fazer por uma empresa do varejo?”, a profissional responde que o primeiro passo do profissional é avaliar como funciona a comunicação da empresa e, posteriormente, defini-la (ou seja, de fato, como ela irá se comunicar com seu público).

Maria também ressalta que a principal ferramenta para o RP é trabalhar sempre fazendo o levantamento de informações sobre a organização e afirma que um dos resultados mais freqüentes é “a falta de comprometimento dos próprios donos das lojas. Às vezes o funcionário até participa de cursos, mas encontra resistência para implantar mudanças na empresa porque o patrão não lhe dá abertura. Nas pesquisas de opinião feitas com os funcionários é comum aparecerem sugestões práticas para resolver necessidades do dia-a-dia. O dono da empresa tem que conhecer e participar do dia-a-dia da loja. Só assim ele vai entender, por exemplo, as reivindicações de seus clientes. Para que seu projeto tenha resultado, o Relações Públicas também precisa ter abertura do dono da loja e trabalhar junto com a diretoria. Se ele não tiver esse respaldo, não vai conseguir realizar o seu trabalho. O RP precisa circular pelos vários setores da organização para compreendê-la em sua dinâmica administrativa, gerencial, operacional e comportamental. São nestes contextos que se realizam os processos de comunicação e de sinergia que viabilizam o desencadeamento dos demais processos numa empresa.”.

Maria Luciane Schmidt finaliza a entrevista frisando que o resultado que um profissional da Relações Públicas trás para a empresa é muito positivo, pois o RP deve sempre zelar pela boa imagem da empresa, ou seja, sempre irá buscar a satisfação completa de todos os seus públicos (interno e externo), o que fatalmente resultará maior valor agregado a instituição. “Por isso, qualquer organização tem que ter uma postura social e comunitária. Ela pode desenvolver várias ações como investir na preservação do patrimônio histórico e do meio ambiente, na valorização de atletas ou até mesmo no apoio a uma escola da região onde atua. A empresa tem que mostrar à comunidade que não visa só o lucro.” Finaliza a profissional.

Chama a atenção a afirmação durante uma de suas respostas: “Nossa função é tão diversificada e eclética que confunde os leigos.” Fica ai mensagem para quem afirma que a profissão é limitada e dispensável.

Vale a pena conferir a entrevista completa através do site Sinprorp – Entrevista com Maria Luciane Schmidt

FONTE: Revista Dirigente Lojista, outubro de 2000, pag. 56, 57 e 58


RP NO PALCO

May 21st, 2009 by Flávia Nemoto

Quem nos faz percorrer o caminho da faculdade de RP aos palcos de grandes musicais é Bia Camara, 29 anos, formada em Relações Públicas, na FAAP em julho de 2005.

Entrevistei Bia na última terça-feira, na escola onde fazemos aulas de teatro-musical e dança. Para dizer a verdade, não tenho muitas lembranças de como foi esse dia, mas posso dizer que foi um prazer conversar e me inspirar com essa entrevista.

Descobri na Bia uma profissional apaixonada. O que dizer? É artista e sensível. Fez o que estou fazendo. E faz o que eu quero fazer. Elo entre todas as coisas.

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Por Relações Públicas? Adorava me envolver com eventos, desde pequenininha sempre fui representante de sala, sempre gostei de organizar: festa junina, rifas; eu adorava! Então, achei que RP tinha um pouco da minha cara, era o que eu gostava de fazer, resumindo, fui motivada por essa área de evento. E aí, lógico, todo mundo quando chega na faculdade de RP se surpreende com a dimensão das coisas que o profissional pode e deve fazer – comigo não foi diferente!

A grade curricular: disciplinas específicas e humanidades- As matérias específicas ajudam muito, porque a gente entra com um conceito na faculdade e de repente o conceito se amplifica muito e direciona o aluno para entender o que realmente o profissional de RP faz. Ou seja, essas matérias ajudam a esclarecer as dúvidas, pois juntam o que já existe em nós com as interfaces do conceito e de sua aplicação. Já as humanidades fazem muita diferença para quando profissional for lidar com o mercado dinâmico, pois não adianta saber tudo de Relações Públicas se o repertório limitar-se a isso. Ser RP exige formação humanista, para melhor relacionar-se com seus públicos e por isso a grade de humanidades é importante e contribui muito para se compor sensibilidade – o profissional de RP precisa ser sensível e saber usar a empatia – que junto aos conceitos específicos, levam a profissão para frente. Confesso que a gente acaba usando tudo! Por isso, acho que o curso de RP da FAAP está muito bem estruturado e consegue proporcionar informações de uma gama geral que permite aplicar tudo aquilo que se aprende.

Uma artista RP – O artista em geral, mas principalmente no meio do teatro trabalha com a própria imagem o tempo inteiro. Porque você precisa saber se colocar, saber se posicionar, saber a hora de falar ou de não falar, saber a hora de agir e de não agir, saber quando é preciso ir para frente. Dessa forma, a minha formação em Relações Públicas me ajuda a administrar a minha imagem; é como se eu fosse uma empresa e eu mesma me administrasse. Então, RP faz parte de quem eu sou o tempo inteiro e não só na profissão de atriz, mas o tempo todo mesmo, pois me deu uma noção, um senso crítico e um senso de humanidade para saber a lidar com as pessoas. Eu sempre tive isso desde pequena, sempre gostei de ajudar, mas eu acho que a faculdade me permitiu fazer a coisa de uma forma mais ética ainda, da forma mais justa que eu posso. Portanto, a contribuição da faculdade, eu acredito, é a consciência do pensamento crítico e ético.

RP na sociedade e nas organizações – faz diferença? TODA!!! (risos) TODA A DIFERENÇA!!! É complicado, porque nem empresas, nem a sociedade reconhecem ainda o valor do profissional de Relações Públicas. E é uma pena que eles ainda não acordaram para isso, pois o pensamento do RP pode mudar completamente a empresa e a sociedade com conceitos que eu já citei, como ética, justiça etc. RP é fundamental.

Relações Públicas é uma filosofia? Absolutamente. Concordo muito: a faculdade me transformou como pessoa – tudo que eu aprendi, os conceitos de RP, de ética, de justiça, de comunicação, de relacionamento, eles fazem parte de mim. É uma filosofia que ficou na minha cabeça e que eu aplico todos os dias, na minha profissão, com o meu marido, com os meus cachorros, é a minha filosofia. É claro que, na faculdade você vai receber várias informações e as que fizerem mais sentido, vão ficar mais tempo com você. A gente tende a absorver as informações com as quais mais nos identificamos e a partir delas criamos nossa própria filosofia. Hoje, a minha filosofia é embasada totalmente na minha faculdade de RP.

RP é: Relacionamento. Elo entre todas as coisas.

Entrevista com Flávio Schmidt, Diretor de Comunicação Corporativa da Ketchum Estratégia

May 5th, 2009 by Nina Smith

Por que escolheu a profissão de Relações Públicas?

Flávio – Minha escolha ocorreu de forma bem interessante. Por influência de um irmão, fui fazer o curso de Comunicação Social com o obejtivo de me especializar em marketing. Ao final do segundo ano, quando deveria escolher a habilitação (naquela época havia dois anos básicos antes da escolha da habilitação) participei de um seminário com a apresentação de quatro áreas da comunicação (propaganda e publicidade, marketing, jornalismo e relações públicas). Ao final do seminário não tinha dúvidas, minha escolha era para a Habilitação de Relações Públicas, pois me identifiquei completamente com a área. Hoje, tenho certeza que fiz a melhor escolha.

Na sua opinião, qual a diferença que um profissional de Relações Públicas pode fazer hoje para organizações e a sociedade?

Flávio – Nenhuma empresa hoje pode sobreviver sem um programa organizado de comunicação. A sociedade cobra relacionamento efetivo com clareza e transparência. Existem algumas formas de fazer isso. Em geral a empresa começa com uma comunicação midiática e depois percebe que, para efetivar esse relacionamento, precisa promover aproximação e diálogo franco e constante com os seus públicos. Nesse nível, somente a atividade de Relações Públicas e o profissional habilitado pode oferecer. Porque Relações Públicas contém os instrumentos adequados para desenvolver esse tipo de comunicação. Essa é a diferença, competência e habilitação para fazer a comunicação que a empresa necessita atualmente.

Quais os principais desafios que os estudantes de Relações Públicas devem estar preparados para enfrentar ao sair da faculdade?

Flávio – As dificuldades são as mesmas para todos os iniciantes com o número de vagas, oportunidade, alta competitividade. Sabendo disso, o recém formado deve acreditar que seu conhecimento mais amplo que os demais concorrentes de outras áreas fará a diferença na escolha do candidato. O desafio está exatamente nesse ponto, o profissioinal de Relações Públicas precisa marcar essa presença e demonstrar sua melhor qualificação. Transmitir essa confiança é fundamental e determinante para o seu sucesso.

Como o sr. avalia a forte participação das novas mídias – sobretudo as redes sociais – no relacionamento com os públicos de uma organização?

Flávio – A internet e as ferramentas de comunicação digital são meios de comunicação de extensa abrangência. Eles estão disponíveis para utilização por qualquer pessoa e, hoje, o aproveitamento deles é inquestionável. A questão é saber exatamente qual é sua eficiência. Se você disser que eles são eficientes porque carregam informação e alcançam milhões de pessoas ao mesmo tempo, tudo bem, você está correto. Mas se você avaliar essa eficiência sob o ponto de vista de relações públicas, muitos, na maioria das vezes, deixam a desejar. Levar apenas informação não é suficiente.Tem que carregar informação com um propósito definido e alcançá-lo. E o propósito de relações públicas é levar informação orientada para melhorar opinião individual de pessoas e fornecer elementos para a construção de imagem positiva em torno de algo ou de alguma coisa. Portanto, a Internet e as ferramentas de comunicação digital podem ser poderosos aliados como instrumentos de relações públicas, mas dependerá de quem está trabalhando com eles. Caso contrário, serão apenas e meros meios de informação.

Que conselhos o sr. daria para os alunos que estão se formando no curso de RP?

Flávio – O melhor conselho é primeiramente acreditar que fez o melhor curso entre os disponíveis da área de comunicação social, que seus conhecimentos nessa área superam os dos seus concorrentes de outras áreas, e que isso faz toda diferença. Acredite nisso, argumente sobre isso, fale de forma abrangente explicando quantas coisas poderá fazer para a comunicação da empresa além dos releases, comunicados, statements e ações de impacto que gerem notícias. Que você pode fazer a diferença na hora de criar um programa de relacionamento de sua empresa com seus públicos.

Quais disciplinas considera que foram mais importantes para a sua atuação hoje?

Flávio – Todas, desde as técnicas e de teoria de relações públicas até as de administração e relações humanas. Faça valer cada uma delas em seu dia a dia.

É correto dizer que Relações Públicas é uma filosofia?

Flávio – Relações Públicas é uma ciência técnica da área de relações humanas e da comunicação que deve fazer parte incondicional da filosofia organizacional, dos princípios e valores e políticas organizacionais. Deve permear toda organização, fazendo com que os envolvidos a conheçam e a pratiquem integralmente.

Papo com Thatiana Cappellano

May 3rd, 2009 by Ana Lucia Ayroza

tathiana

No VII Encontros Empreendedores de Relações Públicas da FAAP, a instituição recebeu a profissional Thatiana Cappellano.

Antes da palestra, tive a oportunidade de conversar com a RP da TV1 que nos concedeu uma entrevista e deu muitas dicas sobre o mercado atual.

Formada em Relações Públicas pela FAAP em 2001, Thatiana tem experiência em diversas áreas de Relações Públicas. Ela trabalhou no AstraZeneca, no CIEE, na Ketchum, entre outras, e hoje atua na área de planejamento da TV1.

Uma dúvida frequente entre os alunos de Relações Públicas está em como entrar no mercado de trabalho, em que área atuar e como fazer essa escolha.

Durante a entrevista ela contou um pouco mais sobre como é importante experimentar várias áreas diferentes até encontrar a que gostamos, a que melhor nos adaptamos. Desde assessoria de imprensa, eventos, projetos especiais, comunicação interna, relacionamento digital, todas são áreas que tem espaço para novos profissionais, pois o mercado está abrindo as portas para a profissão.

As empresas no Brasil estão cada vez mais conscientes que o diferencial, agora, não está mais no produto vendido, mas sim na empresa e sua postura com seus públicos. Por isso a importância da profissão de RP está cada vez maior e mais reconhecida.

Como Thatiana expõe, “quando pensamos em um jornalista, pensamos no jornal, em um radialista, pensamos na rádio, em um publicitário, em propagandas; quando pensamos em Relações Públicas, nenhum produto vem à cabeça. Por quê? O Relações Públicas não trabalha com um produto, mas sim com um serviço, com uma inteligência estratégica”.

O mercado está cada vez mais aberto às Relações Públicas. Cabe a nós profissionais e futuros profissionais da área, mostrar que estamos preparados e que podemos oferecer um serviço completo que é superior aos produtos individualizados de algumas áreas.