Crise no casamento

May 18th, 2010 by juju

É fato consumado que as relações matrimoniais vêm decaindo muito no que diz respeito a durabilidade e lealdade. As pessoas têm mais dificuldade em se entregar umas para as outras, porque viraram muito individualistas.

Nossa sociedade prega o “cada um por si”, que aumenta a rivalidade interpessoal, seja ela no trabalho, na escola ou no casamento. Por isso, está cada vez mais difícil para alguém confiar sua vida e suas intimidades a um outro alguém.

A modernidade mudou o conceito de comunidade (grande união) para sociedade, onde existem interesses conflitantes e maior diversidade. Acontece, aí, o rompimento do referencial de proteção e amparo vindo da comunidade, que é substituída por uma organização maior e impessoal, e faz com que o indivíduo sinta-se  particular.

A velocidade do mundo globalizado em que a gente vive, força a busca pelo sucesso individual, onde só o mais forte sobrevive. Com tudo isso, dá para entender o porquê de tantos casamentos não durarem.

As pessoas têm criado vínculos muito frágeis, construindo relacionamentos superficiais que não resistem a brigas e discussões. Na minha opinião, esses vínculos são fundados em cima de uma base não concreta, a paixão. O que quero dizer é que paixão é um estado patológico em que algumas pessoas se encontram, é uma coisa quase que incontrolável, é avassaladora e dominadora.

Pelo fato do “casar” e do “descasar” estarem mais fáceis e da sociedade adotar o carpe diem como mote de vida, as pessoas decidem se casar quando estão nesse momento utópico de paixão arrebatadora e de juras eternas. O grande problema é quando essa loucura passa e começam a aparecer os defeitos, as manias. Aí é que entra o amor.

Muita gente acaba caindo na ilusão hollywoodiana de que vai achar a sua cara-metade, a sua alma gêmea, e de que tudo vai fazer sentido de uma hora para a outra, e serão felizes para sempre. Isso é a paixão. O amor já não é bem assim.

Amor é uma escolha diária. Todo o relacionamento tem que ser construído com cuidado e carinho, e requer tempo e dedicação. Brigas fazem parte disso e, se bem tratadas, possibilitam o crescimento do casal. Além disso, vem a questão do ceder. Esse meio individualista no qual a gente vive dificulta o convívio, porque geralmente nenhum quer abrir mão das suas coisas para agradar o outro.

O amor tem algumas características únicas, como saber ouvir o próximo, procurar entender suas necessidades, ser racional, refletir e tomar decisões sensatas. Uma base para qualquer tipo de relacionamento é a comunicação, porque é ela que possibilita a conquista dessas características e o trânsito entre elas.

Um profissional de Relações Públicas tem que ter essas qualidades para construir um relacionamento de confiança com seus públicos, formando uma imagem concreta de seu cliente, seja ele qual for.

O RP pode trazer uma abordagem diferente no tratamento e/ou na prevenção de crises em casamentos. Junto a terapeutas pode construir um programa de acompanhamento a casais, que ajude no seu convívio e no entendimento um do outro. O trabalho em conjunto pode fazer com que as pessoas mudem suas percepções em relação a casamento, entendendo que existe esse lado de comprometimento em ouvir o outro.

Esse profissional vai tirar o olhar ruim que as pessoas têm quando pensam em terapia de casal, porque ele mostra um approach diferenciado e prático da questão da comunicação.
Este programa vai sugerir um novo tipo de relacionamento, dando prioridade à comunicação, muitas vezes deixada de lado. Vai proporcionar também a interação com outros casais que estejam passando pelos mesmos momentos. E, brincando com o nome, seria uma assessoria de comunicação de casamento.

Pode parecer loucura, mas as pessoas têm percebido cada vez mais que se deve prevenir e ao invés de remediar. Isso em várias áreas da vida, e a nova área que o RP vai trabalhar é no relacionamento. Além de cuidar dos casais, vai pôr em contato diferentes tipos de pessoas, aumentando suas redes de relacionamento. Isso pode ajudar muito nas carreiras profissionais, porque as pessoas podem conhecer outras que tenham os mesmos perfis, criando assim novas parcerias.
Contudo, a gente percebe que as atuações de um RP são muito mais abrangentes do que se pode imaginar. É só ter um pouco de criatividade e trabalhar as características humanistas desse profissional, que você chega a resultados inovadores.

Dunga e suas coletivas de imprensa. Como lidar com elas?

May 18th, 2010 by pedropesce

Caros leitores,

Ao acompanhar diversas coletivas de imprensa envolvendo o atual técnico da seleção brasileira, não pude deixar de perceber e analisar a péssima imagem que ele costumava deixar nestas ocasiões e o que passou a melhorar para a última coletiva realizada no dia 11/05/2010, dia da convocação da lista dos 23 nomes que irão à copa do mundo.

Para essa análise que me arrisco a fazer contei com ensinamentos de Heródoto Barbeiro em seu livro Mídia Training – Como usar a imprensa a seu favor.
Já pelo título do livro consideremos que o ensinamento mais básico possível para se relacionar com a imprensa, é respeitá-la e enxergá-la como produtora de informações em notícia, uma vez que ela influenciará diretamente na opinião pública que envolve o seu trabalho.

A fonte de informação no caso é o treinador da seleção brasileira, que agia de forma adversa a esse preceito e tinha um resguardo excessivo e entrava em conflito com a mesma toda e qualquer vez que tinha oportunidade. Dentre essa atitude primordial, da má recepção da imprensa há outras falhas que foram medianamente corrigidas, e que podem ser observadas em alguns tópicos:

1. “Fale para o público, não para o entrevistador”. O Dunga se preocupava mais em rebater alguns questionamentos feitos pela imprensa, do que responder para quem estava lhe ouvindo, parecia muito mais uma discussão de boteco do que uma coletiva de imprensa. Isso foi um fator muito importante que ele mudou em sua última aparição na mídia e passou a se dirigir mais ao torcedor, do que ficar criando um clima hostil.

2. “Cuidado com o tom de voz”. Toda vez que ele começava uma entrevista, seu tom de voz era de ressentimento, amargura, má vontade em responder questões, passando uma imagem arrogante e antipática. Isso claro é passado diretamente ao seu telespectador, que é seu público mais direto. Algo que mudou da “água para o suco de uva”, pois ainda há um tom de ironia em sua fala.

3. “A escolha das palavras pelo entrevistado objetiva tornar mais clara sua mensagem”. Antes, quando era questionado sobre a escolha de determinados jogadores, respondia apenas com arrogância que já tinha os nomes bem definidos em sua cabeça. Isso só, não passa uma justificativa a seu público de tal escolha. Outro fato que ele mudou, quando passou a esclarecer essas escolhas através do conceito de “comprometimento”.

4. “O que está em jogo não são questões de ordem pessoal”. Muitas vezes Dunga deixava bem claro que muitos não acreditavam nele como jogador, por isso continuavam a questioná-lo. Isso não passa de um resgate desnecessário de seu passado, uma vez que ele agora esta em outra posição, e esse tipo de justificativa não esclarece absolutamente nada a seus públicos. Algo que ele ainda tem que mudar, pois ainda afirma que passa a seus jogadores que se esforcem e pensem apenas naqueles que “os amam”. Cabe neste trecho outra colocação do livro de Heródoto: “A imprensa representa parte da sociedade e por isso precisa ser atendida. O jornalista não morde ninguém, é um representante de parte da opinião pública”.

5. “Lembre-se que imagem às vezes vale mais do que as palavras, por isso o ideal é integrar os dois”. Muitas vezes Dunga apareceu com roupas que nada tinham a ver com o seu ambiente de trabalho, além de possuírem “informações” demais, algo que pode distrair o telespectador. Por isso deve ter sido aconselhado que ele escolhesse roupas menos chamativas, que condissessem mais com a situação de uma coletiva de imprensa de futebol. Podem reparar que nesta última coletiva ele estava com uma camisa verde e um paletó azul marinho. (Ao menos cores que fazem parte de nossa bandeira).

Em suma podemos notar algumas mudanças que o Dunga teve, ao menos no básico de um relacionamento com a imprensa, algo que pode ajudar ao longo de seu trabalho na copa do mundo.
Para melhor ilustrar, a baixo há dois vídeos de coletiva de imprensa de Dunga.

Por hoje é só. Até uma próxima!

Obs: Toda parte teórica sobre assessoria de imprensa foi retirado do livro Mídia Training- Como usar a imprensa a seu favor, escrito por Heródoto Barbeiro.

Coletiva de Dunga- Brasil X Equador Coletiva de Dunga- convocação dos 23 jogadores para copa do mundo

Incentivo à produção nas organizações durante a Copa do Mundo

May 18th, 2010 by lorimoscatelli

E, finalmente, chegou a época preferida dos brasileiros. Em exatamente 24 dias, o país do futebol irá parar para acompanhar a Copa do Mundo 2010.

Nesse momento tão esperado, todos devem se perguntar: Como funcionarão as organizações em meio a tantas emoções? Pois bem, as empresas estão investindo nesse tema para o incentivo à produção de seus funcionários. Dessa maneira, todos saem satisfeitos.

A Veus Technology, empresa de solução e tecnologia, por exemplo, já providenciou equipamentos para que seus funcionários assistam os jogos. Desde a semana passada, as geladeiras foram abastecidas com refrigerantes, e os funcionários estão assistindo os jogos de outras copas para especulações e palpites sobre as partidas desse ano.

Muitos se perguntam: O que as empresas ganham com isso?

Manter os funcionários assistindo os jogos dentro das organizações, garante que o cliente seja atendido na hora, caso ele precise de alguma coisa urgente. Dessa forma, o dia seguinte não fica cheio de tarefas atrasadas.

Já a rede de lojas Fnac, fechará as portas durantes os jogos. O intuito dessa decisão é aproveitar o momento para a integração dos funcionários dos diferentes setores. E para animar ainda mais esse período, a empresa mandou fazer camisetas exclusivas com o nome de cada membro da equipe.

A maioria das grandes organizações estão entendendo, finalmente, como é importante estarem aliadas à seus funcionários. Essas ações, além de permitirem um ótimo equilíbrio dentro da empresa, contribuem para uma melhor produção e resultados.

Políticos no Twitter

May 18th, 2010 by Bompa

Em ano de eleições, não podemos deixar de nos abastecer com o maior número de informações possíveis sobre os futuros candidatos, e nessa hora tudo vale. Tanto que podemos aproveitar a febre do Twitter para observar mais de perto como os nossos políticos estão se pronunciando com seus eleitores.

Mas antes de falar sobre todos os políticos do nosso querido Brasil que participam do microblog, não posso deixar de citar um grande exemplo: Barack Obama. Com mais de dois milhões de seguidores, o presidente norte-americano usou a nova ferramenta da web para atrair eleitores, aproximá-los e produzir um discurso mais próximo com o povo norte-americano. E o resultado foi positivo!

Pelo visto ninguém por aqui queria perder a oportunidade. Tanto que a lista dos que participam do Twitter é interminável e cresce a cada dia. Só para ter uma idéia, são 106 senadores, 3 ministérios, 22 partidos políticos, entre muitos outros.

Para nós, destacam-se os pré-candidatos à presidência. Todos adotaram o twitter como uma forma de se manisfestar na pré-campanha durante o primeiro semestre de 2010. No entanto, aparentemente alguns, como o candiato pelo PSDB, José Serra, gostaram tanto de utilizar o Twitter que discute em sua página assuntos pessoais como músicas e filmes e até comemorou com seus seguidores (233,366) o marco de dois mil tweets:

“Nem tinha reparado. Um ano de twitter, 2 mil tweets. O 2.000° para o @almeidasantosfn. RT @mbldo: @joseserra_ Chegou ao tweet 2000! 7:15 PM Apr 25th via web”, diz José Serra em seu twitter (@joseserra_).

Apesar da parte divetida do microblog, vale a pena ficar atento às atualizações dos nossos candidatos. Informação nunca é demais e toda tecnologia disponível para nós, eleitores, é mais do que válida, mas definitivamente útil e necessária.

Ah! E só para não deixar ninguém curioso, segue um link de uma matéria do Jornal O Estado de São Paulo, onde vocês podem conferir a lista atualizada com os políticos que possuem Twitter: http://blogs.estadao.com.br/link/lista-dos-politicos-no-twitter/. Também vale a pena dar uma passada no http://twitter.com/twittespol que é um “catálogo” dos políticos e falam de novidades, CPI’s e tudo que precisamos saber.

Até semana que vem!

RPOQ?

May 18th, 2010 by liviacollino

Bom, este é o meu primeiro post, então eu ainda tenho muito que aprender. Mas resolvi começar com está pergunta do título, que para não iniciados não faz muito sentido e para iniciados causa um pouco, bem, de tristeza.
Acredito que todo aluno que entra no curso de RP tem um monte de dúvidas a respeito do que fará, de fato, com a profissão. E neste aspecto, eu posso comparar com o meu curso de Direito, onde todo mundo sabia o que seria: JUIZ. Mas, considerando o pouco esforço de uns e a enorme competitividade, você sabia que podia ser muitas coisas, ganhar um bom dinheiro e bem, ser respeitado, porque afinal, você é advogado.
Eu vejo um movimento totalmente oposto na carreira de RP. Você não sabe o que é, você tem pouco parâmetros do que você vai ser, e quando você busca uma vaga de emprego e seleciona RP na sua área de atuação, você vai receber quase qualquer coisa que faça parte de RP, mas que não é bem a imagem que faculdade fornece da profissão. Você verá muitas vagas de marketing (que se relaciona com a área), eventos (que se relaciona com a área), secretária (?!?!) e atendente de telemarketing, que não se relaciona com a profissão. Eu entendo que é um emprego temporário, mas porque não chamam alguém de outras áreas? Não é temporário mesmo?
Saber que você possui uma profissão polivalente é uma coisa boa, mas às vezes eu me questiono se essa mistura toda, além de ser resultado da pergunta do título, também não é a razão dela, num ciclo onde ninguém se define simplesmente porque não acha necessário. Parece que a cada dia a profissão está mais diluída do que antes, e me preocupa utilizar corretamente o termo RP como minha profissão.
Eu percebo uma grande necessidade de auto-afirmação da profissão, para que ela cresça e seja valorizada como nós a vemos realmente. Esta não é uma tarefa fácil e demanda muito compromisso daqueles que um dia terão definido o que era o RP, e o que a profissão será.

Sustentabilidade na Moda: Estratégia de Venda?

May 18th, 2010 by Nena

Defensor de primeira hora das ecocausas, o estilista e empresário Carlos Miele pensou em um trabalho um tanto quanto diferente de seus colegas de trabalho e decidiu criar uma loja ecologicamente correta.

Sua loja da Rua Bela Cintra passará a ter painel para captar energia solar, sistema de reutilização da água da chuva, pintura feita com tinta à base de água e decoração exclusivamente com móveis de madeira reciclada.

Isso representará uma economia estimada em 300 000 reais na reforma do imóvel, (segundo a entrevista publicada na revista Veja São Paulo). 

 

Mas voltando ao tema “sustentabilidade”, até que ponto pode-se pensar que esse empresário realmente está preocupado com o nosso ecossistema? Com o futuro do nosso país? Porque não podemos pensar que isso simplesmente é uma estratégia de marketing, um merchandising, para chamar a atenção da mídia e ganhar maior credibilidade diante seus clientes? É muito fácil desenvolver todo esse projeto, que com certeza cativará qualquer leitor e ainda mais qualquer cliente da marca ou pessoa que se interessa pelo assunto de sustentabilidade.

Mas pergunto a vocês, o custo disso tudo, é tão alto, mas tão alto, que com esse dinheiro poderia ajudar um número significante de pessoas pobres que morrem de fome diariamente no nosso país. Ou até mesmo usar a sobra de tecidos dos vestidos feitos pelo estilista e doar peças de roupas para os desabrigados.

Porque não só doar o dinheiro desse projeto a uma instituição que terá um retorno imediato? Saciando a fome de muitas pessoas de uma comunidade e as protegendo do frio. Vamos combinar que para o mundo ser mais sustentável, não adianta uma reforma de uma loja, tudo bem que se pode argumentar que isso é uma iniciativa, mas até aí, será que é isso que Carlos Miele quer transmitir?

Alguém que coloca um vestido de festa à venda com valor de um carro, com certeza faz com que tenhamos um pensamento um tanto quanto ambíguo, não? Mas mesmo assim, temos que concordar que  esse grande empresárioé está tomando uma inciativa que muitíssimos nem sonham em tomar, por isso, com certeza, deve levar grande mérito por ser um dos pioneiros desta área.

Ditadura da Moda: mídia como um problema ou solução?

May 18th, 2010 by Nena

A busca pela perfeição do estereótipo das “mulheres perfeitas” faz com que cada vez mais, mulheres e principalmente jovens, submetam-se a loucuras para atingir essa tão inalcançável perfeição.

O que é preciso para se encaixar nesse estereótipo da mulher perfeita? Ser magra? Ser alta? Ser rica? Usar roupas de grifes? Hoje chegamos a um ponto que o que é perfeito é aquilo que é banal, visto por todos. Para uma mulher ser aceita como “bonita” ela tem que seguir os padrões das modelos, das “it girls”, das divas da mídia.

E assim como a história que o passado já nos mostrou o bonito passou a ser um conceito único, o que é bonito para você é para ele. O gosto deixou de ser individual e passou a ser um senso comum. Nesse mundo da moda, do consumismo e das aparências, a essência foi deixada de lado e o excêntrico passou a ser o estranho, o desconhecido.

Jovens agridem seus próprios corpos ao tomar diversos remédios para manter o peso, se punem de maneira drástica ao ingerir calorias. Perdem completamente sua individualidade para serem aceitos na sociedade, se vestem não para eles mesmos, mas sim para os outros.

Até que ponto isso irá? Estamos ainda numa geração que ainda existem pais conscientes desses problemas, mas até então que filho não tem acesso a esse mundo? A mídia hoje em dia é o meio de comunicação mais procurado para todos os tipos de informações. Por meio de sites, vídeos, filmes, jornais, notícias qualquer pessoa fica a par de como o mundo da moda age e o que é exigido para que você seja considerado alguém “que está na moda”. Em um futuro próxim, em que os pais são as próprias vítimas desse mundo, como eles farão com seus próprios filhos? Será que isso se aprofundará num problema ainda maior? A futilidade aumentará cada vez mais?

Os pais não têm como impedir com que seus filhos sejam antenados, as mídias já fazem parte do cotidiano de qualquer um, mas há maneiras como  se manifestarem através do mesmo meio. Não podemos só aceitar esse fato que têm pessoas que cada vez estão mais preocupadas com o que irá vestir na festa do dia seguinte,(literalmente), do que se aprofundar em algum assunto que trará retorno, como ler um mísero livro.

A mídia pode trazer muita informação para contribuir para esse distúrbio, mas também é o meio talvez mais eficaz de diminuí-lo.  Blogs podem ser criados para alertar os jovens, comunidades em mídias sociais podem unir grupos, sites e eventos podem ser organizados. É impressionante a rapidez com qual as notícias fluem, por exemplo, se pegarmos uma pessoa pública para abraçar essa causa, só pelos seus seguidores, inúmeras pessoas vão estar alertas sobre esses assuntos e muitas delas, que com certeza nem se consideram vítimas poderão se identificar e assim tomar atitudes decisivas para acabar com essa idealização da mulher perfeita. É o famoso efeito dominó que é a mídia consiste.

É algo para se pensar, refletir e no caso, agir! Até quando que você vai continuar aceitando uma vítima dessa busca eterna pela perfeição?

A importância das mídias sociais para o Relações Públicas

May 12th, 2010 by lorimoscatelli

Com a consolidação da web 2.0, hoje, são mais de 300 redes sociais no mundo. Nessas redes, as informações se disseminam rapidamente entre as pessoas que possuem o mesmo interesse e têm um grande poder de levantar ou destruir uma marca.

Com o rápido engajamento dos internautas nessas ferramentas, as empresas estão, aos poucos, percebendo que precisam criar métodos de interação e relacionamento com o seu público, nestas mídias.

A maioria dos consumidores insatisfeitos, em vez de utilizarem canais tradicionais como “Fale Conosco”, preferem criar uma comunidade no orkut, ou postar uma mensagem no twitter demonstrando sua insatisfação. É por esse motivo, que as organizações devem se atentar à essa nova forma de comunicação.

A Telefônica, por exemplo, criou um canal de relacionamento com o internauta chamado  “Telefônica RP 2.0”. Nessa ferramenta, há uma comunicação direta entre o cliente e a empresa. Nela, o usuário preenche um formulário com seus dados, informando, também, quais as redes sociais que ele faz parte. Dessa forma, é possível monitorar o que as pessoas estão dizendo sobre a empresa. Além disso, estar presente nas redes sociais, é uma forma de aproveitar a grande produção de conteúdo gerada nesse meio.

O profissional de Relações Públicas que não se preocupa com o que é discutido nessas redes, pode ter o nome de sua empresa prejudicado, sem ao menos saber onde a história começou. Um vídeo no youtube, uma mensagem no twitter ou uma comunidade no orkut, pode, rapidamente, acabar com a reputação de uma marca/ organização.

Gestão e Comunicação, duas faces da mesma moeda.

May 11th, 2010 by Bompa

Nos dias de hoje não é mais cabível a percepção do mundo dos negócios sem que este se relacione com a comunicação. Muitos que pensam que administrar e se comunicar são ações que não se misturam e que precisam de profissionais que ajam em conjunto, mas atuando cada um em sua área, está enganado. Hoje, vemos como as possibilidades do mercado aproximam essas duas ferramentas que são tão necessárias quanto dependentes uma da outra.

Mas para aqueles que compreendem essa união e a admiram, mas escolheram se aventurar no ramo das gestões administrativas porque pensam que não possuem a desenvoltura ou a habilidade nata de um comunicador para exercer essa função, não há mais desculpas. Os treinamentos de Mídia Training, felizmente, estão se tornando cada vez mais necessários, úteis e diversificados para atender a todas dificuldades que os profissionais de diferentes áreas buscam superar.

Mídia Training nada mais é do que um treinamento direcionado às mídias, possibilitando ao profissional uma maior facilidade de lidar com jornalistas e outros integrantes da imprensa, mas também, acima de tudo, dando-lhe confiança e controle ao transmitir informações à esse público tão importante para a empresa. Logo, Mídia Training é o casamento perfeito entre gestão e comunicação, onde ambas funções se encaixam adequadamente às necessidades da empresa.

Dito isso, vem a dúvida: e quem precisa de um treinamento de mídia?

Passou-se o tempo de acharmos que apenas cargos importantes ou do maior escalão hierárquico das empresas são os que precisam deste tipo de treinamento. Todos os profissionais que estejam interessados em implementar suas capacidades e se tornarem melhores comunicadores, podem participar de um Mídia Training. Não se trata mais de acharmos que apenas diretores e presidentes têm a responsabilidade de lidar com a imprensa, por possuírem uma maior responsabilidade em si na empresa. E de fato, muitas empresas oferecem cargos de porta-voz para novos gerentes. Cabe apenas à empresa escolher qual profissional melhor se encaixa no perfil,qual profissional transmitirá de forma mais clara e direta a mensagem e o mais importante, qual profissional estará disposto a criar um relacionamento com a imprensa.

São esses relacionamentos que tornarão a comunicação tão eficaz. E cada vez mais, diversos profissionais estão observando os benefícios de criar tais laços com os jornalistas. Podemos ver inúmeros profissionais que atuam no ramo do entretenimento procurando consultorias de imagens para aprender a se posicionar melhor diante as massas e à própria imprensa. Assim, os artistas aprendem com um treinamento de mídia a reverter crises de imagem e aprendem a estimular a relação com a imprensa.

Mas esse é apenas um exemplo de como um Mídia Training pode ser aplicado fora do mundo corporativo. Também vemos vários ocupantes de cargos públicos utilizando as ferramentas e dicas que se aprende em um treinamento de mídia para tornar a relação com a imprensa e , consequentemente, com os eleitores, mais forte e confiável.

Então como vemos, não se limita a apenas ao corporativo a oportunidade de adquirir maior conhecimento em comunicação. Afinal, se pensarmos bem, quem quer ser mal interpretado, não é? E para não errar na hora, nada melhor do que algumas dicas para ir praticando:

1- Não fique nervoso e fique olhando diretamente para a lente da câmera. É para o jornalista que você deve focar sua atenção.

2- Cuidado com gestos exagerados. Melhor é nunca mexer o corpo e limitar os movimentos entre a altura do abdômen ao peito, nada brusco. Ah! E nada e mexer demais a cabeça, nada muito afetado.

3- É sempre importante apresentar um visual limpo, sem manchas, nada amassado. Barba bem feita para os homens e nada de decotes ou transparências para as mulheres. Você quer ganhar credibilidade com o telespectador, não chamar atenção.

4- Cuidado com o toz de voz! Ele dirá ao telespectador como está o seu humor. Logo, se você falar muito alto vai parecer bravo, assim como um tom de voz muito macio irá soar sensual demais. Nada melhor do que um tom firme e um sorriso não cai mal.

5- Vocabulário. Nada de inventar palavras,comer “s” ou errar concordâncias.

Para terminar, vou deixar aqui um vídeo, da “Você S/A”, que o apresentador Carlos Mello conversa com especialistas sobre a capacidade de passar de forma eficiente uma mensagem coorporativa publicamente:

http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/videos/media-training-507310.shtml

E um outro vídeo, do filme “As Loucuras de Dick & Jane”, para mostrar como um Mídia Training pode fazer falta!

Até semana que vem! ;D

ONG Visão Mundial

May 11th, 2010 by juju

A ONG Visão Mundial nasceu em 1950 e seu foco é ajudar crianças ao redor do mundo, contando com desenvolvimento comunitário e ajuda em situações de emergência. A Visão Mundial, ou World Vision, é uma organização cristã que trabalha para a transformação do homem, buscando justiça e pregando sobre a Bíblia.

Através de um trabalho cuidadoso, transparente e eficiente, muda a realidade das famílias e das comunidades em que toca. Duas frases mostram a visão da ONG: “Nossa visão para todas as crianças: vida em abundância. Nossa oração para todos os corações: a vontade para tornar isso uma realidade.”

O mundo passou por revoluções industriais, inúmeras mudanças e avanços tecnológicos. Essa sede pela evolução trouxe resultados não imaginados, como a gente pode ver, nas comunidades mais carentes, o grande efeito negativo causado.

O homem e seu desejo insaciável pela técnica acaba devassando lugares que não estão prontos para as mudanças. Quando essas transformações vieram, ninguém se preocupava com os que estavam em volta, nem com a qualidade dos frutos que colheriam mais tarde. Isso devastou inúmeras comunidades, acarretando a enorme heterogeneidade social existente no mundo de hoje. É nesses lugares que necessitam de grande atenção, que a Visão Mundial opera.

Essa ONG conta com alta consciência social, e têm sempre procurado cuidar mais daqueles que não podem cuidar de si mesmos. Aí é que entra o trabalho do profissional de Relações Públicas. Muitos sabem que uma característica essencial para ser um bom RP é saber ouvir. Saber parar e ouvir faz com que a gente entenda o que se passa com o outro, tanto de bom, quanto de ruim, como suas aflições, suas reclamações e seus medos. O RP está sendo cada vez mais essencial às organizações, porque traz consigo uma visão mais humanista, transparente e ética. Usando a criatividade em seus planejamentos, esse profissional consegue se adaptar às contínuas mudanças do mercado.

As ações de comunicação são de eminente importância nas organizações, porque são responsáveis pela interconexão organizacional. O RP tem que linkar vontades e necessidades da comunidade, com valores, missão e visão da ONG, da maneira mais rentável possível. A comunicação é base do processo de informação e sensibilização dos cidadãos, formando, também, um conceito organizacional positivo.

Um bom RP é responsável por criar uma boa imagem da organização onde trabalha, mantendo-a através de atitudes condizentes. Por humanizar ao máximo seu público, o profissional reconhece a necessidade de aproximá-lo da organização, e de informar e auxiliar na formação da sua opinião, para assim formar cidadãos pensantes, não apenas pacientes passivos.

A importância da pesquisa para o profissional de RP

May 11th, 2010 by lailacury

As pesquisas são essenciais para diagnosticar as causas de eventuais controvérsias, ou mesmo descobrir algo sobre determinado assunto, para assim, criar um diagnóstico.
Esta apuração será analisada para que futuras visões e atitudes dentro de uma organização sejam orientadas para uma boa tomada de decisão.

Este post pretende informar como a pesquisa pode ajudar a orientar os profissionais de relações públicas em suas ações e estratégias. A pesquisa é um dos instrumentos mais importantes para que se tenha início um planejamento eficaz. Tendo como base o livro “Planejamento de Relações Públicas na Comunicação Integrada” da autora Margarida Maria Krohling Kunschm, reforça a importância das pesquisas para o trabalho de Relações Públicas.

O objetivo da pesquisa para o profissional da área é revelar o que a opinião pública pensa sobre um determinado assunto. Além disso, também, é possível descobrir os Hots, os (influenciadores da opinião). As pesquisas devem ser utilizadas constantemente, pois elas apontam problema ainda no começo, podendo assim conte-lo ou mesmo evitá-lo e também para darem um feedback do que esta acontecendo.

Para exemplificar o quanto as pesquisas são necessárias, tomarei como exemplo o trabalho interdisciplinar sobre a GOL linhas aéreas feito no 5º semestre com a professora Beatriz Samara e Simone Bamini. Fizemos um trabalho voltado para o público externo, no qual era analisada a aceitação do serviço a bordo pago. Através da pesquisa quantitativa descobrimos que além dos brasileiros não aceitarem o serviço pago, também tem uma rejeição ao serviço de transporte aéreo da empresa. Foi detectado que os clientes qualificam a empresa como sendo muito burocrática e acreditam que os lanches oferecidos à bordo ao cliente Gol não são satisfatórios, por esta razão o projeto da GOL foi rejeitado perante seus clientes. Através desta pesquisa foi descoberta a necessidade de serem feitas ações para o público externo, com o objetivo de que eles fiquem mais satisfeitos com o atendimento de bordo da companhia durante as suas viagens.

Saiu na Veja

May 11th, 2010 by danielasa

Durante um jantar no mês passado, minha irmã de 12 anos estava discursando sobre a campanha eleitoral do Serra. Quando minha mãe retrucou algumas das afirmações, minha irmã disse: ‘’é verdade mãe, saiu na Veja’’.

A proposta deste post é discutir até que ponto podemos confiar nos meios de comunicação.

Sabe-se a que alguns canais de televisão tiveram papel vital na eleição do presidente Collor e que, em diversas ocasiões, as redes de televisão, rádios e jornais influenciaram a opinião pública.

No dia 04 de maio deste ano o antropólogo Eduardo Viveiros de Castro, do Museu Nacional da Universidade do Rio de Janeiro, acusou a revista Veja de ter inventado uma declaração sua. A matéria ”A Farra da antropologia oportunista” contava com a seguinte declaração, supostamente do antropólogo:  ‘Não basta dizer que é índio para se transformar em um deles. Só é índio quem nasce, cresce e vive num ambiente cultural original’.

A Veja respondeu que havia entrado em contato com a assessoria de imprensa do Museu Nacional, a qual aconselhou a leitura do artigo “No Brasil todo mundo é índio, exceto quem não é”, publicado por Eduardo. Segundo a revista, a frase correspondente ao antropólogo condizia com o ponto de vista deste, explicitado no artigo. Em carta publicada em seu site, a revista diz que a frase publicada “espelha opinião escrita mais de uma vez em seu texto”. E mais –  “O antropólogo pode não corroborar integralmente o conteúdo da reportagem, mas concorda, sim, como está demonstrada em sua produção intelectual, que a autodeclaração não é critério suficiente para que uma pessoa seja considerada indígena”.

Eduardo de Castro, na tréplica, afirmou que a revista insiste “na manipulação e na mentira; pior, confessam cinicamente que fabricaram a declaração”

Basicamente, a revista Veja leu um artigo do antropólogo, filtrou suas idéias e publicou uma matéria com uma declaração forjada, como se tivesse sido obtida através de uma entrevista.

Este foi o caso mais recente de fatos que contestam a credibilidade dos meios de Comunicação.

Fica a pergunta: Dá pra confiar?

Clubes de futebol se transformam cada vez mais em empresas.

May 11th, 2010 by pedropesce

Pode-se notar que clubes de futebol expandiram notavelmente sua área de atuação, antigamente eram apenas dispostos a gerir seu desempenho em campeonatos e gastos de seus clubes, hoje já pensam de maneira mais global. Disputam no mercado o valor de suas marcas, a aparição na mídia para seus torcedores e amantes do futebol, tudo em moldes de um bom planejamento de comunicação institucional.
Esse tipo de conceito antes desconhecido nesse segmento esportivo, ganhou enorme notoriedade na Europa e foi copiado em diversas partes do mundo. Grandes clubes no cenário mundial como Barcelona, Real Madrid, Milan, Manchester Unit entre outros, há duas décadas já investem em um planejamento de comunicação para expor suas marcas, visando o crescimento delas, afim de gerar receita além de vendas de seus jogadores. Isso foi identificado pela enorme demanda de consumo que o futebol pode gerar, motivado por paixão esse esporte entra e interfere diretamente nas vidas de seus admiradores, se transformando em um enorme nicho para consumo de produtos ligados a esses clubes.
O torcedor quer consumir, realmente experimentar e trazer mais próximo possível de si qualquer artigo que contenha a marca de seu time de coração. Para isso esses enormes clubes europeus criaram estratégias para falar diretamente com seus torcedores através de criação de um sistema que aproxima e facilita o acesso do torcedor a seu clube, sendo em partidas de futebol como através de notícias, vantagens em compras de artigo e etc. Esse sistema funciona através de um cadastros de sócios, via internet popularmente conhecido como sistema sócio-torcedor.
Esse sistema lá como já esta bem consolidado , em alguns clubes alcança a extraordinária média de 150 mil associados, havendo clubes como o Benfica que tem 171 mil associados. No Brasil a maior média pertence ao Internacional de Porto Alegre, que pode contar com 100,7 mil associados. Já da para ver que o Brasil tem potencial de sobra para ultrapassar de longe as médias de clubes europeus.
Imagine você podendo contar com 171 consumidores extremamente fiéis a sua marca, o que é possível fazer, o que pode ser movido de receita. Analisando esse cenário futebolístico, os clubes vêm desenvolvendo produtos específicos para esses públicos, mas isso é assunto que vou tratar em um próximo post.

Até a próxima, um abraço!

O RP e as crises

May 10th, 2010 by Kahespanhol

As crises tornam-se cada vez mais comuns nas empresas, pois os públicos estão cada vez mais exigentes, e as marcas mais competitivas.
Elas podem ocorrer tanto na área interna como na externa da empresa, ou mesmo com algum produto, entretanto um bom relações públicas pode fazer a diferença na resolução das controvérsias, este deve estar atento na previsão das crises, para planejar alguma ação antes dos danos tornarem-se mais marcantes ou mesmo irreparáveis.
A imagem de uma empresa que passa por uma crise pode ser fortemente abalada perante seus públicos, por isso o mais correto a se fazer é ter um RP trabalhando na prevenção das crises.
Uma má comunicação com seus públicos pode gerar uma má reputação para as empresas e afetar a sua credibilidade, por isso é tão importante as instituições estarem atentas aos pequenos detalhes pois são estes que podem se transformar nos piores problemas se não cuidados precocemente.
Pode-se tomar como exemplo de um gerenciamento de crise de sucesso a que ocorreu com o shampoo da Seda, este estava apresentando uma redução considerável em sua venda, e através de uma pesquisa detectou-se que estava havendo uma rejeição a sua fórmula e a sua embalagem. Então a empresa renovou a fórmula e a embalagem. E fez isso através de uma ação, na qual cada shampoo de diferentes tipos de cabelos foi manipulado por um especialista. Esta ação obteve sucesso, pois aproximou os clientes da empresa, na medida em que suas necessidades foram levadas em conta
Esta idéia da seda foi excelente, pois o relações públicas utilizou as ferramentas certas, detectou o problema através de pesquisas e fez uma ação para atribuir novamente a credibilidade da Seda perante seu público.
Outro exemplo bem sucedido, que foi citado no Encontro de Empreendedores de Relações Públicas na FAAP foi o ocorrido no laboratório Fleury. Foram encontrados medicamentos ontológicos dentro de uma de suas unidades. Eles avisaram a agência “A Quatro”, que já está com eles a um tempo, para monitorar e auxiliar o caso para assim reparar os danos causados pela mídia na reputação da marca. A empresa emitiu um esclarecimento no qual explicou o ocorrido. Eles obtiveram sucesso, pois a agência foi rápida e eficaz, alem de minimizarem os danos, conseguiram atingir a principal meta; restituíram a confiança dos clientes na marca Fleury.

O mercado de Restaurantes e a Comunicação

December 1st, 2009 by manoandrade

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Atualmente o mercado de restaurantes têm cerca de um milhão empresas em todo o Brasil. Emprega aproximadamente 6 milhões de pessoas e movimenta 2,4% do PIB do Brasil. De acordo com a Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes) o crescimento no setor tem como principal causa a tendência da população brasileira cozinhar cada vez menos a própria comida. Segundo uma pesquisa feita, uma, em quatro refeições são feitas fora de casa. Além disso, a mulher, que está mais presente no mercado de trabalho fica mais ausente do lar e ajuda o aumento deste mercado.

Com esse crescimento, o mercado de restauração tem uma concorrência cada vez maior e os restaurantes que apresentam maior parcela de sucesso estão ligados as estratégias de marketing. Como por exemplo, marketing de boca a boca, mala direta, preço justo, folhetos e etc.

O marketing boca a boca é uma das formas mais eficazes de propaganda, possuindo um custo quase zero. Quando o cliente é bem atendido e fica satisfeito ele não só volta ao restaurante como também indica o mesmo aos amigos. Porém esse marketing pode ser muito perigoso. Se acontecer o contrário e o cliente for maltratado ou passar mal com a comida, o efeito é muito pior e pode até fechar um restaurante.

Com a internet e todas as informações circulando super rapidamente, não poderia ser diferente com a gastronomia. Existem milhares de blogs e sites falando sobre todos os assuntos relacionados com a gastronomia, incluindo restaurantes. Por conta disso, o marketing boca a boca começa a ficar mais perigoso do que nunca. Qualquer pessoa pode ir a um restaurante, publicar notas ruins e atingir um número gigantesco de pessoas.

Por conta disso, hoje, mais do nunca, os restaurantes têm que tomar conta de cada mínimo detalhe do seu espaço. Desde o serviço, a comida e o estabelecimento. Todos tem que tomar cuidado para nada dar errado, porém, caso alguma coisa dê, é preciso contornar a situação. Pode ser apenas uma conversa explicando o que aconteceu ou, dependendo do ocorrido, até uma refeição de graça. O importante é o cliente entender que essas coisas podem acontecer mas que não é sempre que acontece.

Mano Andrade

Moda, Relações Públicas e os jovens profissionais

December 1st, 2009 by irangiusti

Inicialmente esse post iria falar sobre o evento que abriu a última Casa de Criadores no dia 22 de novembro: o Fashion Mob. A proposta super bacana era juntar “blocos” da moda, criando um enorme desfile do Largo do Arouche ao Parque da Luz onde ocorreria o primeiro desfile oficial da semana de moda.

O evento deu certo, jovens estilistas, blogueiros, figuras performáticas e grupos de protesto apareceram pelo centro da cidade para participar, até a mídia tradicional geralmente distante do circuito não oficial da moda compareceu para cobrir a atividade, porém durante a pesquisa acabei entrando em outros assuntos com os entrevistados e foi principalmente com as respostas do editor chefe do blogsite da Lílian Pacce Jorge Wakabara que resolvi mudar o rumo e escrever sobre a relação Moda e RP e os jovens no mercado profissional.

Quem acompanha o mercado de moda ou entende ao menos um pouco do assunto, sabe o quanto a área é complexa, além dos problemas da esteriotipação do mercado (em relação aos geniosos processos criativos que vai dos estilistas aos formadores de opinião) temos os problemas administrativos, financeiros, a segmentação excessiva de mercado, dificuldade no posicionamento de marcas e etc. A partir daí já deu pra sentir a necessidade do profissional de RP certo? Moda é muito calçada no relacionamento, seja da marca com seu cliente, do produtor com seus funcionários, da marca com a mídia e opinião pública, dos públicos consumidores segmentados, é sempre necessário esse feeling que só o RP trás.

Mas onde estão esse profissionais? Pensei muito e sinceramente não encontrei, e ao perguntar pro Jorge tive uma ótima resposta: Não vejo falta de RP na moda, não. O que sinto falta, talvez, é de RP bom, que te ajuda mesmo, que não serve só como o cara que toma champanhe com você”. Sabemos que infelizmente todas as áreas possuem profissionais de “fachada”, pena que no mercado de moda isso fique mais evidente. O bom, é a dica para quem tem interesse na área: profissionalismo, ética e foco são características mais que bem-vindas.

Quanto à questão de ser jovem no mercado, não poderia deixar passar, afinal, essa é uma questão gritante em ambas áreas (tanto moda quanto comunicação em geral). Jovens profissionais são geralmente mal remunerados e desencorajados pelas figuras já consolidadas dos respectivos mercados.

Por isso a importância de ações como o Fashion Mob e a Casa de Criadores que foram otimamente definidas pelo multimídia Enrique Jimenez “acho que a Casa de Criadores deve ser focada como a semana de moda para novos estilistas. No entanto a junção entre semana de moda (mais) ciclo de palestras tem como resultado o aprendizado, uma vez que o evento além de ser para novos estilistas tem como seu público alvo os estudantes de moda”.

Atividades para nós, idealizada e realizadas por nós (com a ajuda de quem sabe e tem o prazer de ensinar) é o caminho para um bom aprendizado e solidificação de bons profissionais, e espero muitas outras como essas!

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Foto: Aurea Calcavecchia para @LilianPacce

E a onipresente listinha de agradecimentos:

O jornalista @wakabara que fora editor chefe do Lilian Pacce ataca de poeta e critico musical no http://djoh.wordpress.com/

E o onipresente @enriquejimenez que me aguenta o dia todo no msn e no twitter e me ajudou a passar de semestre mesmo sem ter tido a mesma sorte e pode ser encontrado em qualquer uma dessa 4841972818 plataformas digitais: http://www.meadiciona.com/enrique

@irangiusti

REGRAS BÁSICAS PARA NÃO COMETER GAFES NA HORA DE REDIGIR UM RELEASE.

December 1st, 2009 by anacarolinarp

Para todos que vem acompanhando os posts, já conseguiu notar minha preocupação e interesse na área de assessoria, uma vertente do profissional de RP.

Em minha ultima nota comentei a ausência de conteúdo e desvelo de releases  e notas criadas por assessores e encaminhadas para os veículos sem nenhum filtro sequer, forçando uma divulgação a qualquer custo.

Sendo assim, achei que seria importante para todos aqueles que possuem o gosto pela área, que já atuam ou que pretendem atuar, uma relação de características principais que deve ser lembradas na hora de se redigir um release e o que deve conter de informações nos mesmos para que não se tornem irrelevantes nos olhos de quem o receber.

Vamos lá:

- Para cada tipo de mídia é necessária a redação de um ” Release” específico;

- O ideal é que o Release tenha somente uma página, pois um jornalista raramente lê algum texto que ultrapasse esse tamanho;

- É importante mostrar os benefícios do que esta sendo divulgado  vai trazer para os leitores da revista ou do jornal nas quais se pretende que a informação seja veiculada. Isso, sim, é noticia.

- No primeiro parágrafo, no “lead”, devem estar contidas todas as informações acerca do produto, serviço ou evento a ser divulgado; este deve ser um resumo para que o jornalista observe de imediato se o assunto o interessa. Se o lead for bom, o editor dará continuidade à leitura.

- Quando enfatizar o que se deseja divulgar, não exagere nos adjetivos, isto pode fazer com que o texto perca seu enfoque e, conseqüentemente, a credibilidade.

- A grande vantagem de um “Release” é o custo/benefício e a credibilidade, pois além de não ter que pagar rios de dinheiro para veicular propaganda na mídia, qualquer matéria que sair em alguma revista ou jornal lhe trará segurança e credibilidade.

- Pesquise sempre quais os veículos – e respectivos leitores – que poderiam se interessar pela notícia ou que são interessantes para o seu cliente; isso mostra que você sabe com quem está falando, e não um desesperado atrás de uma nota.

- Evite as palavras ontem, hoje, amanhã: escreva as datas corretamente, com dia, mês e ano;

- O título deve anunciar, de forma atraente, o assunto do release.

YouPix de Dezembro

December 1st, 2009 by manoandrade

Está acontecendo nesses dias o Youpix, um evento que traz para o mundo real algumas experiências do mundo digital. O evento, que acontece seis vezes por ano, está na sua última edição de 2009 com atrações imperdíveis. Ele será realizado na Av. Europa, 158 e é totalmente aberto para o público.

Nesta terça, às 19 horas irá acontecer um duelo. De um lado as mulheres: Fernanda Lizardo (Sexto Sexo), Raquel Pacheco (Bruna Surfistinha), Lini (Uma pessoa que só pensa em sexo). Do outro os homens; Gravz (Gravataí Merengue), Guilherme Valadares (Papo de Homem) e Gustavo Gitti (Não 2 Não 1). Intermediando a discussão terá Penélope Nova (MTV) falando sobre sexo, relacionamento e exposição da vida pessoal na internet.

Às 21 horas acontecerá “I CAN HAZ MEDIA EMPIRE”. Nele os criadores dos sites, I Can Has Cheezburger (o 10º maior site do planeta), Fail Blog e GraphJam (entre 15 outros), irão explicar como eles conseguem fazer mais de 10 milhões de pessoas diferentes acessarem e colaborarem com seus sites todo mês. No intervalo um super campeonato! Serão chamados 5 pessoas para participar do campeonato de desembaraçamento de fios. O vencedor irá ganhar um celular da Nokia.

Esse é só o primeiro dia, dos três dias, do evento. Nesses outros dias Rafinha bastos, Otávio Mesquita e Renata Simões terão presença marcada. Além deles acontecerá outros desafios no intervalo e, paralelamente, o role com o Paper Toy da Pix e Post It Wall. Vale a pena conferir!

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